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FATORES DE RISCO E RESISTÊNCIA ANTIMICROBIANA EM INFECÇÕES RELACIONADAS À ASSISTÊNCIA À SAÚDE POR BACTÉRIAS GRAM-NEGATIVAS: UMA REVISÃO INTEGRATIVA
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RESUMO: Introdução: As infecções relacionadas à assistência à saúde (IRAS) causadas por bactérias gram-negativas constituem um desafio crescente em ambientes hospitalares, especialmente nas unidades de terapia intensiva (UTI). A resistência antimicrobiana associada a esses patógenos agrava o quadro clínico dos pacientes e dificulta o manejo terapêutico. Objetivo: Investigar como a literatura científica tem abordado os fatores de risco e a resistência antimicrobiana em infecções relacionadas à assistência à saúde causadas por bactérias gram-negativas, destacando a relevância da vigilância contínua e da implementação de protocolos de controle. Metodologia: Trata-se de uma revisão integrativa realizada nas bases SciELO, BVS, PubMed e Periódicos CAPES, com recorte temporal de 2020 a 2024, utilizando os descritores “Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde”, “Bactérias Gram-negativas” e “Fatores de Risco” com o operador booleano AND. Resultados e Discussão: A análise identificou fatores críticos como a ventilação mecânica prolongada, uso inadequado de antimicrobianos, permanência estendida em UTI, presença de dispositivos invasivos e imunossupressão, além da elevada prevalência de patógenos multirresistentes como Klebsiella pneumoniae, Pseudomonas aeruginosa e Acinetobacter baumannii. Foi enfatizada a importância de estratégias preventivas como a adesão à higienização das mãos, educação permanente dos profissionais de saúde e vigilância microbiológica constante, em conformidade com recomendações já estabelecidas na literatura. Conclusão: As IRAS por bactérias gram-negativas permanecem como um desafio significativo à segurança do paciente, destacando-se a necessidade urgente de ações eficazes de controle de infecções, uso racional de antimicrobianos e fortalecimento das políticas de prevenção nas instituições hospitalares, visando reduzir a morbimortalidade associada e melhorar a qualidade da assistência prestada.
Palavras-chave: Infecções Hospitalares; Bactérias Gram-Negativas; Resistência Antimicrobiana; Unidade De Terapia Intensiva; Controle De Infecções.
Title: FATORES DE RISCO E RESISTÊNCIA ANTIMICROBIANA EM INFECÇÕES RELACIONADAS À ASSISTÊNCIA À SAÚDE POR BACTÉRIAS GRAM-NEGATIVAS: UMA REVISÃO INTEGRATIVA
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RESUMO: Introdução: As infecções relacionadas à assistência à saúde (IRAS) causadas por bactérias gram-negativas constituem um desafio crescente em ambientes hospitalares, especialmente nas unidades de terapia intensiva (UTI).
A resistência antimicrobiana associada a esses patógenos agrava o quadro clínico dos pacientes e dificulta o manejo terapêutico.
Objetivo: Investigar como a literatura científica tem abordado os fatores de risco e a resistência antimicrobiana em infecções relacionadas à assistência à saúde causadas por bactérias gram-negativas, destacando a relevância da vigilância contínua e da implementação de protocolos de controle.
Metodologia: Trata-se de uma revisão integrativa realizada nas bases SciELO, BVS, PubMed e Periódicos CAPES, com recorte temporal de 2020 a 2024, utilizando os descritores “Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde”, “Bactérias Gram-negativas” e “Fatores de Risco” com o operador booleano AND.
Resultados e Discussão: A análise identificou fatores críticos como a ventilação mecânica prolongada, uso inadequado de antimicrobianos, permanência estendida em UTI, presença de dispositivos invasivos e imunossupressão, além da elevada prevalência de patógenos multirresistentes como Klebsiella pneumoniae, Pseudomonas aeruginosa e Acinetobacter baumannii.
Foi enfatizada a importância de estratégias preventivas como a adesão à higienização das mãos, educação permanente dos profissionais de saúde e vigilância microbiológica constante, em conformidade com recomendações já estabelecidas na literatura.
Conclusão: As IRAS por bactérias gram-negativas permanecem como um desafio significativo à segurança do paciente, destacando-se a necessidade urgente de ações eficazes de controle de infecções, uso racional de antimicrobianos e fortalecimento das políticas de prevenção nas instituições hospitalares, visando reduzir a morbimortalidade associada e melhorar a qualidade da assistência prestada.
Palavras-chave: Infecções Hospitalares; Bactérias Gram-Negativas; Resistência Antimicrobiana; Unidade De Terapia Intensiva; Controle De Infecções.
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