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"A luz que não se vê"

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A entrevista aqui apresentada foi realizada em Portugal, por videoconferência, no dia 19 de janeiro de 2025. Ao tomar conhecimento da chamada para o dossiê "Direção de Fotografia em Audiovisualidades Latino-Americanas" desta revista, e considerando a trajetória do diretor de fotografia Rui Poças, entrei em contato para verificar o seu interesse e da disponibilidade para uma entrevista. Ele aceitou de imediato, e ficou decidido que o tema central a tratar seria o filme Zama (2017), de Lucrecia Martel. O objetivo da entrevista é explorar o processo criativo e técnico de Rui Poças, desde a leitura do guião até à realização do filme, e compreender a abordagem de Lucrecia Martel na construção imagética de Zama. Rui Poças é português, nascido no Porto, considerado um dos melhores diretores de fotografia mundial. Começou sua carreira no género documental e mais tarde em ficção. Estudou cinema na Escola Superior de Teatro e Cinema, em Lisboa, e em 1994, frequentou o Curso Avançado de Cinema da New York Film Academy. Estreou-se no cinema como diretor de fotografia em 1991, e já assinou a direção de fotografia de diversas longas-metragens premiadas, tais como: Morrer Como Um Homem (2009), Tabu (2012), O Ornitólogo (2016), Deserto (2017), Zama (2017), Frankie (2019) e, mais recentemente, Grand Tour (2024), entre outras. Zama, de Lucrecia Martel, estreou-se no 74.º Festival Internacional de Cinema de Veneza, garantindo a Rui Poças uma nomeação e o reconhecimento como runner-up dos International Cinephile Society Awards, entre nomes como Alfonso Cuarón e Lukasz Zal. Ganhou em 2019 os importantes prémios internacionais, tal como Fenix do cinema ibero-americano e Platino pelo seu trabalho como diretor de fotografia. Rui Poças é conhecido internacionalmente pelas suas imagens impactantes e pela fluidez da sua qualidade cinematográfica em distintos géneros. Rui Poças, é membro da AIP, Associação de Imagem Portuguesa e da ABC – Associação Brasileira de cinematografia.
Universidade Estadual do Parana - Unespar
Title: "A luz que não se vê"
Description:
A entrevista aqui apresentada foi realizada em Portugal, por videoconferência, no dia 19 de janeiro de 2025.
Ao tomar conhecimento da chamada para o dossiê "Direção de Fotografia em Audiovisualidades Latino-Americanas" desta revista, e considerando a trajetória do diretor de fotografia Rui Poças, entrei em contato para verificar o seu interesse e da disponibilidade para uma entrevista.
Ele aceitou de imediato, e ficou decidido que o tema central a tratar seria o filme Zama (2017), de Lucrecia Martel.
O objetivo da entrevista é explorar o processo criativo e técnico de Rui Poças, desde a leitura do guião até à realização do filme, e compreender a abordagem de Lucrecia Martel na construção imagética de Zama.
Rui Poças é português, nascido no Porto, considerado um dos melhores diretores de fotografia mundial.
Começou sua carreira no género documental e mais tarde em ficção.
Estudou cinema na Escola Superior de Teatro e Cinema, em Lisboa, e em 1994, frequentou o Curso Avançado de Cinema da New York Film Academy.
Estreou-se no cinema como diretor de fotografia em 1991, e já assinou a direção de fotografia de diversas longas-metragens premiadas, tais como: Morrer Como Um Homem (2009), Tabu (2012), O Ornitólogo (2016), Deserto (2017), Zama (2017), Frankie (2019) e, mais recentemente, Grand Tour (2024), entre outras.
Zama, de Lucrecia Martel, estreou-se no 74.
º Festival Internacional de Cinema de Veneza, garantindo a Rui Poças uma nomeação e o reconhecimento como runner-up dos International Cinephile Society Awards, entre nomes como Alfonso Cuarón e Lukasz Zal.
Ganhou em 2019 os importantes prémios internacionais, tal como Fenix do cinema ibero-americano e Platino pelo seu trabalho como diretor de fotografia.
Rui Poças é conhecido internacionalmente pelas suas imagens impactantes e pela fluidez da sua qualidade cinematográfica em distintos géneros.
Rui Poças, é membro da AIP, Associação de Imagem Portuguesa e da ABC – Associação Brasileira de cinematografia.

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