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VIABILIDADE E MORTALIDADE EM RECÉM-NASCIDOS PREMATUROS DE GESTANTES COM RUPTURA PREMATURA DE MEMBRANAS EM UMA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA NEONATAL
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Introdução: A prematuridade representa uma das principais causas de mortalidade neonatal, especialmente entre recém-nascidos com ruptura prematura de membranas ovulares (RPMO), condição que agrava os riscos perinatais. Compreender os fatores associados à viabilidade e mortalidade desses neonatos é essencial para aprimorar os cuidados intensivos neonatais. Objetivo: Descrever a prevalência de internações e os desfechos perinatais de gestantes diagnosticadas com amniorrexe prematura. Método: Estudo descritivo, transversal e retrospectivo com abordagem quantitativa, realizado por meio da análise de 214 prontuários de gestantes com diagnóstico de RPMO e seus recém-nascidos prematuros internados em uma maternidade pública de Joinville - SC, entre 2021 e 2023. Foram coletados dados maternos, perinatais e neonatais, com análise estatística descritiva e inferencial. Resultados: A maioria das gestantes era multípara (63%) e apresentava gestação única (94%). Os principais fatores de risco maternos foram infecções do trato urinário (39%), diabetes mellitus gestacional (22%) e cirurgias pélvicas anteriores (21%). Entre os neonatos, 51% necessitaram de internação em unidade de terapia intensiva neonatal, 49% passaram por reanimação ao nascimento. O suporte ventilatório não invasivo foi necessário em 39% dos casos. A taxa de óbito neonatal foi de 3,5%. Conclusão: A RPMO associada à prematuridade impacta negativamente os desfechos neonatais, sendo uma condição de alto risco que exige vigilância intensiva e protocolos bem definidos para minimizar a morbimortalidade. Estratégias baseadas em evidências, com foco na conduta expectante e cuidados intensivos neonatais, são essenciais para melhorar a viabilidade e o cuidado perinatal.
Title: VIABILIDADE E MORTALIDADE EM RECÉM-NASCIDOS PREMATUROS DE GESTANTES COM RUPTURA PREMATURA DE MEMBRANAS EM UMA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA NEONATAL
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Introdução: A prematuridade representa uma das principais causas de mortalidade neonatal, especialmente entre recém-nascidos com ruptura prematura de membranas ovulares (RPMO), condição que agrava os riscos perinatais.
Compreender os fatores associados à viabilidade e mortalidade desses neonatos é essencial para aprimorar os cuidados intensivos neonatais.
Objetivo: Descrever a prevalência de internações e os desfechos perinatais de gestantes diagnosticadas com amniorrexe prematura.
Método: Estudo descritivo, transversal e retrospectivo com abordagem quantitativa, realizado por meio da análise de 214 prontuários de gestantes com diagnóstico de RPMO e seus recém-nascidos prematuros internados em uma maternidade pública de Joinville - SC, entre 2021 e 2023.
Foram coletados dados maternos, perinatais e neonatais, com análise estatística descritiva e inferencial.
Resultados: A maioria das gestantes era multípara (63%) e apresentava gestação única (94%).
Os principais fatores de risco maternos foram infecções do trato urinário (39%), diabetes mellitus gestacional (22%) e cirurgias pélvicas anteriores (21%).
Entre os neonatos, 51% necessitaram de internação em unidade de terapia intensiva neonatal, 49% passaram por reanimação ao nascimento.
O suporte ventilatório não invasivo foi necessário em 39% dos casos.
A taxa de óbito neonatal foi de 3,5%.
Conclusão: A RPMO associada à prematuridade impacta negativamente os desfechos neonatais, sendo uma condição de alto risco que exige vigilância intensiva e protocolos bem definidos para minimizar a morbimortalidade.
Estratégias baseadas em evidências, com foco na conduta expectante e cuidados intensivos neonatais, são essenciais para melhorar a viabilidade e o cuidado perinatal.
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