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Do labirinto ao Anjo
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Este artigo oferece uma análise crítica da obra pioneira de Maria Klonaris e Katerina Thomadaki, com foco nos seus ciclos Double Labyrinthe e Le Cycle de l’Ange. Através de um enquadramento crítico feminista e pós-humanista, examina como as artistas subvertem as narrativas dominantes sobre o corpo, a identidade e a tecnologia; centralizando a sua prática enquanto desafio radical ao binarismo de género e às estruturas patriarcais da representação. A análise de Double Labyrinthe destaca o seu conceito de cinema corporal como um acto político, onde o corpo feminino recupera a sua agência do olhar masculino através da autorrepresentação ritualística. Subsequentemente, Le Cycle de l’Ange é explorado como uma meditação profunda sobre a identidade não-normativa, empregando a figura do anjo Intersexo para desmantelar categorias fixas de sexo e género e propor uma subjetividade em constante e fluida transformação. O uso Inovador de tecnologias analógicas e digitais emergentes é apresentado enquanto ferramenta crucial para essa desconstrução. O artigo posiciona a obra de Klonaris e Thomadaki como um precursor vital da arte feminista digital contemporânea, demonstrando a sua relevância para os debates sobre a corporização pós-humana e as políticas da identidade.
Title: Do labirinto ao Anjo
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Este artigo oferece uma análise crítica da obra pioneira de Maria Klonaris e Katerina Thomadaki, com foco nos seus ciclos Double Labyrinthe e Le Cycle de l’Ange.
Através de um enquadramento crítico feminista e pós-humanista, examina como as artistas subvertem as narrativas dominantes sobre o corpo, a identidade e a tecnologia; centralizando a sua prática enquanto desafio radical ao binarismo de género e às estruturas patriarcais da representação.
A análise de Double Labyrinthe destaca o seu conceito de cinema corporal como um acto político, onde o corpo feminino recupera a sua agência do olhar masculino através da autorrepresentação ritualística.
Subsequentemente, Le Cycle de l’Ange é explorado como uma meditação profunda sobre a identidade não-normativa, empregando a figura do anjo Intersexo para desmantelar categorias fixas de sexo e género e propor uma subjetividade em constante e fluida transformação.
O uso Inovador de tecnologias analógicas e digitais emergentes é apresentado enquanto ferramenta crucial para essa desconstrução.
O artigo posiciona a obra de Klonaris e Thomadaki como um precursor vital da arte feminista digital contemporânea, demonstrando a sua relevância para os debates sobre a corporização pós-humana e as políticas da identidade.
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