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Alfabetização, letramentos, políticas educacionais, avaliação e currículo.

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A obra Alfabetização, letramentos: impactos educacionais reúne 31 estudos, resultantes de pesquisas e relatos de experiência que dialogam com alguns dos principais desafios da educação brasileira. Esses trabalhos foram apresentados no IV Encontro das Licenciaturas da Região Sul, IV Seminário do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência, II Seminário do Programa Residência Pedagógica e II Seminário da Associação Nacional pela Formação de Professores da Região Sul, que ocorreu no período de 17 a 19 de março de 2025 em Joinville/SC. Este volume está organizado em três eixos centrais: (1) formação de professores alfabetizadores e programas de formação docente; (2) avaliação e currículo; e (3) políticas educacionais e reformas curriculares. O livro evidencia a complexidade e a inter-relação desses campos, colocando em destaque a multiplicidade de perspectivas teóricas e metodológicas que têm orientado a formação docente. A relevância da obra direciona-se na compreensão do modo como constituem os processos de ensino e aprendizagem em um contexto marcado por transformações sociais, políticas e culturais. A alfabetização, compreendida em sentido amplo, não se limita ao domínio do código escrito, mas abarca múltiplas práticas de letramento, essenciais para a participação cidadã em sociedades cada vez mais atravessadas por tecnologias digitais, fluxos de informação e disputas ideológicas. Nesse cenário, discutir políticas públicas, modelos avaliativos e propostas curriculares torna-se imperativo, uma vez que tais dimensões estruturam as condições sob as quais os sujeitos aprendem, ensinam e se constituem como cidadãos. O objetivo central do livro é oferecer ao leitor, professores em formação, docentes em exercício, pesquisadores ou gestores educacionais um panorama que permita problematizar a formação docente. O primeiro eixo temático que o livro contempla é a Formação de professores alfabetizadores e programas de formação docente, tais como o PIBID a RP e concentra reflexões relacionadas aos processos formativos de docentes e os efeitos de políticas públicas destinadas à alfabetização. Exemplos de estudos que são trazidos nesta obra, estão o capítulo intitulado “Processos formativos dos alfabetizadores: indicações dos programas federais de formação de professores alfabetizadores”, de Denise Pollnow Heinz e Rosana Mara Koerner, que apresenta um mapeamento de iniciativas como PROFA, PNAIC, Tempo de Aprender e PIBID, evidenciando aproximações e distanciamentos entre os programas e a produção acadêmica da área. Na mesma direção, trabalhos como “PIBID Alfabetização: reflexões sobre a formação docente e o ensino na educação básica”, de Ruth Vallente Moreira e Daniele Simões Borges, e “Leitura e escrita: vivências por meio do programa residência pedagógica”, de Emilly Eduarda Pugin de Amorim Ferreira e Gizeli Aparecida Ribeiro de Alencar, relatam experiências formativas vinculadas a programas federais, ressaltando o papel da inserção na escola básica como elemento fundamental para a construção de saberes docentes. Ainda neste eixo, destacam-se “Alfabetização e letramento: desafios na formação docente para que a criança possa ser alfabetizada segundo uma lógica crítica” de Hellen Simões dos Santos, Rubiana Brasilio Santa Bárbara e Rita de Cássia Pizoli, e “Políticas públicas educacionais para formação do professor alfabetizador: uma revisão de literatura” de autoria de Elaine Cristina Barros Ropelato e Leziany Silveira Daniel, que discutem tanto os fundamentos teóricos quanto às disputas políticas que permeiam a formação de alfabetizadores. Destacam-se ainda os capítulos sobre “Avaliação diagnóstica na alfabetização: um olhar a partir da prática pedagógica de uma pibidiana”, de Lehana Borges dos Santos e coautoras, mostra a importância da avaliação inicial como recurso para planejar intervenções adequadas. Outros estudos enfatizam dimensões sócio-emocionais e culturais da alfabetização, como “O papel do professor alfabetizador no desenvolvimento da criança”, escrito por Raquel Zarpelon e coautores, que evidencia a mediação docente no desenvolvimento integral, “Afeto e emergência do discurso escrito na alfabetização” de autoria de Welessandra Aparecida Benfica e Victoria Wilson, que investiga a relação entre afetos e produção escrita e os benefícios do contato com a natureza na regulação emocional (Maria Eduarda Lopes Santiago e autores). Também integram este eixo relatos de práticas inovadoras, como o uso de Recursos Educacionais Digitais (Rozangela Barbosa Cardoso e coautoras), a contação de histórias como estratégia de ensino (Denise Theisges e Ivanir Maciel), e a articulação entre literatura e alfabetização (Eduarda Aparecida Veres Paulus e coautoras). Ao lado desses, os trabalhos como “Práticas de leitura literária na recomposição de aprendizagens” (Karina Kiviatkoski de Paula e Leziany Silveira Daniel), “Tecituras de uma prática de Incentivo à leitura” (Sibelly Martins Miranda Ana do Carmo Goulart Gonçalves) e “Desafios da alfabetização no contexto da diversidade” (Francismara Janaina Cordeiro de Oliveira e coautoras) reafirmam a centralidade do letramento literário e da inclusão educacional nos anos iniciais. O segundo eixo norteador desta obra diz respeito à “Avaliação e currículo”, cujos estudos contemplam a avaliação e currículo, reconhecendo-os como dimensões indissociáveis. O capítulo “A avaliação formativa no ensino de matemática: uma revisão de literatura” (Laura Carolina Aymoré Ferrandin e Emerson Rolkouski) analisa como essa perspectiva avaliativa tem sido desenvolvida em diferentes níveis da educação básica. De modo complementar, “Avaliação pelos pares: um relato de experiência” (Gabriela Helena Geraldo Issa Mendes e coautores) e “A avaliação formativa como ferramenta para a autonomia do aluno: uma proposta de sala de aula invertida” (Felipe Rosso Novelli e coautores) apresentam metodologias inovadoras que colocam o estudante no centro do processo avaliativo. No campo curricular, trabalhos como “A recontextualização das políticas curriculares na formação e atuação de professores de Ciências da Natureza” (Ronan Moura Franco e coautoras), “A contextualização é um indicador de integração?” (Felipe Gimenes Nunes e Viviane Maciel da Silva), “O discurso curricular sobre HIV e Aids: uma revisão sistemática da literatura” (Willian Mirapalheta Molina e coautores) e “O silêncio da educação ambiental frente à Base Nacional Comum Curricular” (Ana Carolina Zacarchuka de Freitas e coautoras) problematizam a forma como o currículo incorpora ou silencia temas e perspectivas essenciais à formação cidadã. Por fim, o terceiro eixo trata de “Políticas educacionais e reformas curriculares” e congrega estudos voltados à análise crítica das políticas educacionais recentes. Textos como “A racionalidade neoliberal no componente curricular Projeto de Vida no Ensino Médio” (Luiz Aparecido Alves de Souza), “Competências e pragmática neoliberal: uma análise das políticas curriculares no Brasil” (Mayra da Silva Cutruneo Ceschini e coautores) e “A influência do neotecnicismo na formação de professores no Brasil” (Katia Andrea Silva da Costa) discutem os impactos da racionalidade neoliberal sobre a educação, apontando para os riscos da mercantilização do ensino. Na mesma direção crítica, “Políticas educacionais no Paraná: relatos de experiência na implementação do Novo Ensino Médio na Ilha dos Valadares” (Raquel Lucas Mendes de Andrade e coautores) evidencia as contradições da reforma em contextos locais, enquanto “Reflexões sobre o ensino de Física no ensino médio: contextos, políticas e realidades” (Jazz Ferreira da Rosa Martinez e Taniamara Vizzotto Chaves) problematiza a distância entre discursos normativos e realidades escolares. Além disso, trabalhos como “A formação docente e o currículo na perspectiva decolonial a partir dos cursos de Pedagogia” (Jesiane Lutz de Carvalho e Henri Luiz Fuchs) e “Desafios e perspectivas da inclusão escolar” (Ester Cardoso de Moraes Galter) reforçam a necessidade de ampliar o debate sobre justiça social, diversidade e epistemologias não hegemônicas na educação. Por fim, esse eixo traz dois outros capítulos que apontam para outros diálogos possíveis na escola (Willian Mirapalheta Molina e coautores) e uma discussão da temática que envolve Ciências da Natureza e BNCC (joão Vitor Soares e coautores). O conjunto de estudos reunidos neste livro revela um campo de estudos em constante movimento, que dialoga com os dilemas da prática docente, com as disputas em torno das políticas educacionais e com os desafios da alfabetização e do letramento em uma sociedade plural e desigual. A coletânea demonstra que a alfabetização não pode ser compreendida de forma restrita, mas deve ser pensada em articulação com políticas públicas, práticas avaliativas e currículos que expressem a diversidade cultural do país. Ao reunir diferentes vozes, experiências e perspectivas teóricas, este livro contribui para fortalecer a formação de professores, subsidiar pesquisas acadêmicas e inspirar práticas pedagógicas comprometidas com a transformação social. Em tempos de intensas mudanças educacionais e de tensionamentos políticos, a presente obra reafirma a centralidade da escola pública, da valorização docente e da construção coletiva de políticas que assegurem o direito à alfabetização plena e ao letramento crítico para todos os estudantes.
Editora Realize
Title: Alfabetização, letramentos, políticas educacionais, avaliação e currículo.
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A obra Alfabetização, letramentos: impactos educacionais reúne 31 estudos, resultantes de pesquisas e relatos de experiência que dialogam com alguns dos principais desafios da educação brasileira.
Esses trabalhos foram apresentados no IV Encontro das Licenciaturas da Região Sul, IV Seminário do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência, II Seminário do Programa Residência Pedagógica e II Seminário da Associação Nacional pela Formação de Professores da Região Sul, que ocorreu no período de 17 a 19 de março de 2025 em Joinville/SC.
Este volume está organizado em três eixos centrais: (1) formação de professores alfabetizadores e programas de formação docente; (2) avaliação e currículo; e (3) políticas educacionais e reformas curriculares.
O livro evidencia a complexidade e a inter-relação desses campos, colocando em destaque a multiplicidade de perspectivas teóricas e metodológicas que têm orientado a formação docente.
A relevância da obra direciona-se na compreensão do modo como constituem os processos de ensino e aprendizagem em um contexto marcado por transformações sociais, políticas e culturais.
A alfabetização, compreendida em sentido amplo, não se limita ao domínio do código escrito, mas abarca múltiplas práticas de letramento, essenciais para a participação cidadã em sociedades cada vez mais atravessadas por tecnologias digitais, fluxos de informação e disputas ideológicas.
Nesse cenário, discutir políticas públicas, modelos avaliativos e propostas curriculares torna-se imperativo, uma vez que tais dimensões estruturam as condições sob as quais os sujeitos aprendem, ensinam e se constituem como cidadãos.
O objetivo central do livro é oferecer ao leitor, professores em formação, docentes em exercício, pesquisadores ou gestores educacionais um panorama que permita problematizar a formação docente.
O primeiro eixo temático que o livro contempla é a Formação de professores alfabetizadores e programas de formação docente, tais como o PIBID a RP e concentra reflexões relacionadas aos processos formativos de docentes e os efeitos de políticas públicas destinadas à alfabetização.
Exemplos de estudos que são trazidos nesta obra, estão o capítulo intitulado “Processos formativos dos alfabetizadores: indicações dos programas federais de formação de professores alfabetizadores”, de Denise Pollnow Heinz e Rosana Mara Koerner, que apresenta um mapeamento de iniciativas como PROFA, PNAIC, Tempo de Aprender e PIBID, evidenciando aproximações e distanciamentos entre os programas e a produção acadêmica da área.
Na mesma direção, trabalhos como “PIBID Alfabetização: reflexões sobre a formação docente e o ensino na educação básica”, de Ruth Vallente Moreira e Daniele Simões Borges, e “Leitura e escrita: vivências por meio do programa residência pedagógica”, de Emilly Eduarda Pugin de Amorim Ferreira e Gizeli Aparecida Ribeiro de Alencar, relatam experiências formativas vinculadas a programas federais, ressaltando o papel da inserção na escola básica como elemento fundamental para a construção de saberes docentes.
Ainda neste eixo, destacam-se “Alfabetização e letramento: desafios na formação docente para que a criança possa ser alfabetizada segundo uma lógica crítica” de Hellen Simões dos Santos, Rubiana Brasilio Santa Bárbara e Rita de Cássia Pizoli, e “Políticas públicas educacionais para formação do professor alfabetizador: uma revisão de literatura” de autoria de Elaine Cristina Barros Ropelato e Leziany Silveira Daniel, que discutem tanto os fundamentos teóricos quanto às disputas políticas que permeiam a formação de alfabetizadores.
Destacam-se ainda os capítulos sobre “Avaliação diagnóstica na alfabetização: um olhar a partir da prática pedagógica de uma pibidiana”, de Lehana Borges dos Santos e coautoras, mostra a importância da avaliação inicial como recurso para planejar intervenções adequadas.
Outros estudos enfatizam dimensões sócio-emocionais e culturais da alfabetização, como “O papel do professor alfabetizador no desenvolvimento da criança”, escrito por Raquel Zarpelon e coautores, que evidencia a mediação docente no desenvolvimento integral, “Afeto e emergência do discurso escrito na alfabetização” de autoria de Welessandra Aparecida Benfica e Victoria Wilson, que investiga a relação entre afetos e produção escrita e os benefícios do contato com a natureza na regulação emocional (Maria Eduarda Lopes Santiago e autores).
Também integram este eixo relatos de práticas inovadoras, como o uso de Recursos Educacionais Digitais (Rozangela Barbosa Cardoso e coautoras), a contação de histórias como estratégia de ensino (Denise Theisges e Ivanir Maciel), e a articulação entre literatura e alfabetização (Eduarda Aparecida Veres Paulus e coautoras).
Ao lado desses, os trabalhos como “Práticas de leitura literária na recomposição de aprendizagens” (Karina Kiviatkoski de Paula e Leziany Silveira Daniel), “Tecituras de uma prática de Incentivo à leitura” (Sibelly Martins Miranda Ana do Carmo Goulart Gonçalves) e “Desafios da alfabetização no contexto da diversidade” (Francismara Janaina Cordeiro de Oliveira e coautoras) reafirmam a centralidade do letramento literário e da inclusão educacional nos anos iniciais.
O segundo eixo norteador desta obra diz respeito à “Avaliação e currículo”, cujos estudos contemplam a avaliação e currículo, reconhecendo-os como dimensões indissociáveis.
O capítulo “A avaliação formativa no ensino de matemática: uma revisão de literatura” (Laura Carolina Aymoré Ferrandin e Emerson Rolkouski) analisa como essa perspectiva avaliativa tem sido desenvolvida em diferentes níveis da educação básica.
De modo complementar, “Avaliação pelos pares: um relato de experiência” (Gabriela Helena Geraldo Issa Mendes e coautores) e “A avaliação formativa como ferramenta para a autonomia do aluno: uma proposta de sala de aula invertida” (Felipe Rosso Novelli e coautores) apresentam metodologias inovadoras que colocam o estudante no centro do processo avaliativo.
No campo curricular, trabalhos como “A recontextualização das políticas curriculares na formação e atuação de professores de Ciências da Natureza” (Ronan Moura Franco e coautoras), “A contextualização é um indicador de integração?” (Felipe Gimenes Nunes e Viviane Maciel da Silva), “O discurso curricular sobre HIV e Aids: uma revisão sistemática da literatura” (Willian Mirapalheta Molina e coautores) e “O silêncio da educação ambiental frente à Base Nacional Comum Curricular” (Ana Carolina Zacarchuka de Freitas e coautoras) problematizam a forma como o currículo incorpora ou silencia temas e perspectivas essenciais à formação cidadã.
Por fim, o terceiro eixo trata de “Políticas educacionais e reformas curriculares” e congrega estudos voltados à análise crítica das políticas educacionais recentes.
Textos como “A racionalidade neoliberal no componente curricular Projeto de Vida no Ensino Médio” (Luiz Aparecido Alves de Souza), “Competências e pragmática neoliberal: uma análise das políticas curriculares no Brasil” (Mayra da Silva Cutruneo Ceschini e coautores) e “A influência do neotecnicismo na formação de professores no Brasil” (Katia Andrea Silva da Costa) discutem os impactos da racionalidade neoliberal sobre a educação, apontando para os riscos da mercantilização do ensino.
Na mesma direção crítica, “Políticas educacionais no Paraná: relatos de experiência na implementação do Novo Ensino Médio na Ilha dos Valadares” (Raquel Lucas Mendes de Andrade e coautores) evidencia as contradições da reforma em contextos locais, enquanto “Reflexões sobre o ensino de Física no ensino médio: contextos, políticas e realidades” (Jazz Ferreira da Rosa Martinez e Taniamara Vizzotto Chaves) problematiza a distância entre discursos normativos e realidades escolares.
Além disso, trabalhos como “A formação docente e o currículo na perspectiva decolonial a partir dos cursos de Pedagogia” (Jesiane Lutz de Carvalho e Henri Luiz Fuchs) e “Desafios e perspectivas da inclusão escolar” (Ester Cardoso de Moraes Galter) reforçam a necessidade de ampliar o debate sobre justiça social, diversidade e epistemologias não hegemônicas na educação.
Por fim, esse eixo traz dois outros capítulos que apontam para outros diálogos possíveis na escola (Willian Mirapalheta Molina e coautores) e uma discussão da temática que envolve Ciências da Natureza e BNCC (joão Vitor Soares e coautores).
O conjunto de estudos reunidos neste livro revela um campo de estudos em constante movimento, que dialoga com os dilemas da prática docente, com as disputas em torno das políticas educacionais e com os desafios da alfabetização e do letramento em uma sociedade plural e desigual.
A coletânea demonstra que a alfabetização não pode ser compreendida de forma restrita, mas deve ser pensada em articulação com políticas públicas, práticas avaliativas e currículos que expressem a diversidade cultural do país.
Ao reunir diferentes vozes, experiências e perspectivas teóricas, este livro contribui para fortalecer a formação de professores, subsidiar pesquisas acadêmicas e inspirar práticas pedagógicas comprometidas com a transformação social.
Em tempos de intensas mudanças educacionais e de tensionamentos políticos, a presente obra reafirma a centralidade da escola pública, da valorização docente e da construção coletiva de políticas que assegurem o direito à alfabetização plena e ao letramento crítico para todos os estudantes.

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