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Estrutura de abundância e classificação sucessional da vegetação lenhosa regenerante em fragmento urbano de floresta atlântica em Recife, Pernambuco, Brasil
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Este estudo teve como objetivo verificar se existem diferenças na estrutura de abundância da vegetação lenhosa regenerante entre borda e interior em fragmento urbano de floresta atlântica em Recife, Pernambuco. Para a amostragem da vegetação, foram plotadas 20 parcelas de 2,5 m x 2,5 m, interespaçadas a cada 17,5 m, sendo 10 na borda e 10 no interior. Em cada parcela, todos os indivíduos lenhosos com altura igual ou maior que 10 cm e com circunferência ao nível do solo menor que 3 cm foram catalogados, identificados e medidos. Estimaram-se os parâmetros de estrutura de abundância entre os ambientes de borda e interior e a classificação sucessional das espécies. O ambiente do interior apresentou maior densidade absoluta (60.800 ind. ha- ¹) que a borda (59.040 ind.ha- ¹), estando a maioria das espécies em fases iniciais de regeneração. As principais espécies representadas em densidade na borda são distintas daquelas do interior da floresta, com exceção de B. guianense e E. ovata. As análises realizadas possibilitam direcionar ações de conservação e recuperação florestal na área avaliada.
Fundacao Educacional da Regiao de Joinville - Univille
Title: Estrutura de abundância e classificação sucessional da vegetação lenhosa regenerante em fragmento urbano de floresta atlântica em Recife, Pernambuco, Brasil
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Este estudo teve como objetivo verificar se existem diferenças na estrutura de abundância da vegetação lenhosa regenerante entre borda e interior em fragmento urbano de floresta atlântica em Recife, Pernambuco.
Para a amostragem da vegetação, foram plotadas 20 parcelas de 2,5 m x 2,5 m, interespaçadas a cada 17,5 m, sendo 10 na borda e 10 no interior.
Em cada parcela, todos os indivíduos lenhosos com altura igual ou maior que 10 cm e com circunferência ao nível do solo menor que 3 cm foram catalogados, identificados e medidos.
Estimaram-se os parâmetros de estrutura de abundância entre os ambientes de borda e interior e a classificação sucessional das espécies.
O ambiente do interior apresentou maior densidade absoluta (60.
800 ind.
ha- ¹) que a borda (59.
040 ind.
ha- ¹), estando a maioria das espécies em fases iniciais de regeneração.
As principais espécies representadas em densidade na borda são distintas daquelas do interior da floresta, com exceção de B.
guianense e E.
ovata.
As análises realizadas possibilitam direcionar ações de conservação e recuperação florestal na área avaliada.
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