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Estimativa da área basal utilizando metodologia de área fixa e variável num fragmento florestal no semiárido Piauiense
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Este estudo teve como objetivo estimar a área basal em um fragmento florestal localizado no município de Cristino Castro, Piauí. Para isso, foram utilizadas duas metodologias: o método de área variável, utilizando a barra de Bitterlich com diferentes valores do fator K (T1 = 4,232; T2 = 3,038; T3 = 1,871; T4 = 1,282; T5 = 0,484 e T6 = 0,122) e o método de área fixa com um inventário florestal de parcelas quadrangulares (30 m x 30 m). Uma análise de variância dos erros entre os métodos foi conduzida à 95% de probabilidade de acerto. Os resultados mostraram diferenças estatísticas entre os erros dos tratamentos T2 e T4. A estimativa da área basal média pelo método da área fixa foi de 17,4 m²ha-1. O fator que proporcionou o melhor resultado foi o T4 (barra com abertura de 1,585 cm), com um erro médio de 27%. A maior diferença entre a área basal estimada pelo método de área fixa e variável foi de 22,4 m²ha-1 (T1). Portanto, para praticidade na amostragem florestal, o uso da barra de Bitterlich pode ser empregado, levando em consideração o fator K para menores erros de amostragem e um aumento nos pontos de amostragem.
Palavras-chave: Relascópio de Bitterlich, Manejo Florestal, Inventário Florestal, Caatinga
Agropecuaria Cientifica no Semiarido
Title: Estimativa da área basal utilizando metodologia de área fixa e variável num fragmento florestal no semiárido Piauiense
Description:
Este estudo teve como objetivo estimar a área basal em um fragmento florestal localizado no município de Cristino Castro, Piauí.
Para isso, foram utilizadas duas metodologias: o método de área variável, utilizando a barra de Bitterlich com diferentes valores do fator K (T1 = 4,232; T2 = 3,038; T3 = 1,871; T4 = 1,282; T5 = 0,484 e T6 = 0,122) e o método de área fixa com um inventário florestal de parcelas quadrangulares (30 m x 30 m).
Uma análise de variância dos erros entre os métodos foi conduzida à 95% de probabilidade de acerto.
Os resultados mostraram diferenças estatísticas entre os erros dos tratamentos T2 e T4.
A estimativa da área basal média pelo método da área fixa foi de 17,4 m²ha-1.
O fator que proporcionou o melhor resultado foi o T4 (barra com abertura de 1,585 cm), com um erro médio de 27%.
A maior diferença entre a área basal estimada pelo método de área fixa e variável foi de 22,4 m²ha-1 (T1).
Portanto, para praticidade na amostragem florestal, o uso da barra de Bitterlich pode ser empregado, levando em consideração o fator K para menores erros de amostragem e um aumento nos pontos de amostragem.
Palavras-chave: Relascópio de Bitterlich, Manejo Florestal, Inventário Florestal, Caatinga.
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