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"RODA DE MALANDRO É SÓ MALANDRO..."
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Este artigo se propõe a refletir sobre as desigualdades entre os gêneros presente no campo das sociabilidades delitivas, sobretudo, nos espaços juvenis imersos na prática de ato infracional. Essas contradições entre homens e mulheres têm se agudizado, produzindo violências e visões dúbias sobre o feminino e o masculino. Desse modo, buscamos compreender a partir de oficinas e entrevistas como os jovens autores de ato infracional internos no Centro de Atendimento Socioeducativo (CASE), do município de Mossoró-RN, percebem os papéis sociais de ambos os gêneros. Nesses roteiros, a dominação masculina e a demarcação dos papeis de gênero são inflexibilizados, sobremaneira, nas sociabilidades delitivas. Temas como a virilidade, honra e masculinidades são engessados em prol da afirmação de protótipos heteronormativos. Nesse sentido, os jovens, imersos nesse contexto, precisam projetar precocemente estes atributos ditos masculinos. Assim, observamos nesse interim que os socioeducandos percebem e reproduzem em suas relações cotidianas (des)valores morais fundados numa visão patriarcal sobre o masculino e o feminino.
Palavras-chave: gênero. sociabilidades delitivas. ato infracional.
Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missoes
Title: "RODA DE MALANDRO É SÓ MALANDRO..."
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Este artigo se propõe a refletir sobre as desigualdades entre os gêneros presente no campo das sociabilidades delitivas, sobretudo, nos espaços juvenis imersos na prática de ato infracional.
Essas contradições entre homens e mulheres têm se agudizado, produzindo violências e visões dúbias sobre o feminino e o masculino.
Desse modo, buscamos compreender a partir de oficinas e entrevistas como os jovens autores de ato infracional internos no Centro de Atendimento Socioeducativo (CASE), do município de Mossoró-RN, percebem os papéis sociais de ambos os gêneros.
Nesses roteiros, a dominação masculina e a demarcação dos papeis de gênero são inflexibilizados, sobremaneira, nas sociabilidades delitivas.
Temas como a virilidade, honra e masculinidades são engessados em prol da afirmação de protótipos heteronormativos.
Nesse sentido, os jovens, imersos nesse contexto, precisam projetar precocemente estes atributos ditos masculinos.
Assim, observamos nesse interim que os socioeducandos percebem e reproduzem em suas relações cotidianas (des)valores morais fundados numa visão patriarcal sobre o masculino e o feminino.
Palavras-chave: gênero.
sociabilidades delitivas.
ato infracional.

