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IDOSOS EM TRATAMENTO HEMODIALÍTICO: PERFIL SOCIOECONÔMICO E DE SAÚDE

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Introdução: A Doença Renal Crônica (DRC) destaca-se como preocupante principalmente para os idosos. Objetivo: Apresentar o perfil socioeconômico e de saúde de idosos com DRC em tratamento hemodialítico. Métodos: Estudo de caso exploratório único, desenvolvido com idosos em uma clínica de tratamento dialítico do sul do Brasil, em 2019. Resultados: Participaram da pesquisa 13 idosos, sendo nove mulheres (60 a 78 anos), a maioria casada, branca, aposentada, com renda de até um salário mínimo e quatro anos de estudo. O tempo de diagnóstico e tratamento da DRC oscilou de menos de um ano a treze anos. A maioria referiu sustentar mais de uma pessoa. As comorbidades mais prevalentes foram HAS e DM, assim como percepções de saúde regular e de memória boa. O uso de mais de um medicamento contínuo foi predominante. Em relação ao tabagismo, majoritariamente os idosos fumam ou fumaram. Quanto à nutrição, a maioria não faz uso do sódio na alimentação. Em relação à hidratação, o consumo varia entre nenhum a três copos de líquidos por dia. A maioria referiu hábitos de vida sedentários e houve relatos de procura pelo serviço de saúde nos últimos três meses. Conclusão: Conhecer o perfil socioeconômico e de saúde dos idosos que realizam hemodiálise é relevante para projeção das políticas públicas direcionadas; planejamento das ações de saúde locais; monitorar a prevalência de casos; reforçar a importância da hemodiálise gratuita; e possibilitar estabelecimento do plano de cuidados de enfermagem holístico e qualificado.
Title: IDOSOS EM TRATAMENTO HEMODIALÍTICO: PERFIL SOCIOECONÔMICO E DE SAÚDE
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Introdução: A Doença Renal Crônica (DRC) destaca-se como preocupante principalmente para os idosos.
Objetivo: Apresentar o perfil socioeconômico e de saúde de idosos com DRC em tratamento hemodialítico.
Métodos: Estudo de caso exploratório único, desenvolvido com idosos em uma clínica de tratamento dialítico do sul do Brasil, em 2019.
Resultados: Participaram da pesquisa 13 idosos, sendo nove mulheres (60 a 78 anos), a maioria casada, branca, aposentada, com renda de até um salário mínimo e quatro anos de estudo.
O tempo de diagnóstico e tratamento da DRC oscilou de menos de um ano a treze anos.
A maioria referiu sustentar mais de uma pessoa.
As comorbidades mais prevalentes foram HAS e DM, assim como percepções de saúde regular e de memória boa.
O uso de mais de um medicamento contínuo foi predominante.
Em relação ao tabagismo, majoritariamente os idosos fumam ou fumaram.
Quanto à nutrição, a maioria não faz uso do sódio na alimentação.
Em relação à hidratação, o consumo varia entre nenhum a três copos de líquidos por dia.
A maioria referiu hábitos de vida sedentários e houve relatos de procura pelo serviço de saúde nos últimos três meses.
Conclusão: Conhecer o perfil socioeconômico e de saúde dos idosos que realizam hemodiálise é relevante para projeção das políticas públicas direcionadas; planejamento das ações de saúde locais; monitorar a prevalência de casos; reforçar a importância da hemodiálise gratuita; e possibilitar estabelecimento do plano de cuidados de enfermagem holístico e qualificado.

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