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Coarctação de Aorta Não Tratada: Fator de risco para aneurismas cerebrais e suas implicações clínicas
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INTRODUÇÃO: A coarctação da aorta é uma condição congênita caracterizada pelo estreitamento da luz arterial, associada ao desenvolvimento de aneurismas cerebrais devido à hipertensão arterial persistente. Essa hipertensão promove enfraquecimento das paredes vasculares, aumentando o risco de hemorragias intracranianas e desfechos neurológicos adversos. OBJETIVOS: Investigar a relação entre coarctação da aorta não tratada e aneurismas cerebrais, abordando mecanismos fisiopatológicos, estratégias diagnósticas e terapêuticas, além da relevância do diagnóstico precoce. METODOLOGIA: Revisão bibliográfica realizada entre novembro e dezembro de 2024 nas bases PubMed, SciELO e LILACS, com descritores como “Aneurisma” e “Coarctação Aórtica”. Foram selecionados 8 estudos de um total de 126 artigos. RESULTADOS: A hipertensão decorrente da coarctação gera alterações hemodinâmicas que favorecem aneurismas cerebrais. Métodos diagnósticos, como ressonância magnética e angiografia, são cruciais para identificar a condição precocemente. Intervenções como angioplastia e embolização endovascular reduziram complicações cardiovasculares e neurológicas. CONCLUSÃO: A coarctação da aorta não tratada é um fator de risco significativo para aneurismas cerebrais. Diagnóstico precoce, manejo multidisciplinar e conscientização pública são fundamentais para prevenir complicações graves e melhorar os desfechos clínicos.
Nilton Lins University
Adriana Gugel Lopes Vian
Pedro Gabriel Cazotti Thiengo
Luíza Fricks Cabellino
Lucas Zandonadi Dos Santos
Paulo Jorge de Souza Júnio
Jessica March Heidemann
Joaquim Miguel Neto
Gabriel Teixeira Brito
Rafael Roismann Poy
Pablo José Araujo Martins
Jose Renato Feitoza de Souza
Maria Eduarda Moreira Menezes
Title: Coarctação de Aorta Não Tratada: Fator de risco para aneurismas cerebrais e suas implicações clínicas
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INTRODUÇÃO: A coarctação da aorta é uma condição congênita caracterizada pelo estreitamento da luz arterial, associada ao desenvolvimento de aneurismas cerebrais devido à hipertensão arterial persistente.
Essa hipertensão promove enfraquecimento das paredes vasculares, aumentando o risco de hemorragias intracranianas e desfechos neurológicos adversos.
OBJETIVOS: Investigar a relação entre coarctação da aorta não tratada e aneurismas cerebrais, abordando mecanismos fisiopatológicos, estratégias diagnósticas e terapêuticas, além da relevância do diagnóstico precoce.
METODOLOGIA: Revisão bibliográfica realizada entre novembro e dezembro de 2024 nas bases PubMed, SciELO e LILACS, com descritores como “Aneurisma” e “Coarctação Aórtica”.
Foram selecionados 8 estudos de um total de 126 artigos.
RESULTADOS: A hipertensão decorrente da coarctação gera alterações hemodinâmicas que favorecem aneurismas cerebrais.
Métodos diagnósticos, como ressonância magnética e angiografia, são cruciais para identificar a condição precocemente.
Intervenções como angioplastia e embolização endovascular reduziram complicações cardiovasculares e neurológicas.
CONCLUSÃO: A coarctação da aorta não tratada é um fator de risco significativo para aneurismas cerebrais.
Diagnóstico precoce, manejo multidisciplinar e conscientização pública são fundamentais para prevenir complicações graves e melhorar os desfechos clínicos.
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