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COMPARAÇÃO ENTRE METODOLOGIAS PARA DIMENSIONAMENTO DE LINHAS LATERAIS PAREADAS DE GOTEJAMENTO EM DESNÍVEL
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COMPARAÇÃO ENTRE METODOLOGIAS PARA DIMENSIONAMENTO DE LINHAS LATERAIS PAREADAS DE GOTEJAMENTO EM DESNÍVEL
ÍCARO MONTEIRO GALVÃO1; JOÃO DE JESUS GUIMARÃES2; ALBERTO MARIO ARROYO AVILEZ3 E JOÃO CARLOS CURY SAAD4
[1] Departamento de Engenharia de Biossistemas, ESALQ/USP, Av. Pádua Dias, São Judas, CEP 13418-900, Piracicaba, SP, Brasil. e-mail: icaro.monteiro@usp.br
2 Departamento de Engenharia Rural e Socioeconomia, FCA/UNESP, Av. Universitária 3780, Altos do Paraíso, CEP 18610-034, Botucatu, SP, Brasil. e-mail: joao.jesus@unesp.br
3 Departamento de Engenharia Rural e Socioeconomia, FCA/UNESP, Av. Universitária 3780, Altos do Paraíso, CEP 18610-034, Botucatu, SP, Brasil. e-mail: betomario1494@gmail.com
4 Prof. Titular, Departamento de Engenharia Rural e Socioeconomia, FCA/UNESP, Av. Universitária 3780, Altos do Paraíso, CEP 18610-034, Botucatu, SP, Brasil. e-mail: joao.saad@unesp.br
1 RESUMO
O objetivo deste trabalho foi comparar diferentes metodologias para a determinação dos trechos em aclive e em declive de linhas laterais pareadas em terreno com desnível uniforme, para um sistema de irrigação por gotejamento. Para tal utilizou-se as metodologias propostas por Keller e Bliesner (1990), Jiang e Kang (2010) e Monserrat; Barragan e Cots (2018). Calculou-se o comprimento das linhas em aclive e declive, o coeficiente de uniformidade de distribuição (CUD) e as variações de vazão e de pressão para ambas as condições topográficas. A metodologia de Keller e Bliesner (1990) foi a que melhor dimensionou as linhas pareadas, com menor diferença de desempenho entre os trechos em aclive e declive, em termos de CUD e de variação de vazão e de pressão, além de permanecer dentro do limite máximo de variação de vazão de 10%. O segundo melhor desempenho foi obtido pelo método de Monserrat; Barragan e Cots (2018). O procedimento de Jiang e Kang (2010) foi o menos adequado, tendo gerado no trecho em aclive variação de vazão de 10,9%.
Palavras-chave: gotejamento, linha lateral, comprimento, declividade.
GALVÃO, I. M.; GUIMARÃES, J. J.; AVILEZ, A. M. A.; SAAD, J. C. C.
METHODOLOGIES COMPARISON FOR DESIGN OF PAIRED DRIP LATERALS ON UNIFORMLY SLOPING FIELDS
2 ABSTRACT
This work aimed to compare different methodologies for designing paired laterals of drip irrigation systems on uniformly sloping fields. For this purpose, the methodologies proposed by Keller e Bliesner (1990), Jiang e Kang (2010), and Monserrat; Barragan e Cots (2018) were evaluated. The length of uphill and downhill lateral lines, distribution uniformity (DU), flow, and pressure variations were calculated for both topographic conditions. The Keller e Bliesner (1990) methodology generated the best design for paired laterals, with the lowest DU difference between the uphill and downhill sections; also, the flow variation remained under the 10% limit. The second-best performance was obtained by the method of Monserrat; Barragan e Cots (2018). Jiang e Kang (2010)’s procedure was the least adequate, generating a 10.9% flow variation in the uphill section.
Keywords: drip irrigation, hydraulic, uniformity.
Brazilian Journal of Irrigation and Drainage - IRRIGA
Title: COMPARAÇÃO ENTRE METODOLOGIAS PARA DIMENSIONAMENTO DE LINHAS LATERAIS PAREADAS DE GOTEJAMENTO EM DESNÍVEL
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COMPARAÇÃO ENTRE METODOLOGIAS PARA DIMENSIONAMENTO DE LINHAS LATERAIS PAREADAS DE GOTEJAMENTO EM DESNÍVEL
ÍCARO MONTEIRO GALVÃO1; JOÃO DE JESUS GUIMARÃES2; ALBERTO MARIO ARROYO AVILEZ3 E JOÃO CARLOS CURY SAAD4
[1] Departamento de Engenharia de Biossistemas, ESALQ/USP, Av.
Pádua Dias, São Judas, CEP 13418-900, Piracicaba, SP, Brasil.
e-mail: icaro.
monteiro@usp.
br
2 Departamento de Engenharia Rural e Socioeconomia, FCA/UNESP, Av.
Universitária 3780, Altos do Paraíso, CEP 18610-034, Botucatu, SP, Brasil.
e-mail: joao.
jesus@unesp.
br
3 Departamento de Engenharia Rural e Socioeconomia, FCA/UNESP, Av.
Universitária 3780, Altos do Paraíso, CEP 18610-034, Botucatu, SP, Brasil.
e-mail: betomario1494@gmail.
com
4 Prof.
Titular, Departamento de Engenharia Rural e Socioeconomia, FCA/UNESP, Av.
Universitária 3780, Altos do Paraíso, CEP 18610-034, Botucatu, SP, Brasil.
e-mail: joao.
saad@unesp.
br
1 RESUMO
O objetivo deste trabalho foi comparar diferentes metodologias para a determinação dos trechos em aclive e em declive de linhas laterais pareadas em terreno com desnível uniforme, para um sistema de irrigação por gotejamento.
Para tal utilizou-se as metodologias propostas por Keller e Bliesner (1990), Jiang e Kang (2010) e Monserrat; Barragan e Cots (2018).
Calculou-se o comprimento das linhas em aclive e declive, o coeficiente de uniformidade de distribuição (CUD) e as variações de vazão e de pressão para ambas as condições topográficas.
A metodologia de Keller e Bliesner (1990) foi a que melhor dimensionou as linhas pareadas, com menor diferença de desempenho entre os trechos em aclive e declive, em termos de CUD e de variação de vazão e de pressão, além de permanecer dentro do limite máximo de variação de vazão de 10%.
O segundo melhor desempenho foi obtido pelo método de Monserrat; Barragan e Cots (2018).
O procedimento de Jiang e Kang (2010) foi o menos adequado, tendo gerado no trecho em aclive variação de vazão de 10,9%.
Palavras-chave: gotejamento, linha lateral, comprimento, declividade.
GALVÃO, I.
M.
; GUIMARÃES, J.
J.
; AVILEZ, A.
M.
A.
; SAAD, J.
C.
C.
METHODOLOGIES COMPARISON FOR DESIGN OF PAIRED DRIP LATERALS ON UNIFORMLY SLOPING FIELDS
2 ABSTRACT
This work aimed to compare different methodologies for designing paired laterals of drip irrigation systems on uniformly sloping fields.
For this purpose, the methodologies proposed by Keller e Bliesner (1990), Jiang e Kang (2010), and Monserrat; Barragan e Cots (2018) were evaluated.
The length of uphill and downhill lateral lines, distribution uniformity (DU), flow, and pressure variations were calculated for both topographic conditions.
The Keller e Bliesner (1990) methodology generated the best design for paired laterals, with the lowest DU difference between the uphill and downhill sections; also, the flow variation remained under the 10% limit.
The second-best performance was obtained by the method of Monserrat; Barragan e Cots (2018).
Jiang e Kang (2010)’s procedure was the least adequate, generating a 10.
9% flow variation in the uphill section.
Keywords: drip irrigation, hydraulic, uniformity.
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