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Urdiduras: Memorial de Inês A. Castro Teixeira
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Ao ler o memorial de Inês fui levada a pensar como somos parte de um processo tão pouco compartilhado. Por que não falamos muito sobre certos temas com as novas gerações? Por que não relatamos os desafios vividos no passado de modo a alargar a compreensão e obstáculos que se afiguram nos dias atuais? Por que nossas incertezas, erros, dúvidas e algumas conquistas não estão presentes em nossas conversas? Por que o silêncio? Ela não silenciou. Escava em suas memórias os aspectos aparentemente banais, mas marcantes desses dilemas. Mas o faz de um modo muito especial, transformando sua narrativa em um “tempo da delicadeza”. Convido leitoras e leitores a se debruçarem sobre o texto. Inês faz da escrita o tempo da delicadeza, como um tempo a ser perseguido, porque nos constitui, também, como seres em movimento, sempre incompletos. Virtude rara nestes momentos turbulentos e ásperos que hoje vivemos. Marília Pontes Sposito
Title: Urdiduras: Memorial de Inês A. Castro Teixeira
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Ao ler o memorial de Inês fui levada a pensar como somos parte de um processo tão pouco compartilhado.
Por que não falamos muito sobre certos temas com as novas gerações? Por que não relatamos os desafios vividos no passado de modo a alargar a compreensão e obstáculos que se afiguram nos dias atuais? Por que nossas incertezas, erros, dúvidas e algumas conquistas não estão presentes em nossas conversas? Por que o silêncio? Ela não silenciou.
Escava em suas memórias os aspectos aparentemente banais, mas marcantes desses dilemas.
Mas o faz de um modo muito especial, transformando sua narrativa em um “tempo da delicadeza”.
Convido leitoras e leitores a se debruçarem sobre o texto.
Inês faz da escrita o tempo da delicadeza, como um tempo a ser perseguido, porque nos constitui, também, como seres em movimento, sempre incompletos.
Virtude rara nestes momentos turbulentos e ásperos que hoje vivemos.
Marília Pontes Sposito.
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