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Fruticultura Irrigada: vulnerabilidades e perspectiva de produção sustentável

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As imagens e paisagens do mundo rural sempre nos foram apresentadas repletas de vida, beleza, tranquilidade (paz e sossego) e muita diversidade biológica (vida), assim se constituiu o imaginário coletivo e quando instados a refletir ou retratar a natureza nesta viagem de recordação (qual odisséia virtual) cheia de nostalgia, verifica-se que ao longo da história, o campo e a agricultura sempre ensejaram uma ODE ao belo, natural, equilibrado e diverso com relação à vida animal, vegetal e microbiológica, habitando um meio físico cujas águas eram límpidas e cristalinas com campos cobertos de florestas, ar puro e fresco, árvores frondosas e de copas largas e enorme vida animal extremamente diversificada e tudo e todos em perfeita harmonia, qual o descrito no “Jardim do Éden”. Esta tranquilidade é rompida pela chegada da máquina da velocidade e de uma febril e insone vontade em estado de agitação dos humanos em inaugurar o “moderno” o “tecnológico” o visceralmente “produtivo”. Uma epidemia de resultados materiais se apodera vorazmente da vida humana, a escala toma conta dos processos e a era industrial nos atinge mortalmente, quedamos assombrados pelas tecnologias mecânicas, químicas e físicas, todas de uma vez, numa síntese invulgar, mas como cópias “mal nutridas da natureza”. Os humanos agrupam-se nas cidades e nascem imensas demandas por bens e serviços que requerem mais agitação, mais mecanicismo, mais “idolatria à tecnologia” com o aumento vertiginoso que tais desafios ocasionam aos sistemas agrícolas de produção ainda incipientes em escala, impactos e custos. Para operar nos limites das necessidades humanas a natureza precisaria ser dominada e colocada à serviço da produção, instituindo-a como base material indispensável de modo a edificar modelos que após conhecidos em suas entranhas e mecanismos pudessem reproduzir às vontades materiais e por óbvio, tudo, com a justificativa de que fazia-se para atender às necessidades sociais, fruto do crescimento demográfico e da urbanização que se iniciava, enfim justificava-se assim, para melhorar a vida e torná-la mais confortável. Assim a ciência e o conhecimento tecnológico alteraram a ordem dos fatores: trabalho, terra e capital, invertendo-os com seu forte advento, à lógica natural e submetendo os humanos e a natureza, ao capital. A agricultura, como base da civilização se instala na forma originária há cerca de 10 mil anos atrás, e no seu evoluir, passa por profundas alterações como resultado do conhecimento tecnológico que atinge a “deep nature” das coisas, dos seres vivos e do ambiente. Humanos são substituídos por máquinas e florestas “cedem” lugar aos imensos plantios, terras são drenadas para agricultura e ocupação humana, criações extensivas surgem em imensas áreas com derrubada de áreas de matas de diferentes biomas e ecossistemas o êxodo rural se intensifica e as cidades crescem sem qualquer infraestrutura ampliando as desigualdades por bens, serviços e oportunidades econômicas. O campo migra e a pobreza aumenta, cultivar plantas e criar animais obedece cada vez mais ao impulso mercadológico que é “natural” pelo crescimento demográfico, mas insensato na sua distribuição e alcance sociais agravado pelo artificialismo da era industrial fundado nos adventos das transformações e avanços da química, física e biologia que erguem às bases da chamada “AGRICULTURA MODERNA”, que por sua vez, assenta-se nos pressupostos de amplas e variadas tecnologias das áreas da motomecanização intensiva, engenharia genética e agroquímica e estas premissas serão doravante, às bases do que se cognominou “GREEN REVOLUTION” impactando poderosamente o processo de produção agrícola e sentenciando a agricultura a nunca mais ser à mesma. A agricultura passa a ser em certa medida, um produto ou resultado do que empresas privadas nacionais e transnacionais do que se designa como “COMPLEXO DO AGRO” estabelecem nos diferentes centros de decisão do capital financeiro associado ao capital industrial e à C&T desenvolvida por eles em sua grande maioria. O desenvolvimento do parque de insumos impacta sobremodo a agricultura e invade o mundo rural, não sem provocar abruptas transformações. O Saber e a Ciência transnacionais cujo fito é a obtenção exclusiva de resultados econômicos ignora outros elementos que são relevantes e que estão nas dimensões: social e ambiental e acabam secundarizadas, salvo com raras exceções, ou seja, toda tecnologia de PRODUTO e até certas de PROCESSO, precisam atender alguma função econômica primeiro, e, em não o fazendo, não atendem os ditames do modelo para o qual fora concebida. Neste modelo culturas originárias e nucleares sucumbem ao reducionismo da orgia químico-mecânica que se desenvolve, apoderando-se do espaço rural e com isto, o idílico o bucólico e o poético (lugar descrito anteriormente) são excluídos dando lugar ao moderno ao tecnológico e ao industrial. Amplia-se muito a produtividade agrícola e isso é um fato inconteste, como inconteste são, as enormes externalidades econômico-financeiras relacionadas a elevação substancial dos custos de produção com transferência de renda de agricultores para as indústrias que tal modelo ensejou, associado aos inúmeros impactos ambientais. A resultante deste cenário é o desenvolvimento de técnicas complexas e de elevado custo para aquisição, adoção e sobremodo impactantes ao meio e aos humanos. Neste particular o desenvolvimento de moléculas químicas surgidas em meados da I e II grandes guerras mundiais, encontraram seus melhores alvos ou destinação na agricultura (BHC e DDT são dois dos exemplos). A agroquímica foi se desenvolvendo e aperfeiçoou produtos, técnicas e tecnologias de aplicação para o controle de insetos, ácaros, fungos, bactérias, nematóides e as plantas que designam de “ERVAS DANINHAS” ( a este propósito quero reportar nunca haver conhecido ou sido apresentado a uma erva daninha, mas abundaram no caminho pessoas daninhas), enfim, os agrotóxicos passaram a serem eufemisticamente designados de “DEFENSIVOS AGRÍCOLAS” por obvio o significado de tóxicos na agricultura sempre foi por demais difícil de aceitar para a indústria química, muito embora o termo agrotóxico tenha base legal na lei federal (LEI Nº 7.802 DE 11 DE JULHO DE 1989, que dispõe sobre a pesquisa, a experimentação, a produção, a embalagem e rotulagem, o transporte, o armazenamento, a comercialização, a propaganda comercial, a utilização, a importação, a exportação, o destino final dos resíduos e embalagens, o registro, a classificação, o controle, a inspeção e a fiscalização de agrotóxicos, seus componentes e afins, e dá outras providências). O uso e a disseminação de tais substâncias (outrora cunhados como defensivos agrícolas e ainda hoje por malabarismo verbal, mantido!) deu-se inicialmente por órgãos de Assistência Técnica e extensão Rural - ATER e Universidades Brasileiras nas décadas de 60, 70, 80 e 90, mais enfaticamente e a partir daí, empresas privadas e as demais mencionadas continuaram a sua disseminação como estratégia central na área da fitossanidade para controle de enfermidades bem como nas áreas de controle e eliminação de plantas designadas de daninhas e em entomologia no controle de insetos, ácaros etc. Este reducionismo e a má vontade na busca pela compreensão do real papel dos seres vivos (inimigos naturais por exemplo) nos ecossistemas naturais e também naqueles modificados – os agroecossistemas, tornaram possível a implementação desta visão única de manejo fitossanitário, mesmo e apesar, de haverem inúmeras outras estratégias conhecidas e eficazes na área retromencionada e mais recentemente até como reação da pesquisa e dos movimentos ambientalistas e também dos consumidores que possibilitaram o surgimento de estudos e investimentos em moléculas naturais com bom incremento dos biodefensivos naturais e a base de microorganismos, caldas naturais entre outras estratégias. Neste trabalho a autora que é Professora, Doutora e atua na área de saúde ao lado de outros colaboradores discorrem aprofundamento sobre percepções, perfil, caracterização, cenários de exposição aos agrotóxicos, históricos por intoxicação, notificações, subnotificações e monitoramento, educação para uso e manipulação de tais substâncias químicas, agricultura ecológica e desenvolvimento sustentável e práticas e iniciativas no Sertão do São Francisco em contraponto ao modelo convencional de agricultura e trazem a lume questões críticas e essenciais para compreensão de leigos e sagrados, acerca de temáticas atuais e prementes a serem objeto de profundo e responsável debate público com vistas a oferecer ao mundo científico informações que se destinam a balizar medidas de políticas públicas regionais e investigações científicas diversas com o claro objetivo de atuar na redução de danos às populações rurais nomeadamente aos trabalhadores rurais aplicadores ou não, expostos direta ou indiretamente à ação dos agrotóxicos bem como, aos consumidores que se expõem diretamente ao consumir produtos agrícolas, cujo limite mínimo estabelecido em norma apropriada de resíduos esteja para além do que a legislação e o monitoramento de resíduos em hortifrútis estabeleça. Por isso o monitoramento e a detecção precoce de lotes de produtos que sejam rastreados de preferência, são tão cruciais pois caso ocorra e seja decorrente de uso, contato, manipulação dos agrotóxicos, ainda que de modo “racional”, possa-se proteger à população e estabelecer responsabilidades e ações educativas e preventivas. A contribuição deste livro é significativa e será aferida pelo impacto que se lhe der no debate público ao lado de sua escrita de qualidade e conjunto informativo - probatório. “O Tempo é senhor da razão” Jairton Fraga Araujo Engenheiro agrônomo D.Sc em Horticultura
Editora Científica Digital
Title: Fruticultura Irrigada: vulnerabilidades e perspectiva de produção sustentável
Description:
As imagens e paisagens do mundo rural sempre nos foram apresentadas repletas de vida, beleza, tranquilidade (paz e sossego) e muita diversidade biológica (vida), assim se constituiu o imaginário coletivo e quando instados a refletir ou retratar a natureza nesta viagem de recordação (qual odisséia virtual) cheia de nostalgia, verifica-se que ao longo da história, o campo e a agricultura sempre ensejaram uma ODE ao belo, natural, equilibrado e diverso com relação à vida animal, vegetal e microbiológica, habitando um meio físico cujas águas eram límpidas e cristalinas com campos cobertos de florestas, ar puro e fresco, árvores frondosas e de copas largas e enorme vida animal extremamente diversificada e tudo e todos em perfeita harmonia, qual o descrito no “Jardim do Éden”.
Esta tranquilidade é rompida pela chegada da máquina da velocidade e de uma febril e insone vontade em estado de agitação dos humanos em inaugurar o “moderno” o “tecnológico” o visceralmente “produtivo”.
Uma epidemia de resultados materiais se apodera vorazmente da vida humana, a escala toma conta dos processos e a era industrial nos atinge mortalmente, quedamos assombrados pelas tecnologias mecânicas, químicas e físicas, todas de uma vez, numa síntese invulgar, mas como cópias “mal nutridas da natureza”.
Os humanos agrupam-se nas cidades e nascem imensas demandas por bens e serviços que requerem mais agitação, mais mecanicismo, mais “idolatria à tecnologia” com o aumento vertiginoso que tais desafios ocasionam aos sistemas agrícolas de produção ainda incipientes em escala, impactos e custos.
Para operar nos limites das necessidades humanas a natureza precisaria ser dominada e colocada à serviço da produção, instituindo-a como base material indispensável de modo a edificar modelos que após conhecidos em suas entranhas e mecanismos pudessem reproduzir às vontades materiais e por óbvio, tudo, com a justificativa de que fazia-se para atender às necessidades sociais, fruto do crescimento demográfico e da urbanização que se iniciava, enfim justificava-se assim, para melhorar a vida e torná-la mais confortável.
Assim a ciência e o conhecimento tecnológico alteraram a ordem dos fatores: trabalho, terra e capital, invertendo-os com seu forte advento, à lógica natural e submetendo os humanos e a natureza, ao capital.
A agricultura, como base da civilização se instala na forma originária há cerca de 10 mil anos atrás, e no seu evoluir, passa por profundas alterações como resultado do conhecimento tecnológico que atinge a “deep nature” das coisas, dos seres vivos e do ambiente.
Humanos são substituídos por máquinas e florestas “cedem” lugar aos imensos plantios, terras são drenadas para agricultura e ocupação humana, criações extensivas surgem em imensas áreas com derrubada de áreas de matas de diferentes biomas e ecossistemas o êxodo rural se intensifica e as cidades crescem sem qualquer infraestrutura ampliando as desigualdades por bens, serviços e oportunidades econômicas.
O campo migra e a pobreza aumenta, cultivar plantas e criar animais obedece cada vez mais ao impulso mercadológico que é “natural” pelo crescimento demográfico, mas insensato na sua distribuição e alcance sociais agravado pelo artificialismo da era industrial fundado nos adventos das transformações e avanços da química, física e biologia que erguem às bases da chamada “AGRICULTURA MODERNA”, que por sua vez, assenta-se nos pressupostos de amplas e variadas tecnologias das áreas da motomecanização intensiva, engenharia genética e agroquímica e estas premissas serão doravante, às bases do que se cognominou “GREEN REVOLUTION” impactando poderosamente o processo de produção agrícola e sentenciando a agricultura a nunca mais ser à mesma.
A agricultura passa a ser em certa medida, um produto ou resultado do que empresas privadas nacionais e transnacionais do que se designa como “COMPLEXO DO AGRO” estabelecem nos diferentes centros de decisão do capital financeiro associado ao capital industrial e à C&T desenvolvida por eles em sua grande maioria.
O desenvolvimento do parque de insumos impacta sobremodo a agricultura e invade o mundo rural, não sem provocar abruptas transformações.
O Saber e a Ciência transnacionais cujo fito é a obtenção exclusiva de resultados econômicos ignora outros elementos que são relevantes e que estão nas dimensões: social e ambiental e acabam secundarizadas, salvo com raras exceções, ou seja, toda tecnologia de PRODUTO e até certas de PROCESSO, precisam atender alguma função econômica primeiro, e, em não o fazendo, não atendem os ditames do modelo para o qual fora concebida.
Neste modelo culturas originárias e nucleares sucumbem ao reducionismo da orgia químico-mecânica que se desenvolve, apoderando-se do espaço rural e com isto, o idílico o bucólico e o poético (lugar descrito anteriormente) são excluídos dando lugar ao moderno ao tecnológico e ao industrial.
Amplia-se muito a produtividade agrícola e isso é um fato inconteste, como inconteste são, as enormes externalidades econômico-financeiras relacionadas a elevação substancial dos custos de produção com transferência de renda de agricultores para as indústrias que tal modelo ensejou, associado aos inúmeros impactos ambientais.
A resultante deste cenário é o desenvolvimento de técnicas complexas e de elevado custo para aquisição, adoção e sobremodo impactantes ao meio e aos humanos.
Neste particular o desenvolvimento de moléculas químicas surgidas em meados da I e II grandes guerras mundiais, encontraram seus melhores alvos ou destinação na agricultura (BHC e DDT são dois dos exemplos).
A agroquímica foi se desenvolvendo e aperfeiçoou produtos, técnicas e tecnologias de aplicação para o controle de insetos, ácaros, fungos, bactérias, nematóides e as plantas que designam de “ERVAS DANINHAS” ( a este propósito quero reportar nunca haver conhecido ou sido apresentado a uma erva daninha, mas abundaram no caminho pessoas daninhas), enfim, os agrotóxicos passaram a serem eufemisticamente designados de “DEFENSIVOS AGRÍCOLAS” por obvio o significado de tóxicos na agricultura sempre foi por demais difícil de aceitar para a indústria química, muito embora o termo agrotóxico tenha base legal na lei federal (LEI Nº 7.
802 DE 11 DE JULHO DE 1989, que dispõe sobre a pesquisa, a experimentação, a produção, a embalagem e rotulagem, o transporte, o armazenamento, a comercialização, a propaganda comercial, a utilização, a importação, a exportação, o destino final dos resíduos e embalagens, o registro, a classificação, o controle, a inspeção e a fiscalização de agrotóxicos, seus componentes e afins, e dá outras providências).
O uso e a disseminação de tais substâncias (outrora cunhados como defensivos agrícolas e ainda hoje por malabarismo verbal, mantido!) deu-se inicialmente por órgãos de Assistência Técnica e extensão Rural - ATER e Universidades Brasileiras nas décadas de 60, 70, 80 e 90, mais enfaticamente e a partir daí, empresas privadas e as demais mencionadas continuaram a sua disseminação como estratégia central na área da fitossanidade para controle de enfermidades bem como nas áreas de controle e eliminação de plantas designadas de daninhas e em entomologia no controle de insetos, ácaros etc.
Este reducionismo e a má vontade na busca pela compreensão do real papel dos seres vivos (inimigos naturais por exemplo) nos ecossistemas naturais e também naqueles modificados – os agroecossistemas, tornaram possível a implementação desta visão única de manejo fitossanitário, mesmo e apesar, de haverem inúmeras outras estratégias conhecidas e eficazes na área retromencionada e mais recentemente até como reação da pesquisa e dos movimentos ambientalistas e também dos consumidores que possibilitaram o surgimento de estudos e investimentos em moléculas naturais com bom incremento dos biodefensivos naturais e a base de microorganismos, caldas naturais entre outras estratégias.
Neste trabalho a autora que é Professora, Doutora e atua na área de saúde ao lado de outros colaboradores discorrem aprofundamento sobre percepções, perfil, caracterização, cenários de exposição aos agrotóxicos, históricos por intoxicação, notificações, subnotificações e monitoramento, educação para uso e manipulação de tais substâncias químicas, agricultura ecológica e desenvolvimento sustentável e práticas e iniciativas no Sertão do São Francisco em contraponto ao modelo convencional de agricultura e trazem a lume questões críticas e essenciais para compreensão de leigos e sagrados, acerca de temáticas atuais e prementes a serem objeto de profundo e responsável debate público com vistas a oferecer ao mundo científico informações que se destinam a balizar medidas de políticas públicas regionais e investigações científicas diversas com o claro objetivo de atuar na redução de danos às populações rurais nomeadamente aos trabalhadores rurais aplicadores ou não, expostos direta ou indiretamente à ação dos agrotóxicos bem como, aos consumidores que se expõem diretamente ao consumir produtos agrícolas, cujo limite mínimo estabelecido em norma apropriada de resíduos esteja para além do que a legislação e o monitoramento de resíduos em hortifrútis estabeleça.
Por isso o monitoramento e a detecção precoce de lotes de produtos que sejam rastreados de preferência, são tão cruciais pois caso ocorra e seja decorrente de uso, contato, manipulação dos agrotóxicos, ainda que de modo “racional”, possa-se proteger à população e estabelecer responsabilidades e ações educativas e preventivas.
A contribuição deste livro é significativa e será aferida pelo impacto que se lhe der no debate público ao lado de sua escrita de qualidade e conjunto informativo - probatório.
“O Tempo é senhor da razão” Jairton Fraga Araujo Engenheiro agrônomo D.
Sc em Horticultura.

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