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Tratamento de sementes de milho com peróxido de hidrogênio: análise fisiológica e sanitária.
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A qualidade sanitária das sementes de milho (Zea mays L.) é um requisito que assume grande importância para a produção agrícola, uma vez que os microrganismos fitopatogênicos associados a elas poderão causar anomalias e lesões nas plantas, bem como a deterioração das sementes e a baixa produtividade. No entanto, os maiores danos são causados pela ação dos fungos durante o processo de germinação. Assim, objetivou-se com essa pesquisa analisar as sementes de milho no âmbito fisiológico e sanitário, submetidas a diferentes doses de peróxido de hidrogênio. As sementes de milho foram coletadas nos municípios de Camalaú -PB. Para o teste de sanidade, as sementes receberam os seguintes tratamentos: T1: testemunha (sementes não tratadas); T2: fungicida dicarboximida (240 g i.a./100 kg de sementes); T3, T4, T5, T6, T7 , T8, T9, T10: imersão das sementes em solução aquosa a 0,5; 1,0; 1,5; 2,0; 4,0; 6,0; 8,0 e 10,0% de peróxido de hidrogênio (H2O2) por cinco minutos, respectivamente. A quantidade total da solução utilizada (água destilada + peróxido de hidrogênio) foi de 100 mL para cada solução dos tratamentos. No teste de germinação foi utilizado os mesmos tratamentos descritos no teste de sanidade. O delineamento utilizado nos experimentos da análise sanitária e fisiológica foi o inteiramente casualizado (DIC). Realizou-se análise de regressão para os dados quantitativos com a significância dos modelos verificados pelo teste F (p ≤ 0,05). Foram identificados nas sementes de milho os seguintes fungos: Aspergillus flavus (34%), Aspergillus niger (14%), Penicillium sp. (20%), Cladosporium sp. (10%), Fusarium sp. (37%) e Colletotrichum sp. (4%). As concentrações de 4, 6, 8 e 10% do peróxido de hidrogênio foram eficientes na redução dos fungos: Aspergillus flavus, Aspergillus niger, Penicillium sp., Cladosporium sp., Fusarium sp. e Colletotrichum sp. Houve uma redução de 3% na germinação quando as sementes foram submetidas as concentrações de 6, 8 e 10% do peróxido de hidrogênio. O vigor das sementes de milho submetidas aos tratamentos foi 80,3%, considerado como vigor médio. A concentração de peróxido de hidrogênio a 4% foi eficiente na qualidade sanitária e fisiológica das sementes de milho.
Title: Tratamento de sementes de milho com peróxido de hidrogênio: análise fisiológica e sanitária.
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A qualidade sanitária das sementes de milho (Zea mays L.
) é um requisito que assume grande importância para a produção agrícola, uma vez que os microrganismos fitopatogênicos associados a elas poderão causar anomalias e lesões nas plantas, bem como a deterioração das sementes e a baixa produtividade.
No entanto, os maiores danos são causados pela ação dos fungos durante o processo de germinação.
Assim, objetivou-se com essa pesquisa analisar as sementes de milho no âmbito fisiológico e sanitário, submetidas a diferentes doses de peróxido de hidrogênio.
As sementes de milho foram coletadas nos municípios de Camalaú -PB.
Para o teste de sanidade, as sementes receberam os seguintes tratamentos: T1: testemunha (sementes não tratadas); T2: fungicida dicarboximida (240 g i.
a.
/100 kg de sementes); T3, T4, T5, T6, T7 , T8, T9, T10: imersão das sementes em solução aquosa a 0,5; 1,0; 1,5; 2,0; 4,0; 6,0; 8,0 e 10,0% de peróxido de hidrogênio (H2O2) por cinco minutos, respectivamente.
A quantidade total da solução utilizada (água destilada + peróxido de hidrogênio) foi de 100 mL para cada solução dos tratamentos.
No teste de germinação foi utilizado os mesmos tratamentos descritos no teste de sanidade.
O delineamento utilizado nos experimentos da análise sanitária e fisiológica foi o inteiramente casualizado (DIC).
Realizou-se análise de regressão para os dados quantitativos com a significância dos modelos verificados pelo teste F (p ≤ 0,05).
Foram identificados nas sementes de milho os seguintes fungos: Aspergillus flavus (34%), Aspergillus niger (14%), Penicillium sp.
(20%), Cladosporium sp.
(10%), Fusarium sp.
(37%) e Colletotrichum sp.
(4%).
As concentrações de 4, 6, 8 e 10% do peróxido de hidrogênio foram eficientes na redução dos fungos: Aspergillus flavus, Aspergillus niger, Penicillium sp.
, Cladosporium sp.
, Fusarium sp.
e Colletotrichum sp.
Houve uma redução de 3% na germinação quando as sementes foram submetidas as concentrações de 6, 8 e 10% do peróxido de hidrogênio.
O vigor das sementes de milho submetidas aos tratamentos foi 80,3%, considerado como vigor médio.
A concentração de peróxido de hidrogênio a 4% foi eficiente na qualidade sanitária e fisiológica das sementes de milho.
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