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Avaliação de assoalho pélvico e da composição corporal de mulheres praticantes de cross training

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Introdução: A prática de exercícios físicos de cross training (CT) tem conquistado muitos adeptos, principalmente mulheres. Apesar dos benefícios desta prática sobre o gasto energético e no condicionamento físico, não se sabe se a prática é benéfica sobre o assoalho pélvico. O exercício físico extenuante pode aumentar a pressão intra-abdominal e é um fator de risco para o desenvolvimento de disfunções do assoalho pélvico. Objetivo: Avaliar assoalho pélvico e a composição corporal (bioimpedância) de mulheres praticantes de CT com e sem sintomas urinários. Métodos: Parecer CEP:4.825.155 aprovado 04 de julho de 2021. Estudo transversal, composto por mulheres adultas praticantes de CT. Os participantes responderam a um questionário que avalia a ocorrência e a gravidade de incontinência urinária e foram submetidas à análise da atividade bioelétrica do assoalho pélvico por meio de equipamento de eletromiografia Miotool da marca Miotec e análise da composição corporal por meio da bioimpedância tetrapolar da InBio. Resultados: Foram avaliadas 1 mulheres com idade média de 37,81±5,39 anos e praticantes dos CT por 26,90±16,97 meses participaram deste estudo. Sendo 4 (36,3%) mulheres sem e 7 (63,6%) com sintomas urinários. Não houve diferença entre as mulheres com e sem sintomas urinários em relação ao tempo de prática de CT, número de gestações e partos, percentual de massa magra e percentual de gordura corporal. Houve diferença significativa entre os seguintes parâmetros da EMG: intensidade média contrações tônicas em uv, tempo antes do pico e tempo após o pico das contrações tônicas. Conclusão: Os resultados reforçam que a presença dos sintomas urinários nestas mulheres está associada a um déficit nas fibras tônicas onde pode ser observado menor atividade bioelétrica, um atraso no início das contrações e menor capacidade de manter a contração tônica ao longo do tempo.   Palavras-chave: Fisioterapia. Incontinência Urinária. Assoalho Pélvico. Avaliação.
Title: Avaliação de assoalho pélvico e da composição corporal de mulheres praticantes de cross training
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Introdução: A prática de exercícios físicos de cross training (CT) tem conquistado muitos adeptos, principalmente mulheres.
Apesar dos benefícios desta prática sobre o gasto energético e no condicionamento físico, não se sabe se a prática é benéfica sobre o assoalho pélvico.
O exercício físico extenuante pode aumentar a pressão intra-abdominal e é um fator de risco para o desenvolvimento de disfunções do assoalho pélvico.
Objetivo: Avaliar assoalho pélvico e a composição corporal (bioimpedância) de mulheres praticantes de CT com e sem sintomas urinários.
Métodos: Parecer CEP:4.
825.
155 aprovado 04 de julho de 2021.
Estudo transversal, composto por mulheres adultas praticantes de CT.
Os participantes responderam a um questionário que avalia a ocorrência e a gravidade de incontinência urinária e foram submetidas à análise da atividade bioelétrica do assoalho pélvico por meio de equipamento de eletromiografia Miotool da marca Miotec e análise da composição corporal por meio da bioimpedância tetrapolar da InBio.
Resultados: Foram avaliadas 1 mulheres com idade média de 37,81±5,39 anos e praticantes dos CT por 26,90±16,97 meses participaram deste estudo.
Sendo 4 (36,3%) mulheres sem e 7 (63,6%) com sintomas urinários.
Não houve diferença entre as mulheres com e sem sintomas urinários em relação ao tempo de prática de CT, número de gestações e partos, percentual de massa magra e percentual de gordura corporal.
Houve diferença significativa entre os seguintes parâmetros da EMG: intensidade média contrações tônicas em uv, tempo antes do pico e tempo após o pico das contrações tônicas.
Conclusão: Os resultados reforçam que a presença dos sintomas urinários nestas mulheres está associada a um déficit nas fibras tônicas onde pode ser observado menor atividade bioelétrica, um atraso no início das contrações e menor capacidade de manter a contração tônica ao longo do tempo.
  Palavras-chave: Fisioterapia.
Incontinência Urinária.
Assoalho Pélvico.
Avaliação.

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