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Uma análise sobre o manejo da esquizofrenia
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A esquizofrenia é um transtorno mental crônico e grave, caracterizado por uma desintegração dos processos de pensamento, emoção e comportamento. Clinicamente, é reconhecida como uma condição complexa e multifacetada que afeta aproximadamente 1% da população global. A etiologia da esquizofrenia é multifatorial, envolvendo uma combinação de predisposições genéticas, alterações neurobiológicas e fatores ambientais. O manejo da esquizofrenia envolve uma abordagem multimodal, que inclui tratamento farmacológico e psicossocial. Os antipsicóticos, divididos em antipsicóticos típicos e atípicos, são a pedra angular do tratamento farmacológico. Trata-se de uma revisão sistemática da literatura, a qual investigou sobre o manejo da esquizofrenia, pela coleta de dados nas plataformas PubMed, LILACS, Periódicos CAPES, EMBASE e Scielo, dos últimos 5 anos. Assim, os estudos revisados indicam avanços promissores no tratamento da esquizofrenia, com novas abordagens terapêuticas oferecendo alternativas à abordagem convencional. A M-ECT e novas drogas como KarXT e SEP-363856 mostram potencial significativo, mas a variabilidade nos resultados a longo prazo e os eventos adversos associados ressaltam a necessidade de mais pesquisas. Estudos futuros devem focar em avaliar a eficácia a longo prazo, a segurança dos novos tratamentos e a integração dessas novas abordagens nas práticas clínicas para otimizar o manejo da esquizofrenia e melhorar a qualidade de vida dos pacientes.
Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences
Janaína do Vale Lopes
Thatiely Castro Paulino
Ramiely Castro Paulino
Jullie Soares Loureiro
Eliana Francisca Viana
Juliana Reis de Albuquerque
Ivan José de Almeida Neto
Gabriel Cherulli Novaes
Carla Lorena Morais de Sousa Carneiro
Jonath Oliveira do Nascimento
Raman Pacheco Pimentel
Ariane Dias dos Santos
Title: Uma análise sobre o manejo da esquizofrenia
Description:
A esquizofrenia é um transtorno mental crônico e grave, caracterizado por uma desintegração dos processos de pensamento, emoção e comportamento.
Clinicamente, é reconhecida como uma condição complexa e multifacetada que afeta aproximadamente 1% da população global.
A etiologia da esquizofrenia é multifatorial, envolvendo uma combinação de predisposições genéticas, alterações neurobiológicas e fatores ambientais.
O manejo da esquizofrenia envolve uma abordagem multimodal, que inclui tratamento farmacológico e psicossocial.
Os antipsicóticos, divididos em antipsicóticos típicos e atípicos, são a pedra angular do tratamento farmacológico.
Trata-se de uma revisão sistemática da literatura, a qual investigou sobre o manejo da esquizofrenia, pela coleta de dados nas plataformas PubMed, LILACS, Periódicos CAPES, EMBASE e Scielo, dos últimos 5 anos.
Assim, os estudos revisados indicam avanços promissores no tratamento da esquizofrenia, com novas abordagens terapêuticas oferecendo alternativas à abordagem convencional.
A M-ECT e novas drogas como KarXT e SEP-363856 mostram potencial significativo, mas a variabilidade nos resultados a longo prazo e os eventos adversos associados ressaltam a necessidade de mais pesquisas.
Estudos futuros devem focar em avaliar a eficácia a longo prazo, a segurança dos novos tratamentos e a integração dessas novas abordagens nas práticas clínicas para otimizar o manejo da esquizofrenia e melhorar a qualidade de vida dos pacientes.
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