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Avaliação anatômica dos vasos do xilema secundário em cultivares de amoreira-preta
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A amoreira-preta (Rubus spp.) é uma cultura em expansão no Brasil, destacando-se pelo valor nutricional, produtividade e adaptabilidade. Compreender a anatomia do xilema secundário é essencial para avaliar a eficiência hidráulica e a adaptação das cultivares ao estresse hídrico. Neste estudo, foram analisadas as cultivares BRS Xingu, Tupy e Xavante. Para cada cultivar, selecionaram-se três ramos, dos quais foram preparadas três lâminas histológicas por ramo, totalizando nove por cultivar. Em cada lâmina, três áreas de 1,79 mm² foram analisadas, somando 48,33 mm² por cultivar. As amostras foram fixadas em FAA, cortadas manualmente, clarificadas com hipoclorito de sódio a 30% e coradas com safranina a 2%. Foram mensurados os vasos condutores visíveis, calculando-se a densidade (vasos/mm²), área individual e proporção por classe de diâmetro. A BRS Xingu apresentou maior área ocupada por vasos e predominância de vasos grandes (> 0,07 mm²), indicando maior potencial condutivo. A Xavante teve menor área e predomínio de vasos médios, sugerindo maior segurança hidráulica. A Tupy mostrou padrão intermediário, com equilíbrio entre vasos médios e grandes. A densidade variou pouco entre as cultivares, sugerindo que a eficiência hidráulica está mais relacionada ao diâmetro dos vasos. Os resultados ampliam o conhecimento anatômico da cultura da amoreira-preta e auxiliam na seleção de cultivares adaptadas a diferentes condições hídricas.
Title: Avaliação anatômica dos vasos do xilema secundário em cultivares de amoreira-preta
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A amoreira-preta (Rubus spp.
) é uma cultura em expansão no Brasil, destacando-se pelo valor nutricional, produtividade e adaptabilidade.
Compreender a anatomia do xilema secundário é essencial para avaliar a eficiência hidráulica e a adaptação das cultivares ao estresse hídrico.
Neste estudo, foram analisadas as cultivares BRS Xingu, Tupy e Xavante.
Para cada cultivar, selecionaram-se três ramos, dos quais foram preparadas três lâminas histológicas por ramo, totalizando nove por cultivar.
Em cada lâmina, três áreas de 1,79 mm² foram analisadas, somando 48,33 mm² por cultivar.
As amostras foram fixadas em FAA, cortadas manualmente, clarificadas com hipoclorito de sódio a 30% e coradas com safranina a 2%.
Foram mensurados os vasos condutores visíveis, calculando-se a densidade (vasos/mm²), área individual e proporção por classe de diâmetro.
A BRS Xingu apresentou maior área ocupada por vasos e predominância de vasos grandes (> 0,07 mm²), indicando maior potencial condutivo.
A Xavante teve menor área e predomínio de vasos médios, sugerindo maior segurança hidráulica.
A Tupy mostrou padrão intermediário, com equilíbrio entre vasos médios e grandes.
A densidade variou pouco entre as cultivares, sugerindo que a eficiência hidráulica está mais relacionada ao diâmetro dos vasos.
Os resultados ampliam o conhecimento anatômico da cultura da amoreira-preta e auxiliam na seleção de cultivares adaptadas a diferentes condições hídricas.
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