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"A memória é a matéria essencial das entrevistas”: Entrevista com José Carlos Sebe Bom Meihy
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Os estudos no campo da Comunicação sempre dialogaram com outras disciplinas, especialmente Ciências Sociais, Filosofia e Linguística. Nos últimos anos, vem despontando o interesse pelo diálogo com mais uma área, a História, indo desde a Teoria da História até a História oral. Assim, conceitos como tempo, historicidade, temporalidade, memória e história oral de vida passaram a transitar em pesquisas da Comunicação. A entrevista a seguir explora algumas possibilidades desse diálogo, ao mesmo tempo em que introduz o pesquisador da Comunicação a premissas da História oral, que tem uma peculiar proximidade com o Jornalismo pela centralidade da entrevista. A nossa conversa foi com o historiador José Carlos Sebe Bom Meihy, professor titular aposentado do Departamento de História da Universidade de São Paulo e atualmente professor da Unigranrio. Autor de mais de uma centena de trabalhos - entre livros, capítulos e artigos – e orientador de mais de uma centena de pesquisas de mestrado e doutorado, Meihy está entre os pesquisadores brasileiros que mais contribuíram para o avanço das pesquisas em História oral. Ele nos fala de temas como características da memória de expressão oral, aspectos balizadores da relação entre oralistas e os seus entrevistados e dos riscos de associações apressadas entre memória e identidade. Para os que confundem História oral com a realização de entrevistas, ele alerta: “Não é apenas o ato de entrevistar que matiza a História oral. [...] O que marca o projeto de História oral é a organização de entrevistas que se encaminham para exames mnemônicos específicos.”
Title: "A memória é a matéria essencial das entrevistas”: Entrevista com José Carlos Sebe Bom Meihy
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Os estudos no campo da Comunicação sempre dialogaram com outras disciplinas, especialmente Ciências Sociais, Filosofia e Linguística.
Nos últimos anos, vem despontando o interesse pelo diálogo com mais uma área, a História, indo desde a Teoria da História até a História oral.
Assim, conceitos como tempo, historicidade, temporalidade, memória e história oral de vida passaram a transitar em pesquisas da Comunicação.
A entrevista a seguir explora algumas possibilidades desse diálogo, ao mesmo tempo em que introduz o pesquisador da Comunicação a premissas da História oral, que tem uma peculiar proximidade com o Jornalismo pela centralidade da entrevista.
A nossa conversa foi com o historiador José Carlos Sebe Bom Meihy, professor titular aposentado do Departamento de História da Universidade de São Paulo e atualmente professor da Unigranrio.
Autor de mais de uma centena de trabalhos - entre livros, capítulos e artigos – e orientador de mais de uma centena de pesquisas de mestrado e doutorado, Meihy está entre os pesquisadores brasileiros que mais contribuíram para o avanço das pesquisas em História oral.
Ele nos fala de temas como características da memória de expressão oral, aspectos balizadores da relação entre oralistas e os seus entrevistados e dos riscos de associações apressadas entre memória e identidade.
Para os que confundem História oral com a realização de entrevistas, ele alerta: “Não é apenas o ato de entrevistar que matiza a História oral.
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] O que marca o projeto de História oral é a organização de entrevistas que se encaminham para exames mnemônicos específicos.
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