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REVISÃO DA LITERATURA: TRATAMENTO PALIATIVO PARA CASOS ONCOLÓGICOS
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Introdução: Dentro da área médica, as intervenções psicossociais são negligenciadas, entretanto esse método é necessário para o tratamento paliativo de indivíduos diagnosticados com câncer. Nesse viés, é importante trabalhar em cima de práticas humanizadas, a fim de proporcionar medidas que garantam o final da vida com dignidade. Em segunda vertente, a equipe de saúde deve estar preparada para receber os doentes e seus familiares. Objetivo: Nesse sentido, o presente trabalho tem como objetivo apresentar o tratamento paliativo em casos oncológicos e a relação dos funcionários da saúde. Material e métodos: Outrossim, como técnica metodológica foi realizado estudo sistemático da literatura científica, na qual a pesquisa se embasou nos materiais da SciELO e PubMED, utilizando-se as palavras-chaves: tratamento paliativo, câncer, efeitos, soluções. Resultados: Em primeiro lugar, uma pesquisa realizada no Hospital Oncológico do Paraná, revelou que o perfil socioeconômico e clínico dos pacientes que iniciaram a terapia paliativa de modo tardio foram predominantemente em mulheres de baixa-renda. Nesse sentido, essas pessoas tiveram acesso muito tardio às medidas cabíveis, em vista de uma privação socioeconômica. Diante das conjecturas, é perceptível que o diagnóstico precoce não é garantido a todos habitantes, ferindo até o direito de igualdade constitucional. Em segunda análise, para facilitar o acesso coerente aos diagnósticos a OMS criou uma escala de quatro degraus, a qual utiliza analgésicos AINE, opioides e procedimentos intervencionistas. Todavia, apesar desses esforços, cerca de 10 a 30% dos pacientes obtiveram analgesia inadequada. Vale ressaltar que um dos fatores que impossibilitam a ampliação do tratamentos paliativo é que em apenas 37% dos casos os médicos oferecem divulgação franca das chances de sobrevida dos pacientes com câncer terminal, então, prejudicando a oferta precoce de técnicas paliativas. Essa relutância dos médicos deve se ao medo de causar ainda mais sofrimento aos pacientes. Conclusão: Em suma, essa terapêutica a auxilia na qualidade de vida do paciente. Desse modo, é necessária uma capacitação dos profissionais da saúde para que realizem escuta ativa, a fim de oferecer mais esperança e conforto para os indivíduos. Além disso, cabe ao governo promover projetos para que os tratamentos paliativos sejam garantidos à toda nação.
Title: REVISÃO DA LITERATURA: TRATAMENTO PALIATIVO PARA CASOS ONCOLÓGICOS
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Introdução: Dentro da área médica, as intervenções psicossociais são negligenciadas, entretanto esse método é necessário para o tratamento paliativo de indivíduos diagnosticados com câncer.
Nesse viés, é importante trabalhar em cima de práticas humanizadas, a fim de proporcionar medidas que garantam o final da vida com dignidade.
Em segunda vertente, a equipe de saúde deve estar preparada para receber os doentes e seus familiares.
Objetivo: Nesse sentido, o presente trabalho tem como objetivo apresentar o tratamento paliativo em casos oncológicos e a relação dos funcionários da saúde.
Material e métodos: Outrossim, como técnica metodológica foi realizado estudo sistemático da literatura científica, na qual a pesquisa se embasou nos materiais da SciELO e PubMED, utilizando-se as palavras-chaves: tratamento paliativo, câncer, efeitos, soluções.
Resultados: Em primeiro lugar, uma pesquisa realizada no Hospital Oncológico do Paraná, revelou que o perfil socioeconômico e clínico dos pacientes que iniciaram a terapia paliativa de modo tardio foram predominantemente em mulheres de baixa-renda.
Nesse sentido, essas pessoas tiveram acesso muito tardio às medidas cabíveis, em vista de uma privação socioeconômica.
Diante das conjecturas, é perceptível que o diagnóstico precoce não é garantido a todos habitantes, ferindo até o direito de igualdade constitucional.
Em segunda análise, para facilitar o acesso coerente aos diagnósticos a OMS criou uma escala de quatro degraus, a qual utiliza analgésicos AINE, opioides e procedimentos intervencionistas.
Todavia, apesar desses esforços, cerca de 10 a 30% dos pacientes obtiveram analgesia inadequada.
Vale ressaltar que um dos fatores que impossibilitam a ampliação do tratamentos paliativo é que em apenas 37% dos casos os médicos oferecem divulgação franca das chances de sobrevida dos pacientes com câncer terminal, então, prejudicando a oferta precoce de técnicas paliativas.
Essa relutância dos médicos deve se ao medo de causar ainda mais sofrimento aos pacientes.
Conclusão: Em suma, essa terapêutica a auxilia na qualidade de vida do paciente.
Desse modo, é necessária uma capacitação dos profissionais da saúde para que realizem escuta ativa, a fim de oferecer mais esperança e conforto para os indivíduos.
Além disso, cabe ao governo promover projetos para que os tratamentos paliativos sejam garantidos à toda nação.
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