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Metáforas e gráficos pictórico-esquemáticos de Nigel Holmes | Nigel Holme’s metaphors and pictorial-schematic charts
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Neste artigo, abordaremos metáforas visuais utilizadas na visualização de dados da infografia do célebre designer Nigel Holmes. Isto foi feito mediante o diálogo com a linguística cognitiva e a retórica visual, pela ótica da teoria de design da informação. Para tanto, nossa abordagem é embasada na teoria das metáforas cognitivas, marcadas pelos estudos de Lakoff e Johnson (1980), e a tradição de estudos de figuras de linguagem visual. Nesta análise utilizamos uma taxonomia de figuras de linguagem pictóricas utilizadas em gráficos estatísticos (LIMA, 2018). Ao analisarmos as metáforas pictóricas utilizadas por Holmes, observamos que este designer tem a tendência a sobrepor elementos pictóricos a elementos esquemáticos em seus gráficos estatísticos. Nós cunhamos esta mescla de modalidades gráficas de gráficos pictórico-esquemáticos. Este uso de elementos pictóricos, muitas vezes, humorísticos sobrepostos a dados numéricos precisos foi duramente combatida por teóricos do design da informação como Edward Tufte, na década de 1980. Estes elementos pictóricos foram chamados de chartjunk. Este termo tem servido como uma crítica à elementos visuais consideradas supérfluos em nome de uma abordagem mais neutra na infografia e visualização de dados. No entanto, procuramos entender a escolha do uso de metáforas visuais por Holmes como uma abordagem que não se limita a uma suposta neutralidade de linguagem gráfica.*****In this article, the focus is on visual metaphors used in Nigel Holmes’ data visualizations present in his infographics. This analysis was accomplished by approaching the theory of cognitive linguistics and visual rhetoric from the point of view of information design. Our study is based on the theory of cognitive metaphors, notably the work of Lakoff and Johnson (1980), and the study of figures of speech in visual language. In this analysis, we used a taxonomy of figures of speech for pictorial language in data visualization (LIMA, 2018). When analyzing the pictorial metaphors used by Holmes, we observe that this designer tends to overlap pictorial elements on schematic ones in his statistical charts. We coined this mix of graphic modalities: pictorial-schematic charts (gráficos pictórico-esquemáticos). This use of pictorial elements, often humorous, overlapping precise numerical data was harshly opposed by information design theorists such as Edward Tufte in the 1980s. These pictorial elements were called chartjunk. This term has served as a criticism of visual elements considered superfluous in the name of a more neutral approach to infographics and data visualization. However, we seek to understand Holmes' choice of using visual metaphors as an approach that is not limited to a supposedly neutral graphic language.
Sociedade Brasileira de Design da Informacao
Title: Metáforas e gráficos pictórico-esquemáticos de Nigel Holmes | Nigel Holme’s metaphors and pictorial-schematic charts
Description:
Neste artigo, abordaremos metáforas visuais utilizadas na visualização de dados da infografia do célebre designer Nigel Holmes.
Isto foi feito mediante o diálogo com a linguística cognitiva e a retórica visual, pela ótica da teoria de design da informação.
Para tanto, nossa abordagem é embasada na teoria das metáforas cognitivas, marcadas pelos estudos de Lakoff e Johnson (1980), e a tradição de estudos de figuras de linguagem visual.
Nesta análise utilizamos uma taxonomia de figuras de linguagem pictóricas utilizadas em gráficos estatísticos (LIMA, 2018).
Ao analisarmos as metáforas pictóricas utilizadas por Holmes, observamos que este designer tem a tendência a sobrepor elementos pictóricos a elementos esquemáticos em seus gráficos estatísticos.
Nós cunhamos esta mescla de modalidades gráficas de gráficos pictórico-esquemáticos.
Este uso de elementos pictóricos, muitas vezes, humorísticos sobrepostos a dados numéricos precisos foi duramente combatida por teóricos do design da informação como Edward Tufte, na década de 1980.
Estes elementos pictóricos foram chamados de chartjunk.
Este termo tem servido como uma crítica à elementos visuais consideradas supérfluos em nome de uma abordagem mais neutra na infografia e visualização de dados.
No entanto, procuramos entender a escolha do uso de metáforas visuais por Holmes como uma abordagem que não se limita a uma suposta neutralidade de linguagem gráfica.
*****In this article, the focus is on visual metaphors used in Nigel Holmes’ data visualizations present in his infographics.
This analysis was accomplished by approaching the theory of cognitive linguistics and visual rhetoric from the point of view of information design.
Our study is based on the theory of cognitive metaphors, notably the work of Lakoff and Johnson (1980), and the study of figures of speech in visual language.
In this analysis, we used a taxonomy of figures of speech for pictorial language in data visualization (LIMA, 2018).
When analyzing the pictorial metaphors used by Holmes, we observe that this designer tends to overlap pictorial elements on schematic ones in his statistical charts.
We coined this mix of graphic modalities: pictorial-schematic charts (gráficos pictórico-esquemáticos).
This use of pictorial elements, often humorous, overlapping precise numerical data was harshly opposed by information design theorists such as Edward Tufte in the 1980s.
These pictorial elements were called chartjunk.
This term has served as a criticism of visual elements considered superfluous in the name of a more neutral approach to infographics and data visualization.
However, we seek to understand Holmes' choice of using visual metaphors as an approach that is not limited to a supposedly neutral graphic language.
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