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SALVE A TODOS OS POVOS DA AMAZÔNIA!
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Este ensaio, sonhado como uma gira-escrita, se propõe em mobilizar as poéticas dos encantos Amazônicos em fruição com os encontros afectuais de todos os povos em composições de gentes ancestrais. Compõe-se na ideia do portal do encontro das águas, entre Rio Negro e Solimões, e nas encruzilhadas da(s) Amazônia(s), nos posicionamos em aprender a ser gente ancestral em processos de descolonização e em composições poéticas de um cotidiano amazônico de encantarias e constituições tempo/espaço circulares. Problematizamos de que modo esses saberes nos trazem elementos vitais para sobreviver as fixações de ideias coloniais, por uma abertura da gira-escrita em processos de descolonialidade na invocação de uma mente circular. Sonhamos em compor mundos em poéticas de presença contando uns com os outros, friccionando a experiência de nós mesmos, num coletivo uníssono, em composições circulares. Nos percebendo no meio, entre eternos começos, mediante a urgência de um cotidiano ancestral.
Universidade de Estado do Rio de Janeiro
Title: SALVE A TODOS OS POVOS DA AMAZÔNIA!
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Este ensaio, sonhado como uma gira-escrita, se propõe em mobilizar as poéticas dos encantos Amazônicos em fruição com os encontros afectuais de todos os povos em composições de gentes ancestrais.
Compõe-se na ideia do portal do encontro das águas, entre Rio Negro e Solimões, e nas encruzilhadas da(s) Amazônia(s), nos posicionamos em aprender a ser gente ancestral em processos de descolonização e em composições poéticas de um cotidiano amazônico de encantarias e constituições tempo/espaço circulares.
Problematizamos de que modo esses saberes nos trazem elementos vitais para sobreviver as fixações de ideias coloniais, por uma abertura da gira-escrita em processos de descolonialidade na invocação de uma mente circular.
Sonhamos em compor mundos em poéticas de presença contando uns com os outros, friccionando a experiência de nós mesmos, num coletivo uníssono, em composições circulares.
Nos percebendo no meio, entre eternos começos, mediante a urgência de um cotidiano ancestral.
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