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O CONHECIMENTO DE ADOLESCENTES SOBRE AS INFECÇÕES SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS
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Objetivo: Investigar o conhecimento de adolescentes sobre infecções sexualmente transmissíveis. Metodologia: Estudo
quantitativo com abordagem exploratória descritiva, realizado com 28 adolescentes de 14 a 18 anos da Escola Estadual
de Ensino Fundamental Barão de Cêrro Largo, em Rio Grande, no Rio Grande do Sul. A coleta de dados foi realizada
com um instrumento autoaplicável no segundo semestre de 2018. O instrumento continha questões de caracterização dos
participantes e sobre transmissão, sinais, sintomas e métodos de prevenção de infecções sexualmente transmissíveis. A
análise dos dados foi feita por meio de estatística descritiva, abordando a frequência das variáveis. A pesquisa seguiu os
princípios éticos da resolução 466/2012 do Conselho Nacional de Saúde e recebeu parecer favorável número 94/2018 do
Comitê de Ética em Pesquisa na Área de Saúde da Universidade Federal do Rio Grande. Como devolutiva à escola, foi
realizada uma atividade de educação em saúde. Resultados e Discussão: A pesquisa teve a participação de 28
adolescentes sendo a maioria (57,1%) do sexo feminino. A pesquisa evidenciou que os adolescentes possuem
conhecimentos limitados e, em muitos casos, superficiais sobre as infecções sexualmente transmissíveis. Embora a
maioria dos participantes tenha afirmado já ter recebido algum tipo de informação sobre sexo e infecções sexualmente
transmissíveis, principalmente da família e da escola, ainda há uma parcela significativa, 17,8%, que nunca teve acesso a
qualquer orientação sobre o tema. Esse dado ressalta a necessidade de reforçar e diversificar as fontes de informação
acessíveis aos jovens, garantindo que todos tenham o conhecimento necessário para a prevenção das infecções
sexualmente transmissíveis. Considerações Finais: O público estudado necessita de uma abordagem mais abrangente
sobre infecções sexualmente transmissíveis e os riscos associados às relações sexuais desprotegidas. A educação em saúde
deve ser intensificada tanto nos lares quanto nas escolas para melhorar o conhecimento dos adolescentes e promover
práticas sexuais seguras.
Title: O CONHECIMENTO DE ADOLESCENTES SOBRE AS INFECÇÕES SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS
Description:
Objetivo: Investigar o conhecimento de adolescentes sobre infecções sexualmente transmissíveis.
Metodologia: Estudo
quantitativo com abordagem exploratória descritiva, realizado com 28 adolescentes de 14 a 18 anos da Escola Estadual
de Ensino Fundamental Barão de Cêrro Largo, em Rio Grande, no Rio Grande do Sul.
A coleta de dados foi realizada
com um instrumento autoaplicável no segundo semestre de 2018.
O instrumento continha questões de caracterização dos
participantes e sobre transmissão, sinais, sintomas e métodos de prevenção de infecções sexualmente transmissíveis.
A
análise dos dados foi feita por meio de estatística descritiva, abordando a frequência das variáveis.
A pesquisa seguiu os
princípios éticos da resolução 466/2012 do Conselho Nacional de Saúde e recebeu parecer favorável número 94/2018 do
Comitê de Ética em Pesquisa na Área de Saúde da Universidade Federal do Rio Grande.
Como devolutiva à escola, foi
realizada uma atividade de educação em saúde.
Resultados e Discussão: A pesquisa teve a participação de 28
adolescentes sendo a maioria (57,1%) do sexo feminino.
A pesquisa evidenciou que os adolescentes possuem
conhecimentos limitados e, em muitos casos, superficiais sobre as infecções sexualmente transmissíveis.
Embora a
maioria dos participantes tenha afirmado já ter recebido algum tipo de informação sobre sexo e infecções sexualmente
transmissíveis, principalmente da família e da escola, ainda há uma parcela significativa, 17,8%, que nunca teve acesso a
qualquer orientação sobre o tema.
Esse dado ressalta a necessidade de reforçar e diversificar as fontes de informação
acessíveis aos jovens, garantindo que todos tenham o conhecimento necessário para a prevenção das infecções
sexualmente transmissíveis.
Considerações Finais: O público estudado necessita de uma abordagem mais abrangente
sobre infecções sexualmente transmissíveis e os riscos associados às relações sexuais desprotegidas.
A educação em saúde
deve ser intensificada tanto nos lares quanto nas escolas para melhorar o conhecimento dos adolescentes e promover
práticas sexuais seguras.
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