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Agnes Waddell Chagas e os Estudos sobre Leishmanioses Visceral Americana (LVA) no Brasil, 1935-1940

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O artigo analisa a trajetória de Agnes Waddell Chagas em suas pesquisas sobre leishmaniose visceral no Brasil, uma enfermeira que coordenou pesquisas no Instituto de Patologia Experimental do Norte (IPEN), em Belém do Pará e no Instituto Oswaldo Cruz (IOC), no Rio de Janeiro, na área da medicina tropical, produzindo artigos científicos de impacto publicados nas esferas nacional e internacional. É apresentada a sua história a frente de pesquisas sobre doenças tropicais, em especial seus estudos que englobam saúde humana e meio ambiente na hipótese formulada sobre a leishmaniose visceral americana (LVA) e o seu vetor, o flebótomo, realizadas entre 1935 e 1940. A análise está ancorada em uma trajetória científica fundamentada em pesquisa documental original, envolvendo artigos publicados na época, além de documentos manuscritos, que contribuem para o desenvolvimento de estudos acerca da história das endemias no país e da trajetória de mulheres nas ciências do ponto de vista histórico. Os estudos de Agnes Waddell Chagas e seu marido Evandro Chagas sobre a leishmaniose visceral americana inaugurou debates não apenas sobre a possível existência de uma doença específica, como também de um agente etiológico específico, impactando também nos estudos sobre o vetor da leishmaniose no Brasil.
Title: Agnes Waddell Chagas e os Estudos sobre Leishmanioses Visceral Americana (LVA) no Brasil, 1935-1940
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O artigo analisa a trajetória de Agnes Waddell Chagas em suas pesquisas sobre leishmaniose visceral no Brasil, uma enfermeira que coordenou pesquisas no Instituto de Patologia Experimental do Norte (IPEN), em Belém do Pará e no Instituto Oswaldo Cruz (IOC), no Rio de Janeiro, na área da medicina tropical, produzindo artigos científicos de impacto publicados nas esferas nacional e internacional.
É apresentada a sua história a frente de pesquisas sobre doenças tropicais, em especial seus estudos que englobam saúde humana e meio ambiente na hipótese formulada sobre a leishmaniose visceral americana (LVA) e o seu vetor, o flebótomo, realizadas entre 1935 e 1940.
A análise está ancorada em uma trajetória científica fundamentada em pesquisa documental original, envolvendo artigos publicados na época, além de documentos manuscritos, que contribuem para o desenvolvimento de estudos acerca da história das endemias no país e da trajetória de mulheres nas ciências do ponto de vista histórico.
Os estudos de Agnes Waddell Chagas e seu marido Evandro Chagas sobre a leishmaniose visceral americana inaugurou debates não apenas sobre a possível existência de uma doença específica, como também de um agente etiológico específico, impactando também nos estudos sobre o vetor da leishmaniose no Brasil.

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