Javascript must be enabled to continue!
OBSERVANDO O RISCO DE INSTALAÇÃO DE COLAR CERVICAL DE FORMA INCORRETA
View through CrossRef
Traumas e lesões que atingem a coluna vertebral podem vir a lesionar a medula espinal que ao invés da coluna e vertebras não é esquelética, mas sim um tecido nervoso que transmite os impulsos do cérebro ao restante do corpo. O objetivo deste trabalho foi encontrar riscos na utilização do colar cervical em vítimas de trauma, utilizando metodologia de revisão bibliográfica qualitativa e exploratória buscando informações com os descritores: Colar cervical em trauma; lesão raquimedular; posicionamento de colar cevical em APH; riscos do uso do colar cervical em APH. Em ambientes de Atendimento Pré-Hospitalar (APH) nos casos de vítimas de trauma ou politrauma necessita de um grande cuidado com as lesões raquimedulares (lesões causadas por fatores externos na coluna vertebral) utilizando dispositivos e equipamentos de imobilização como o colar cervical. O colar envolve o pescoço totalmente restringindo o movimento axial e somado ao uso de outros equipamentos imobilizadores e de restrição de movimento protegem a vítima de gerar lesões na artéria vertebral e outros distúrbios da mobilidade da coluna que podem causar dor, diminuição de movimentos e trauma raquimedular. Em casos em que não há necessidade do colar cervical ou uso inadequado e de tamanho inapropriado pode causar lesões no paciente assim como dor, úlceras, desconforto respiratório, broncosapirações, compressão das veias jugulares, piora da pressão intracraniana (PIC) e etc. Estão sendo realizados estudos para compreender o aumento de lesões e piora do quadro das vítimas durante o uso do colar já que devido ao mal uso pode exacerbar as lesões medulares ao invés de ajudar entre outras consequências. O uso do colar cervical é benéfico em grande parte dos atendimentos a trauma em APH, mas o seu uso indiscriminado, isto é, usá-lo de forma abrangente em todos os atendimentos sem avaliar a necessidade ou consequência podem causar efeitos adversos ao paciente, como piora da condição do paciente, lesões na coluna e medula vertebral gerando um enorme desconforto ao paciente e até o óbito que poderia ser evitado, assim como despesas desnecessárias ao município ou instituições. Diversos sistemas de saúde e instituições descrevem protocolos de uso do colar e devem ser seguidos para evitar danos ao paciente mesmo em ambiente APH que a situação pode fugir do controle.
Uniandrade Centro Universitario Campos de Andrade
Title: OBSERVANDO O RISCO DE INSTALAÇÃO DE COLAR CERVICAL DE FORMA INCORRETA
Description:
Traumas e lesões que atingem a coluna vertebral podem vir a lesionar a medula espinal que ao invés da coluna e vertebras não é esquelética, mas sim um tecido nervoso que transmite os impulsos do cérebro ao restante do corpo.
O objetivo deste trabalho foi encontrar riscos na utilização do colar cervical em vítimas de trauma, utilizando metodologia de revisão bibliográfica qualitativa e exploratória buscando informações com os descritores: Colar cervical em trauma; lesão raquimedular; posicionamento de colar cevical em APH; riscos do uso do colar cervical em APH.
Em ambientes de Atendimento Pré-Hospitalar (APH) nos casos de vítimas de trauma ou politrauma necessita de um grande cuidado com as lesões raquimedulares (lesões causadas por fatores externos na coluna vertebral) utilizando dispositivos e equipamentos de imobilização como o colar cervical.
O colar envolve o pescoço totalmente restringindo o movimento axial e somado ao uso de outros equipamentos imobilizadores e de restrição de movimento protegem a vítima de gerar lesões na artéria vertebral e outros distúrbios da mobilidade da coluna que podem causar dor, diminuição de movimentos e trauma raquimedular.
Em casos em que não há necessidade do colar cervical ou uso inadequado e de tamanho inapropriado pode causar lesões no paciente assim como dor, úlceras, desconforto respiratório, broncosapirações, compressão das veias jugulares, piora da pressão intracraniana (PIC) e etc.
Estão sendo realizados estudos para compreender o aumento de lesões e piora do quadro das vítimas durante o uso do colar já que devido ao mal uso pode exacerbar as lesões medulares ao invés de ajudar entre outras consequências.
O uso do colar cervical é benéfico em grande parte dos atendimentos a trauma em APH, mas o seu uso indiscriminado, isto é, usá-lo de forma abrangente em todos os atendimentos sem avaliar a necessidade ou consequência podem causar efeitos adversos ao paciente, como piora da condição do paciente, lesões na coluna e medula vertebral gerando um enorme desconforto ao paciente e até o óbito que poderia ser evitado, assim como despesas desnecessárias ao município ou instituições.
Diversos sistemas de saúde e instituições descrevem protocolos de uso do colar e devem ser seguidos para evitar danos ao paciente mesmo em ambiente APH que a situação pode fugir do controle.
Related Results
PREVENÇÃO DA TROMBOSE VENOSA PROFUNDA NA GRAVIDEZ PELA ENFERMAGEM NA APS
PREVENÇÃO DA TROMBOSE VENOSA PROFUNDA NA GRAVIDEZ PELA ENFERMAGEM NA APS
PREVENÇÃO DA TROMBOSE VENOSA PROFUNDA NA GRAVIDEZ PELA ENFERMAGEM NA APS
Danilo Hudson Vieira de Souza1
Priscilla Bárbara Campos
Daniel dos Santos Fernandes
RESUMO
A gravidez ...
Cervical cancer screening utilization and predictors among eligible women in Ethiopia: A systematic review and meta-analysis
Cervical cancer screening utilization and predictors among eligible women in Ethiopia: A systematic review and meta-analysis
BackgroundDespite a remarkable progress in the reduction of global rate of maternal mortality, cervical cancer has been identified as the leading cause of maternal morbidity and mo...
Cervical Cancer or Cervical Endometriosis – Review and Case Report
Cervical Cancer or Cervical Endometriosis – Review and Case Report
According to cancer death rates for women worldwide, this form of cancer ranks fourth after breast, bronchopulmonary, and colorectal cancer, affecting around 570,000 women annually...
Efficacy of cervical pessary versus cervical cerclage in preventing spontaneous preterm birth: a meta-analysis
Efficacy of cervical pessary versus cervical cerclage in preventing spontaneous preterm birth: a meta-analysis
Backgroud: The clinical efficacy and safety of cervical pessary versus
cervical cerclage in preventing spontaneous preterm birth remain
uncertain. Objectives: To systematically rev...
The Women Who Fear the Unknown: Potential Drivers of the Cervical Cancer Epidemic in Rural Nigeria
The Women Who Fear the Unknown: Potential Drivers of the Cervical Cancer Epidemic in Rural Nigeria
Background: Visual inspection of the cervix under acetic acid is the most cost-effective method for the control of cervical cancer in sub-Saharan Africa. The region bears about 90%...
Prevention of Cervical Stenosis After Cervical Conization Using a Nelaton Catheter: A Retrospective Analysis of 556 Cases
Prevention of Cervical Stenosis After Cervical Conization Using a Nelaton Catheter: A Retrospective Analysis of 556 Cases
Objective: This study aimed to investigate 1) the incidence of and risk factors for cervical stenosis, and 2)
the ability of prophylactic catheter insertion to prevent the cervical...
Uptake and determinants of cervical cancer prevention services among female college students in Kenya: A cross-sectional survey
Uptake and determinants of cervical cancer prevention services among female college students in Kenya: A cross-sectional survey
Abstract
Introduction
Cervical cancer is the leading cause of cancer death in women in low- and middle-income countries. In Ken...
C/EBPβ expression decreases in cervical cancer and leads to tumorigenesis
C/EBPβ expression decreases in cervical cancer and leads to tumorigenesis
Abstract
Background
Cervical cancer is currently estimated to be the fourth most common cancer among women worldwide and the leading cause of cancer...

