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ANÁLISE DA FRAGILIDADE AMBIENTAL NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIBEIRÃO DOURADINHO, SUDOESTE DE GOIÁS

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Compreender a fragilidade ambiental de uma bacia hidrográfica é essencial para avaliar como as características físicas e antrópicas estão interferindo no equilíbrio dinâmico de seu ambiente. Diante disso, esse trabalho objetivou analisar a fragilidade ambiental da bacia hidrográfica do ribeirão Douradinho (GO), sub-bacia da bacia hidrográfica do rio São Tomás, inserida no Sudoeste de Goiás, microrregião destaque na produção agropecuária. O estudo teve como base a metodologia proposta por Ross (1994), que usa como indicadores de fragilidade ambiental a declividade, tipos de solos, erosividade, uso da terra e cobertura vegetal. Os produtos cartográficos foram elaborados a partir de dados de sensoriamento remoto e técnica de geoprocessamento. Como resultados foram verificadas áreas com classes de fragilidade potencial:muito baixa (28,68%) e baixa (71,32%); e classes de fragilidade emergente:muito baixa (3,19%), baixa (42,42%) e média (54,38%). Na área de média fragilidade emergente, associada ao manejo inadequado do solo, foi constatada erosão laminar, ou seja, perda de solo, causando prejuízos ambientais e econômicos. Nota-se a necessidade de implementação de técnicas de manejo e conservação do solo adequadas dentro da bacia hidrográfica, protegendo os recursos naturais e promovendo a qualidade de vida.
Title: ANÁLISE DA FRAGILIDADE AMBIENTAL NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIBEIRÃO DOURADINHO, SUDOESTE DE GOIÁS
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Compreender a fragilidade ambiental de uma bacia hidrográfica é essencial para avaliar como as características físicas e antrópicas estão interferindo no equilíbrio dinâmico de seu ambiente.
Diante disso, esse trabalho objetivou analisar a fragilidade ambiental da bacia hidrográfica do ribeirão Douradinho (GO), sub-bacia da bacia hidrográfica do rio São Tomás, inserida no Sudoeste de Goiás, microrregião destaque na produção agropecuária.
O estudo teve como base a metodologia proposta por Ross (1994), que usa como indicadores de fragilidade ambiental a declividade, tipos de solos, erosividade, uso da terra e cobertura vegetal.
Os produtos cartográficos foram elaborados a partir de dados de sensoriamento remoto e técnica de geoprocessamento.
Como resultados foram verificadas áreas com classes de fragilidade potencial:muito baixa (28,68%) e baixa (71,32%); e classes de fragilidade emergente:muito baixa (3,19%), baixa (42,42%) e média (54,38%).
Na área de média fragilidade emergente, associada ao manejo inadequado do solo, foi constatada erosão laminar, ou seja, perda de solo, causando prejuízos ambientais e econômicos.
Nota-se a necessidade de implementação de técnicas de manejo e conservação do solo adequadas dentro da bacia hidrográfica, protegendo os recursos naturais e promovendo a qualidade de vida.

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