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Relação entre ansiedade e a autopercepção de disfluências e sintomas na fala em público de universitários
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Introdução. A ansiedade experimentada frente a fala em público pode afetar a comunicação de universitários. Objetivo. Analisar a relação entre ansiedade e a autopercepção de disfluências e sintomas da fala em público em universitários. Método. Participaram desta pesquisa 199 universitários, sendo 137 do sexo feminino e 62 do sexo masculino, com média de idade de 22,5±5,71 anos e que fazem parte em uma Instituição de Ensino Superior. A coleta foi realizada por meio de amostra por conveniência, com a utilização de quatro instrumentos: Questionário de caracterização da amostra; Questionário de investigação de sintomas de ansiedade ao falar em público; Questionário de autoavaliação de disfluências ao falar em público; e o Inventário de Ansiedade Traço-Estado (IDATE-T). Os dados foram analisados quantitativamente, a partir de uma análise estatística descritiva e inferencial, com o uso do teste T de Student para amostras independentes, Correlação de Pearson e Qui-Quadrado, adotando o nível de significância de 5%. Resultados. Os universitários com alta ansiedade relataram mais sintomas fisiológicos e comportamentais na fala em público, como medo, palpitações, evitar o contato visual e secura na boca. Relataram mais disfluências, em especial hesitações, interjeições e revisões. Houve correlação entre a ansiedade e a quantidade de sintomas de ansiedade na fala em público e a quantidade de disfluências. Conclusão. Identificou-se relação entre ansiedade e a autopercepção de disfluências e sintomas de ansiedade na fala em público de universitários.
Universidade Federal de Sao Paulo
Title: Relação entre ansiedade e a autopercepção de disfluências e sintomas na fala em público de universitários
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Introdução.
A ansiedade experimentada frente a fala em público pode afetar a comunicação de universitários.
Objetivo.
Analisar a relação entre ansiedade e a autopercepção de disfluências e sintomas da fala em público em universitários.
Método.
Participaram desta pesquisa 199 universitários, sendo 137 do sexo feminino e 62 do sexo masculino, com média de idade de 22,5±5,71 anos e que fazem parte em uma Instituição de Ensino Superior.
A coleta foi realizada por meio de amostra por conveniência, com a utilização de quatro instrumentos: Questionário de caracterização da amostra; Questionário de investigação de sintomas de ansiedade ao falar em público; Questionário de autoavaliação de disfluências ao falar em público; e o Inventário de Ansiedade Traço-Estado (IDATE-T).
Os dados foram analisados quantitativamente, a partir de uma análise estatística descritiva e inferencial, com o uso do teste T de Student para amostras independentes, Correlação de Pearson e Qui-Quadrado, adotando o nível de significância de 5%.
Resultados.
Os universitários com alta ansiedade relataram mais sintomas fisiológicos e comportamentais na fala em público, como medo, palpitações, evitar o contato visual e secura na boca.
Relataram mais disfluências, em especial hesitações, interjeições e revisões.
Houve correlação entre a ansiedade e a quantidade de sintomas de ansiedade na fala em público e a quantidade de disfluências.
Conclusão.
Identificou-se relação entre ansiedade e a autopercepção de disfluências e sintomas de ansiedade na fala em público de universitários.
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