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Fatores de risco ambientais e leucemia linfoblástica aguda na infância

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Objetivos: Para veri car o papel dos riscos ambientais no processo de desenvolvimento da leucemia linfoblástica aguda (LLA) na infância. Materiais e métodos: realizou-se uma busca na literatura científica com o fim de avaliar o papel dos fatores de risco ambientais no desenvolvimento da leucemia linfoblástica aguda. Resultados: O papel do meio ambiente no desenvolvimento da LLA em crianças é desconhecido. A teoria de duas etapas proposto por Greaves, em 1988 é a hipótese mais aceitável. Um primeiro evento se produz “no útero” ou perto do momento do nascimento; esta mutação induz o desenvolvimento de clones pré-leucemia. Outro acontecimento, sucedido na infância precoce, se desenvolveria este primeiro clone de pré-leucemia em leucemia clínica. Com base nos eventos ambientais relacionados com outros tipos de leucemia e em outros estudos, alguns fatores de risco se têm proposto como a indução das mutações que conduzem a LLA infantil. Radiação (ionizante ou não), agentes infecciosos, e produtos químicos acredita-se que são responsáveis da doença. Nas últimas décadas, muitos autores tentaram encontrar uma associação entre estes fatores de risco e o desenvolvimento da LLA infantil. No entanto, os resultados não foram concludentes e inclusive contraditórios. A radiação ionizante é o único demonstrado desempenhar um papel no desenvolvimento da leucemia. Conclusão: Como a leucemia é uma doença que afeta às crianças, os custos desta patologia são altos quando se fala de dinheiro gasto para o diagnóstico e tratamento, e quando se pensa na carga social e psicológica. Tendo em conta a teoria proposta por Greaves, há pelo menos dois momentos quando o paciente deve evitar a exposição que conduz à leucemia. Pelo tanto, é muito importante encontrar o fator de risco real, ou fatores, que estão envolvidos no processo. 
Title: Fatores de risco ambientais e leucemia linfoblástica aguda na infância
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Objetivos: Para veri car o papel dos riscos ambientais no processo de desenvolvimento da leucemia linfoblástica aguda (LLA) na infância.
Materiais e métodos: realizou-se uma busca na literatura científica com o fim de avaliar o papel dos fatores de risco ambientais no desenvolvimento da leucemia linfoblástica aguda.
Resultados: O papel do meio ambiente no desenvolvimento da LLA em crianças é desconhecido.
A teoria de duas etapas proposto por Greaves, em 1988 é a hipótese mais aceitável.
Um primeiro evento se produz “no útero” ou perto do momento do nascimento; esta mutação induz o desenvolvimento de clones pré-leucemia.
Outro acontecimento, sucedido na infância precoce, se desenvolveria este primeiro clone de pré-leucemia em leucemia clínica.
Com base nos eventos ambientais relacionados com outros tipos de leucemia e em outros estudos, alguns fatores de risco se têm proposto como a indução das mutações que conduzem a LLA infantil.
Radiação (ionizante ou não), agentes infecciosos, e produtos químicos acredita-se que são responsáveis da doença.
Nas últimas décadas, muitos autores tentaram encontrar uma associação entre estes fatores de risco e o desenvolvimento da LLA infantil.
No entanto, os resultados não foram concludentes e inclusive contraditórios.
A radiação ionizante é o único demonstrado desempenhar um papel no desenvolvimento da leucemia.
Conclusão: Como a leucemia é uma doença que afeta às crianças, os custos desta patologia são altos quando se fala de dinheiro gasto para o diagnóstico e tratamento, e quando se pensa na carga social e psicológica.
Tendo em conta a teoria proposta por Greaves, há pelo menos dois momentos quando o paciente deve evitar a exposição que conduz à leucemia.
Pelo tanto, é muito importante encontrar o fator de risco real, ou fatores, que estão envolvidos no processo.
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