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A produção dramática de Agustina Bessa-Luís: percursos, errâncias e reconfigurações
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Resumo: Procurar-se-á refletir sobre a escrita dramatúrgica de Agustina Bessa-Luís, com particular ênfase para Estados eróticos imediatos de Søren Kierkegaard (1992), O Tempo de Ceide (1994) e Garrett, o eremita do Chiado (1998). Trata-se de uma tríade coesa que convoca figuras relevantes do panorama literário e cultural de Oitocentos, como o filósofo dinamarquês Søren Kierkegaard (1813-1855) e os escritores portugueses Camilo Castelo Branco (1825-1890) e Almeida Garrett (1799-1854). Regra geral, são vozes marcadas quer pela parateatralidade e pelo excesso, quer pela disforia ou pela errância. Interessa destacar, nestas propostas dramáticas, o modo como a autora conjuga o intertexto da vida e o intertexto da ficção, observando percursos existenciais problemáticos, reconfigurando identidades, propondo um olhar renovado sobre as figuras que ocupam a centralidade da sua produção teatral.
Palavras-chave: Agustina, teatro, polifonia, intertexto(s), percurso(s), reconfigurações
Title: A produção dramática de Agustina Bessa-Luís: percursos, errâncias e reconfigurações
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Resumo: Procurar-se-á refletir sobre a escrita dramatúrgica de Agustina Bessa-Luís, com particular ênfase para Estados eróticos imediatos de Søren Kierkegaard (1992), O Tempo de Ceide (1994) e Garrett, o eremita do Chiado (1998).
Trata-se de uma tríade coesa que convoca figuras relevantes do panorama literário e cultural de Oitocentos, como o filósofo dinamarquês Søren Kierkegaard (1813-1855) e os escritores portugueses Camilo Castelo Branco (1825-1890) e Almeida Garrett (1799-1854).
Regra geral, são vozes marcadas quer pela parateatralidade e pelo excesso, quer pela disforia ou pela errância.
Interessa destacar, nestas propostas dramáticas, o modo como a autora conjuga o intertexto da vida e o intertexto da ficção, observando percursos existenciais problemáticos, reconfigurando identidades, propondo um olhar renovado sobre as figuras que ocupam a centralidade da sua produção teatral.
Palavras-chave: Agustina, teatro, polifonia, intertexto(s), percurso(s), reconfigurações.
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