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Discursos falados, corpos disciplinados e imagens cristalizadas: representação da população negra no imaginário de discentes do ensino médio.

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Estudar as representações sociais e observar como se forma os sistemas de referências que utilizamos para classificar a população negra. A população negra ainda hoje é vista de forma negativa, a forma como os negros são representados gera preconceito, a visão que se tem da cultura negra é apenas observada pela ótica da escravidão, a imagem que é construída nos livros didáticos ajuda na construção do preconceito, dessa forma o povo negro não se identifica com sua origem. Sendo a escola uma das instituições responsáveis para preparar os alunos para exercer sua cidadania, termina reproduzindo o preconceito construído historicamente. O ensino da cultura afro brasileira não acontece de forma efetiva. Tendo em vista tal situação, se faz necessário estudos visando mostrar que a escola não busca trabalhar com o ensino de cultura afro com o objetivo de construir uma identidade da população negra que não gere preconceito. Desse modo, pretendemos problematizar a visão dos alunos (as), acerca da “imagem” representação que os mesmos têm da população negra, afim de evidenciar, as fragilidades da implementação da Lei 10.639/02. Esta pesquisa é de cunho qualitativo e foi aplicado questionários. Neste estudo o que nos aponta é que a representação que os alunos têm da população negra é ainda de um povo sofrido e humilhado e que isso se deve a escravidão. Nesse caso a escola trabalha exclusivamente a história da população negra apenas em uma data comemorativa.
Universidade Federal de Campina Grande - CDSA
Title: Discursos falados, corpos disciplinados e imagens cristalizadas: representação da população negra no imaginário de discentes do ensino médio.
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Estudar as representações sociais e observar como se forma os sistemas de referências que utilizamos para classificar a população negra.
A população negra ainda hoje é vista de forma negativa, a forma como os negros são representados gera preconceito, a visão que se tem da cultura negra é apenas observada pela ótica da escravidão, a imagem que é construída nos livros didáticos ajuda na construção do preconceito, dessa forma o povo negro não se identifica com sua origem.
Sendo a escola uma das instituições responsáveis para preparar os alunos para exercer sua cidadania, termina reproduzindo o preconceito construído historicamente.
O ensino da cultura afro brasileira não acontece de forma efetiva.
Tendo em vista tal situação, se faz necessário estudos visando mostrar que a escola não busca trabalhar com o ensino de cultura afro com o objetivo de construir uma identidade da população negra que não gere preconceito.
Desse modo, pretendemos problematizar a visão dos alunos (as), acerca da “imagem” representação que os mesmos têm da população negra, afim de evidenciar, as fragilidades da implementação da Lei 10.
639/02.
Esta pesquisa é de cunho qualitativo e foi aplicado questionários.
Neste estudo o que nos aponta é que a representação que os alunos têm da população negra é ainda de um povo sofrido e humilhado e que isso se deve a escravidão.
Nesse caso a escola trabalha exclusivamente a história da população negra apenas em uma data comemorativa.

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