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Filosofia da química e dos materiais: entrevista com Bernadette Bensaude-Vincent
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Bernadette Bensaude-Vincent, professora emérita da Universidade de Paris 1 Panthéon-Sorbonne, é historiadora e filósofa das ciências. Além de mais de uma centena de artigos publicados em periódicos científicos e como capítulos de livros coletivos, suas principais obras são: Histoire de la chimie[1], em colaboração com Isabelle Stengers (La Découverte, 1993), La science populaire dans la presse et l’édition, em colaboração com Anne Rasmussen (CNRS Editions, 1997), Lavoisier. Mémoires d’une révolution (Flammarion, 1998), Eloge du mixte. Matériaux nouveaux et philosophie ancienne (Hachette, 1998), Faut-il avoir peur de la chimie? (Les Empêcheurs de penser en ronde, 2005), Matière à penser. Essais d’histoire et de philosophie de la chimie (Presses Universitaires de Paris Ouest, 2008), Chemistry, the impure Science em colaboração com Jonathan Simon (Imperial College Press, 2008), Les vertiges de la technoscience. Façonner le monde atome par atome[2] (La Découverte, 2009), Fabriquer la vie. Où va la biologie de synthèse? em colaboração com Dorothée Benoit-Browaeys (Seuil, 2011), Carbone. Ses vies, ses oeuvres em colaboração com Sacha Loeve (Seuil, 2018), e Philosophie de la chimie, obra coletiva organizada com Richard-Emmanuel Eastes (deBoeck, 2020).[1] História da química. Tradução de Raquel Gouveia. Lisboa: Instituto Piaget, 1996.[2] As vertigens da tecnociência. Tradução de José Luiz Cazarotto. São Paulo: Ideias & Letras, 2013.
Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Title: Filosofia da química e dos materiais: entrevista com Bernadette Bensaude-Vincent
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Bernadette Bensaude-Vincent, professora emérita da Universidade de Paris 1 Panthéon-Sorbonne, é historiadora e filósofa das ciências.
Além de mais de uma centena de artigos publicados em periódicos científicos e como capítulos de livros coletivos, suas principais obras são: Histoire de la chimie[1], em colaboração com Isabelle Stengers (La Découverte, 1993), La science populaire dans la presse et l’édition, em colaboração com Anne Rasmussen (CNRS Editions, 1997), Lavoisier.
Mémoires d’une révolution (Flammarion, 1998), Eloge du mixte.
Matériaux nouveaux et philosophie ancienne (Hachette, 1998), Faut-il avoir peur de la chimie? (Les Empêcheurs de penser en ronde, 2005), Matière à penser.
Essais d’histoire et de philosophie de la chimie (Presses Universitaires de Paris Ouest, 2008), Chemistry, the impure Science em colaboração com Jonathan Simon (Imperial College Press, 2008), Les vertiges de la technoscience.
Façonner le monde atome par atome[2] (La Découverte, 2009), Fabriquer la vie.
Où va la biologie de synthèse? em colaboração com Dorothée Benoit-Browaeys (Seuil, 2011), Carbone.
Ses vies, ses oeuvres em colaboração com Sacha Loeve (Seuil, 2018), e Philosophie de la chimie, obra coletiva organizada com Richard-Emmanuel Eastes (deBoeck, 2020).
[1] História da química.
Tradução de Raquel Gouveia.
Lisboa: Instituto Piaget, 1996.
[2] As vertigens da tecnociência.
Tradução de José Luiz Cazarotto.
São Paulo: Ideias & Letras, 2013.
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