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FISIOTERAPIA E ARBOVIROSES:
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Introdução: As arboviroses são doenças virais transmitidas por artrópodes contaminados, principalmente mosquitos, como o Aedes, Culex, Anopheles, podendo gerar desde os sintomas mais leves até quadros mais graves [1]. No Brasil, dengue, zika, Chikungunya e febre amarela são as mais incidentes, com surtos frequentes devido ao Aedes Aegypti. A urbanização desordenada, o saneamento precário e as mudanças climáticas avorecem a proliferação do vetor e tornam o controle mais difícil [2]. A fisioterapia surge como componente essencial do cuidado em arbovirose, especialmente na fase crônica da Chikungunya, onde intervenções como exercícios resistidos, terapia manual e hidroterapia são recomendados para reduzir a dor, restaurar mobilidade articular e melhorar a capacidade funcional [3]. Objetivo: Avaliar as técnicas de fisioterapia em casos de arboviroses, compreender como afetam a função física e a qualidade de vida do paciente, bem como atuação da fisioterapia no contexto da Saúde Pública. Metodologia: Trata-se de um trabalho de caráter descritivo e qualitativo, elaborado a partir de pesquisas bibliográficas nas bases SciELO, Google acadêmico e sites oficiais do Ministério da Saúde onde foram usados os descritores “Arbovirose, abordagens fisioterapêuticas, saúde coletiva”. Após a leitura exploratória e análise temática, os dados foram organizados em categorias relacionadas às abordagens fisioterapêuticas e seus impactos. Resultados: A intervenção fisioterapêutica pode reduzir significativamente a dor e melhorar a qualidade de vida de indivíduos acometidos por arboviroses. O tratamento favorece a recuperação da capacidade funcional, ampliando a participação em atividades de vida diária e social, o que reforça a relevância da fisioterapia no cuidado integral desses pacientes [4]. Conclusão: Conclui-se que a fisioterapia desempenha um papel fundamental no manejo das sequelas decorrentes das arboviroses, especialmente nos casos de dor persistente e limitações funcionais. As intervenções fisioterapêuticas demonstram potencial para reduzir sintomas, melhorar a mobilidade, favorecer o desempenho nas atividades de vida diárias e sociais, contribuindo para a qualidade de vida e autonomia dos indivíduos acometidos.
Palavras-chave: Arbovirose; fisioterapia; qualidade de vida.
Uniandrade Centro Universitario Campos de Andrade
Title: FISIOTERAPIA E ARBOVIROSES:
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Introdução: As arboviroses são doenças virais transmitidas por artrópodes contaminados, principalmente mosquitos, como o Aedes, Culex, Anopheles, podendo gerar desde os sintomas mais leves até quadros mais graves [1].
No Brasil, dengue, zika, Chikungunya e febre amarela são as mais incidentes, com surtos frequentes devido ao Aedes Aegypti.
A urbanização desordenada, o saneamento precário e as mudanças climáticas avorecem a proliferação do vetor e tornam o controle mais difícil [2].
A fisioterapia surge como componente essencial do cuidado em arbovirose, especialmente na fase crônica da Chikungunya, onde intervenções como exercícios resistidos, terapia manual e hidroterapia são recomendados para reduzir a dor, restaurar mobilidade articular e melhorar a capacidade funcional [3].
Objetivo: Avaliar as técnicas de fisioterapia em casos de arboviroses, compreender como afetam a função física e a qualidade de vida do paciente, bem como atuação da fisioterapia no contexto da Saúde Pública.
Metodologia: Trata-se de um trabalho de caráter descritivo e qualitativo, elaborado a partir de pesquisas bibliográficas nas bases SciELO, Google acadêmico e sites oficiais do Ministério da Saúde onde foram usados os descritores “Arbovirose, abordagens fisioterapêuticas, saúde coletiva”.
Após a leitura exploratória e análise temática, os dados foram organizados em categorias relacionadas às abordagens fisioterapêuticas e seus impactos.
Resultados: A intervenção fisioterapêutica pode reduzir significativamente a dor e melhorar a qualidade de vida de indivíduos acometidos por arboviroses.
O tratamento favorece a recuperação da capacidade funcional, ampliando a participação em atividades de vida diária e social, o que reforça a relevância da fisioterapia no cuidado integral desses pacientes [4].
Conclusão: Conclui-se que a fisioterapia desempenha um papel fundamental no manejo das sequelas decorrentes das arboviroses, especialmente nos casos de dor persistente e limitações funcionais.
As intervenções fisioterapêuticas demonstram potencial para reduzir sintomas, melhorar a mobilidade, favorecer o desempenho nas atividades de vida diárias e sociais, contribuindo para a qualidade de vida e autonomia dos indivíduos acometidos.
Palavras-chave: Arbovirose; fisioterapia; qualidade de vida.
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