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ADESÃO ENTRE GENÓTIPOS DE Escherichia coli PRODUTORA DE TOXINAS SHIGA (STEC)
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Objetivos: A habilidade de colonizar as células da mucosa intestinal é uma característica importante quando avaliamos o perfil de virulência das STECs. A adesão pela intimina foi considerada por muitos anos o único fator importante de colonização pelas STEC. Entretanto o rápido progresso das análises genômicas tem acelerado a descoberta de outras formas importantes de adesão, que tem emergido como importantes fatores de colaboração para a colonização intestinal. Material e Método: O nível de adesão de 15 cepas stx+, isoladas de ovinos, foi avaliado por teste de adesão em células Hep-2. As células foram incubadas por 24-48 horas em placas contendo meio DMEM e 10% de soro fetal bovino e em seguida foi adicionado meio DMEM e 2% de soro fetal bovino contendo 1% de D-manose. Uma população de 5x107 células foi inoculada em cada poço. As placas foram incubadas a 37° C por 3 horas. As células foram então lisadas e incubadas por 5 minutos. A contagem do número de colônia viáveis foi utilizado como parâmetro para medição do nível de adesão. Resultados: O nível de adesão entre os grupos stx1, stx2 e stx1+stx2 foi de maneira geral homogêneo e menor do que o da cepa controle O157:H7 stx+. Cabe lembrar que os isolados eram eae negativos, e esta é, provavelmente, a característica genotípica responsável pela menor adesão. Entretanto, já foram relatadas STEC LEE-negativas associadas à doença, isto indica que existem fatores adicionais de virulência ainda não caracterizados. Diferenças individuais de adesão pelas cepas analisadas podem ser devido a outros tipos de adesão fimbrial, ou mesmo por outros mecanismos, pois, adesão não fimbrial, como pela intimina, já foram previamente relatados. Conclusão: De maneira geral não foram observadas diferenças no nível de adesão dos isolados dos diferentes grupos genotípicos.
PALAVRAS-CHAVE: COLONIZAÇÃO. VIRULÊNCIA. OVINOS.
AGRADECIMENTOS: FAPESP
ÁREA TEMÁTICA: Doenças Infecciosas
Title: ADESÃO ENTRE GENÓTIPOS DE Escherichia coli PRODUTORA DE TOXINAS SHIGA (STEC)
Description:
Objetivos: A habilidade de colonizar as células da mucosa intestinal é uma característica importante quando avaliamos o perfil de virulência das STECs.
A adesão pela intimina foi considerada por muitos anos o único fator importante de colonização pelas STEC.
Entretanto o rápido progresso das análises genômicas tem acelerado a descoberta de outras formas importantes de adesão, que tem emergido como importantes fatores de colaboração para a colonização intestinal.
Material e Método: O nível de adesão de 15 cepas stx+, isoladas de ovinos, foi avaliado por teste de adesão em células Hep-2.
As células foram incubadas por 24-48 horas em placas contendo meio DMEM e 10% de soro fetal bovino e em seguida foi adicionado meio DMEM e 2% de soro fetal bovino contendo 1% de D-manose.
Uma população de 5x107 células foi inoculada em cada poço.
As placas foram incubadas a 37° C por 3 horas.
As células foram então lisadas e incubadas por 5 minutos.
A contagem do número de colônia viáveis foi utilizado como parâmetro para medição do nível de adesão.
Resultados: O nível de adesão entre os grupos stx1, stx2 e stx1+stx2 foi de maneira geral homogêneo e menor do que o da cepa controle O157:H7 stx+.
Cabe lembrar que os isolados eram eae negativos, e esta é, provavelmente, a característica genotípica responsável pela menor adesão.
Entretanto, já foram relatadas STEC LEE-negativas associadas à doença, isto indica que existem fatores adicionais de virulência ainda não caracterizados.
Diferenças individuais de adesão pelas cepas analisadas podem ser devido a outros tipos de adesão fimbrial, ou mesmo por outros mecanismos, pois, adesão não fimbrial, como pela intimina, já foram previamente relatados.
Conclusão: De maneira geral não foram observadas diferenças no nível de adesão dos isolados dos diferentes grupos genotípicos.
PALAVRAS-CHAVE: COLONIZAÇÃO.
VIRULÊNCIA.
OVINOS.
AGRADECIMENTOS: FAPESP
ÁREA TEMÁTICA: Doenças Infecciosas.
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Fecal swabs obtained from 1,300 healthy lambs in 93 flocks in Spain in 1997 were examined for Shiga toxin-producing
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