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O impacto da fratura de pelve em livro aberto na morbimortalidade de pacientes politraumatizados, principais fatores de risco e formas de tratamento.
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O presente estudo tem como objetivos analisar e comparar os resultados frente aos impactos da fratura de pelve na morbimortalidade em pacientes politraumatizados, as formas de tratamento mais utilizadas, possíveis fatores de risco e atualizações a respeito da temática. Esse estudo é uma revisão integrativa de literatura, elaborado por meio de artigos científicos obtidos pelas bases de dados Pubmed, Scielo, Lilacs e Periódicos Capes e seguindo o método PRISMA, além de utilizar o Tratado de Ortopedia (2007), com finalidade de obter as informações acerca do tratamento das fraturas de pelve. As fontes foram consultadas no segundo trimestre de 2023. Em via de regra, fraturas de pelve tem, comprovadamente, um grande impacto na morbidade e mortalidade, principalmente, devido às suas complicações. Dentre essas, tem-se a presença de infecções, fraturas de ossos longos, lesões intracranianas, lesões abdominais, lesões torácicas, sangramentos retroperitoneais, idade superior a 85 anos, tempo entre data de internação e data de redução da fratura ser superior a 7 dias. No âmbito das fraturas ósseas, essa é a que mais impacta significativamente na mortalidade dos pacientes, tendo sua taxa de mortalidade desde a internação até 30 dias após alta em cerca de 10%. Os pacientes oriundos de trauma de alta energia, que são em sua maioria jovens, desenvolvem maior número de complicações e são considerados instáveis e graves; enquanto se tratando de pacientes idosos, as causas são traumas classificados como de baixa energia, tais quais quedas da própria altura, de maneira a desenvolver lesões leves e estáveis.
Além disso, foi notado uma escassez de pesquisas sobre o impacto direto da fratura em livro aberto, em relação ao número de pesquisas relacionadas com fraturas de pelve como um todo. Diante disso, torna-se essencial a elaboração de mais trabalhos científicos para melhor entendimento dos potenciais efeitos dessa categoria de fratura na população afetada, de modo a auxiliar na consolidação de um melhor manejo destas lesões traumáticas e minimizar as consequências secundárias subsequentes.
Universidade Federal do Tocantins
Title: O impacto da fratura de pelve em livro aberto na morbimortalidade de pacientes politraumatizados, principais fatores de risco e formas de tratamento.
Description:
O presente estudo tem como objetivos analisar e comparar os resultados frente aos impactos da fratura de pelve na morbimortalidade em pacientes politraumatizados, as formas de tratamento mais utilizadas, possíveis fatores de risco e atualizações a respeito da temática.
Esse estudo é uma revisão integrativa de literatura, elaborado por meio de artigos científicos obtidos pelas bases de dados Pubmed, Scielo, Lilacs e Periódicos Capes e seguindo o método PRISMA, além de utilizar o Tratado de Ortopedia (2007), com finalidade de obter as informações acerca do tratamento das fraturas de pelve.
As fontes foram consultadas no segundo trimestre de 2023.
Em via de regra, fraturas de pelve tem, comprovadamente, um grande impacto na morbidade e mortalidade, principalmente, devido às suas complicações.
Dentre essas, tem-se a presença de infecções, fraturas de ossos longos, lesões intracranianas, lesões abdominais, lesões torácicas, sangramentos retroperitoneais, idade superior a 85 anos, tempo entre data de internação e data de redução da fratura ser superior a 7 dias.
No âmbito das fraturas ósseas, essa é a que mais impacta significativamente na mortalidade dos pacientes, tendo sua taxa de mortalidade desde a internação até 30 dias após alta em cerca de 10%.
Os pacientes oriundos de trauma de alta energia, que são em sua maioria jovens, desenvolvem maior número de complicações e são considerados instáveis e graves; enquanto se tratando de pacientes idosos, as causas são traumas classificados como de baixa energia, tais quais quedas da própria altura, de maneira a desenvolver lesões leves e estáveis.
Além disso, foi notado uma escassez de pesquisas sobre o impacto direto da fratura em livro aberto, em relação ao número de pesquisas relacionadas com fraturas de pelve como um todo.
Diante disso, torna-se essencial a elaboração de mais trabalhos científicos para melhor entendimento dos potenciais efeitos dessa categoria de fratura na população afetada, de modo a auxiliar na consolidação de um melhor manejo destas lesões traumáticas e minimizar as consequências secundárias subsequentes.
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