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CARACTERIZAÇÃO QUÍMICA, TEOR DE COMPOSTOS BIOATIVOS E ATIVIDADE ANTIOXIDANTE DA FARINHA DE MANGA “TOMMY ATKINS”

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A manga é considerada um dos frutos mais consumidos no Brasil, sendo a variedade Tommy Atkins a mais cultivada. Após colhida, sua respiração celular se intensifica, acelerando sua deterioração e reduzindo a sua vida de prateleira. Como alternativa, a secagem pode ser empregada com intuito de promover uma maior longevidade e facilidade de acesso ao mesmo. Nesse trabalho, desenvolveu-se uma farinha de casca e polpa de manga, por meio de secagem em estufa de renovação e circulação de ar forçado a 60°C por 37 horas, em condições que minimizassem as perdas de seus constituintes. Tanto o fruto quanto a farinha obtida foram analisados, determinando-se sua composição centesimal, teor de constituintes bioativos e capacidade antioxidante. O fruto apresentou baixo teor de lipídios, proteínas e taninos, considerável teor de vitamina C (64,61 ± 9,04 mg.100 g-1), carotenoides totais (4,36 ± 0,36 mg.100 g-1) e compostos fenólicos (487,95 ± 203,32 mg.100 g-1). A farinha também apresentou baixa concentração de proteínas, lipídios e taninos, alta concentração de fibras totais (4,80 ± 0,50 g.100 g-1), carotenoides totais (108,43 ± 9,76 mg.100 g-1) e compostos fenólicos (760,395 ± 53,79 mg.100 g-1). Tanto o fruto quanto a farinha de manga apresentaram elevada atividade antioxidante, correspondendo a 92,63% e 95,16%, respectivamente. O produto obtido da manga mostrou-se uma boa fonte de fibras totais, carotenoides totais e compostos fenólicos, com baixo teor de taninos. Estes resultados demonstram o potencial nutritivo da farinha de manga, que pode ser consumida diretamente ou adicionada em preparações como bolos, pães, biscoitos e sobremesas.
Title: CARACTERIZAÇÃO QUÍMICA, TEOR DE COMPOSTOS BIOATIVOS E ATIVIDADE ANTIOXIDANTE DA FARINHA DE MANGA “TOMMY ATKINS”
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A manga é considerada um dos frutos mais consumidos no Brasil, sendo a variedade Tommy Atkins a mais cultivada.
Após colhida, sua respiração celular se intensifica, acelerando sua deterioração e reduzindo a sua vida de prateleira.
Como alternativa, a secagem pode ser empregada com intuito de promover uma maior longevidade e facilidade de acesso ao mesmo.
Nesse trabalho, desenvolveu-se uma farinha de casca e polpa de manga, por meio de secagem em estufa de renovação e circulação de ar forçado a 60°C por 37 horas, em condições que minimizassem as perdas de seus constituintes.
Tanto o fruto quanto a farinha obtida foram analisados, determinando-se sua composição centesimal, teor de constituintes bioativos e capacidade antioxidante.
O fruto apresentou baixo teor de lipídios, proteínas e taninos, considerável teor de vitamina C (64,61 ± 9,04 mg.
100 g-1), carotenoides totais (4,36 ± 0,36 mg.
100 g-1) e compostos fenólicos (487,95 ± 203,32 mg.
100 g-1).
A farinha também apresentou baixa concentração de proteínas, lipídios e taninos, alta concentração de fibras totais (4,80 ± 0,50 g.
100 g-1), carotenoides totais (108,43 ± 9,76 mg.
100 g-1) e compostos fenólicos (760,395 ± 53,79 mg.
100 g-1).
Tanto o fruto quanto a farinha de manga apresentaram elevada atividade antioxidante, correspondendo a 92,63% e 95,16%, respectivamente.
O produto obtido da manga mostrou-se uma boa fonte de fibras totais, carotenoides totais e compostos fenólicos, com baixo teor de taninos.
Estes resultados demonstram o potencial nutritivo da farinha de manga, que pode ser consumida diretamente ou adicionada em preparações como bolos, pães, biscoitos e sobremesas.

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