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Fatores de Risco Para o Desenvolvimento da Doença de Alzheimer: Uma Revisão
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A Doença de Alzheimer (DA) é uma das principais preocupações de saúde pública do nosso tempo, caracterizada por uma progressiva deterioração cognitiva que impacta significativamente a qualidade de vida dos afetados. A compreensão dos fatores que contribuem para o desenvolvimento da DA é essencial. Portanto, o artigo em questão tem como objetivo analisar quais os fatores de riscos relacionados ao desenvolvimento da DA. Trata-se de uma revisão bibliográfica cujo processo de seleção das fontes bibliográficas foi conduzido de maneira rigorosa, envolvendo a consulta de diversas bases de dados científicas, tais como SciELO, Medline, PubMed, Scopus e Web of Science, utilizando uma combinação de descritores relevantes, como "Alzheimer", "Fatores de Risco", "Prevenção", entre outros. A busca abrangeu artigos originais, revisões sistemáticas, meta-análises e ensaios clínicos, com foco em estudos publicados nos últimos 10 anos, em português, inglês e espanhol, para garantir a inclusão de informações atualizadas e relevantes. Diversos fatores são relatados como tendo associação com uma maior probabilidade de desenvolvimento de DA. Fatores genéticos são frequentemente mencionados, com diversas alterações genéticas associadas ao surgimento da doença. Além disso, mulheres desenvolvem DA mais frequentemente do que homens, o que pode ter associação com o perfil hormonal do sexo feminino, ou até mesmo com questões culturais e sociais. A idade também é um importante fator, já que com o envelhecimento, aumentam também as chances de desenvolver DA. Isso ocorre em associação à exposição prolongada a outros fatores de risco, como lesões cerebrais, transtornos psiquiátricos e estilo de vida, que envolve questões como alimentação precária, sedentarismo, tabagismo, baixo nível educacional e pouco estímulo cognitivo ao longo da vida. Mais estudos são necessários para definir, a longo prazo, estratégias eficazes para reduzir a prevalência de fatores de risco para o desenvolvimento da DA, objetivando a redução do impacto causado por esse transtorno neurodegenerativo.
Bioethics Archives, Management and Health
Title: Fatores de Risco Para o Desenvolvimento da Doença de Alzheimer: Uma Revisão
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A Doença de Alzheimer (DA) é uma das principais preocupações de saúde pública do nosso tempo, caracterizada por uma progressiva deterioração cognitiva que impacta significativamente a qualidade de vida dos afetados.
A compreensão dos fatores que contribuem para o desenvolvimento da DA é essencial.
Portanto, o artigo em questão tem como objetivo analisar quais os fatores de riscos relacionados ao desenvolvimento da DA.
Trata-se de uma revisão bibliográfica cujo processo de seleção das fontes bibliográficas foi conduzido de maneira rigorosa, envolvendo a consulta de diversas bases de dados científicas, tais como SciELO, Medline, PubMed, Scopus e Web of Science, utilizando uma combinação de descritores relevantes, como "Alzheimer", "Fatores de Risco", "Prevenção", entre outros.
A busca abrangeu artigos originais, revisões sistemáticas, meta-análises e ensaios clínicos, com foco em estudos publicados nos últimos 10 anos, em português, inglês e espanhol, para garantir a inclusão de informações atualizadas e relevantes.
Diversos fatores são relatados como tendo associação com uma maior probabilidade de desenvolvimento de DA.
Fatores genéticos são frequentemente mencionados, com diversas alterações genéticas associadas ao surgimento da doença.
Além disso, mulheres desenvolvem DA mais frequentemente do que homens, o que pode ter associação com o perfil hormonal do sexo feminino, ou até mesmo com questões culturais e sociais.
A idade também é um importante fator, já que com o envelhecimento, aumentam também as chances de desenvolver DA.
Isso ocorre em associação à exposição prolongada a outros fatores de risco, como lesões cerebrais, transtornos psiquiátricos e estilo de vida, que envolve questões como alimentação precária, sedentarismo, tabagismo, baixo nível educacional e pouco estímulo cognitivo ao longo da vida.
Mais estudos são necessários para definir, a longo prazo, estratégias eficazes para reduzir a prevalência de fatores de risco para o desenvolvimento da DA, objetivando a redução do impacto causado por esse transtorno neurodegenerativo.
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