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ESTOQUE DE CARBONO NO SOLO CULTIVADO COM “CAPIMMAVUNO” SOB DIFERENTES FONTES DE ADUBO NITROGENADO
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Introdução: A função da matéria orgânica do solo é importante para vários processos físicos, químicos e biológicos que impactam a produção agrícola e o meio ambiente. Os sistemas forrageiros favorecidos nutricionalmente com adição de nitrogênio, fósforo e potássio, tendem a apresentar maior teor de carbono quando comparado aos sistemas sem adição de fertilizantes, devido ao incremento da produção forrageira e ótimo crescimento do sistema radicular. Objetivo: O objetivo do presente estudo foi quantificar o teor de carbono no solo na profundidade 0-20 em área cultivada com o capim Mavuno e fertilizado com diferentes fontes de nitrogênio e avaliar a cinética de acúmulo de carbono no solo em durante o período de implantação da cultura. Material e Métodos: O experimento foi locado no setor experimental da Universidade Brasil, campus Descalvado-SP. Foi instalado em delineamento em blocos casualizados, com 4 tratamentos e 5 repetições, totalizando 20 unidades experimentais. Os tratamentos consistiram em fontes de adubação nitrogenada, sendo: TES: testemunha, sem adubação; SAM: 50 kg.ha-1 de N como sulfato de amônio; URC: 50 kg.ha-1 de N como ureia agrícola; URP: 25 kg.ha-1 de N na forma de ureia agrícola comercial e 25 kg.ha-1 de N na forma de ureia agrícola protegida. O estoque de carbono foi estimado em amostras de solo, medido em gramas por quilograma de terra fina seca em estufa - TFSE (g/kg TFSE), em diferentes tempos (0, 90 e 180 dias), após o corte de uniformização e adubação com fontes de nitrogênio em uma área cultivada com Urochloa brizantha cv. Mavuno. Resultados: Inicialmente, os níveis de carbono oxidável foram similares entre os tratamentos, independentemente da fonte de nitrogênio utilizada. Após 90 dias da adubação, observou-se uma leve diminuição nos valores de carbono oxidável em todos os tratamentos. Aos 180 dias, houve aumento significativo nos níveis de carbono oxidável, especialmente nos tratamentos SAM e URC, em comparação ao tempo 0 e 90 dias. O SAM apresentou o maior acúmulo de carbono oxidável, semelhante ao URP e, seguidos pelo URC. O tratamento TES, sem aplicação de nitrogênio, continuou a mostrar valores mais baixos. Conclusão: Com este estudo conclui-se que a adubação nitrogenada, especialmente com sulfato de amônio, pode ser uma estratégia eficaz para aumentar o acúmulo de carbono orgânico oxidável no solo, contribuindo para a sustentabilidade dos sistemas de produção.
Title: ESTOQUE DE CARBONO NO SOLO CULTIVADO COM “CAPIMMAVUNO” SOB DIFERENTES FONTES DE ADUBO NITROGENADO
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Introdução: A função da matéria orgânica do solo é importante para vários processos físicos, químicos e biológicos que impactam a produção agrícola e o meio ambiente.
Os sistemas forrageiros favorecidos nutricionalmente com adição de nitrogênio, fósforo e potássio, tendem a apresentar maior teor de carbono quando comparado aos sistemas sem adição de fertilizantes, devido ao incremento da produção forrageira e ótimo crescimento do sistema radicular.
Objetivo: O objetivo do presente estudo foi quantificar o teor de carbono no solo na profundidade 0-20 em área cultivada com o capim Mavuno e fertilizado com diferentes fontes de nitrogênio e avaliar a cinética de acúmulo de carbono no solo em durante o período de implantação da cultura.
Material e Métodos: O experimento foi locado no setor experimental da Universidade Brasil, campus Descalvado-SP.
Foi instalado em delineamento em blocos casualizados, com 4 tratamentos e 5 repetições, totalizando 20 unidades experimentais.
Os tratamentos consistiram em fontes de adubação nitrogenada, sendo: TES: testemunha, sem adubação; SAM: 50 kg.
ha-1 de N como sulfato de amônio; URC: 50 kg.
ha-1 de N como ureia agrícola; URP: 25 kg.
ha-1 de N na forma de ureia agrícola comercial e 25 kg.
ha-1 de N na forma de ureia agrícola protegida.
O estoque de carbono foi estimado em amostras de solo, medido em gramas por quilograma de terra fina seca em estufa - TFSE (g/kg TFSE), em diferentes tempos (0, 90 e 180 dias), após o corte de uniformização e adubação com fontes de nitrogênio em uma área cultivada com Urochloa brizantha cv.
Mavuno.
Resultados: Inicialmente, os níveis de carbono oxidável foram similares entre os tratamentos, independentemente da fonte de nitrogênio utilizada.
Após 90 dias da adubação, observou-se uma leve diminuição nos valores de carbono oxidável em todos os tratamentos.
Aos 180 dias, houve aumento significativo nos níveis de carbono oxidável, especialmente nos tratamentos SAM e URC, em comparação ao tempo 0 e 90 dias.
O SAM apresentou o maior acúmulo de carbono oxidável, semelhante ao URP e, seguidos pelo URC.
O tratamento TES, sem aplicação de nitrogênio, continuou a mostrar valores mais baixos.
Conclusão: Com este estudo conclui-se que a adubação nitrogenada, especialmente com sulfato de amônio, pode ser uma estratégia eficaz para aumentar o acúmulo de carbono orgânico oxidável no solo, contribuindo para a sustentabilidade dos sistemas de produção.
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