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Siempre fui buena para los números: poesia, afeto e economia para Nurit Kasztelan

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Nas últimas décadas, boa parte da crítica de arte concentrou os seus esforços de leitura na reflexão sobre o viés relacional das produções contemporâneas, chegando a ser identificado este interesse como sintoma de um “giro afetivo”. Isto ocorreu também em parte significativa da produção de poesia, que insistia em encenar um endereçamento, uma vontade de sair de si, uma intenção de envio: ir ao encontro de um Outro, seja o leitor, seja outras linguagens, um encontro que implicaria o poder de afetar e ser afetado. Meu texto se propõe conduzir a discussão em torno dos afetos em direção a uma reflexão econômica (ou melhor, oikonomica). Para isso, a partir da leitura de alguns poemas do livro Lógica de los accidentes, de Nurit Kasztelan (Editorial VOX, 2013), analisaremos a economia de trocas e suas falhas e insuficiências, e como essa troca econômica é inseparável de uma lógica afetiva.
Title: Siempre fui buena para los números: poesia, afeto e economia para Nurit Kasztelan
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Nas últimas décadas, boa parte da crítica de arte concentrou os seus esforços de leitura na reflexão sobre o viés relacional das produções contemporâneas, chegando a ser identificado este interesse como sintoma de um “giro afetivo”.
Isto ocorreu também em parte significativa da produção de poesia, que insistia em encenar um endereçamento, uma vontade de sair de si, uma intenção de envio: ir ao encontro de um Outro, seja o leitor, seja outras linguagens, um encontro que implicaria o poder de afetar e ser afetado.
Meu texto se propõe conduzir a discussão em torno dos afetos em direção a uma reflexão econômica (ou melhor, oikonomica).
Para isso, a partir da leitura de alguns poemas do livro Lógica de los accidentes, de Nurit Kasztelan (Editorial VOX, 2013), analisaremos a economia de trocas e suas falhas e insuficiências, e como essa troca econômica é inseparável de uma lógica afetiva.

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