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ASPECTOS PSICOSSOCIAIS COMO RISCO PARA DESENVOLVIMENTO DA SÍNDROME DE BURNOUT ENTRE OS PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM EM UTI
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A enfermagem é uma profissão essencial para o bem-estar humano, caracterizada pela dedicação ao cuidado individualizado e humanizado. No entanto, o ambiente de trabalho dessa profissão, especialmente em unidades de terapia intensiva, pode gerar grande estresse, resultando em condições como a síndrome de burnout. Essa síndrome, marcada por exaustão emocional, despersonalização e sensação de ineficácia, é exacerbada pela pressão por resultados, longas jornadas e falta de suporte adequado. Diante disso, este trabalho justifica-se pela necessidade de refletir sobre como as instituições de saúde podem melhorar as condições de trabalho e proteger a saúde mental dos enfermeiros. Analisar o conhecimento descrito na literatura científica sobre quais os aspectos psicossociais do trabalho podem contribuir para o desenvolvimento da síndrome de burnout entre os profissionais de enfermagem de unidade de terapia intensiva. Revisão integrativa, utilizada para reunir e sintetizar pesquisas sobre determinada temática e auxiliar a prática de acordo com o conhecimento científico. Foi utilizada a estratégia PICO e originou a questão de pesquisa: “Quais os aspectos psicossociais do trabalho podem contribuir para o desenvolvimento da Síndrome de Burnout entre os profissionais de enfermagem de unidade de terapia intensiva?” Do período de maio de 2019 a abril de 2024, selecionaram-se 13 artigos emergindo 4 categorias: A pandemia da COVID-19 e o burnout, tempo de serviço em UTI, carga emocional do trabalho em UTI, sobrecarga de trabalho. Foi possível perceber, ao longo da realização do trabalho, que o adoecimento dos profissionais se deve ao fato de o ambiente de unidade de terapia intensiva ser um espaço de cuidados complexos e níveis de exigências técnicas e emocionais extremas capazes de desgastar a saúde dos profissionais, fato esse que pode ser amenizado por adequadas condições de trabalho, suporte psicológico e manejo do estresse.
PSYCHOSOCIAL ASPECTS AS RISK FACTORS FOR THE DEVELOPMENT OF BURNOUT SYNDROME AMONG INTENSIVE CARE UNIT NURSING PROFESSIONALS: AN INTEGRATIVE REVIEW
ABSTRACT
Nursing is an essential profession for human well-being, characterized by individualized and humanized care. However, the work environment in this field particularly within intensive care units (ICUs) can lead to high levels of stress, contributing to conditions such as burnout syndrome. This syndrome, defined by emotional exhaustion, depersonalization, and a reduced sense of personal accomplishment, is exacerbated by performance pressure, long work hours, and insufficient support. In this context, the present study is justified by the need to reflect on how healthcare institutions can improve working conditions and safeguard the mental health of nurses. This integrative review aimed to analyze scientific literature addressing which psychosocial work factors may contribute to the development of burnout syndrome among ICU nursing professionals. The PICO strategy was used to guide the formulation of the research question: “Which psychosocial work factors may contribute to the development of burnout syndrome among intensive care unit nursing professionals?” Between May 2019 and April 2024, 13 articles were selected, from which four thematic categories emerged: the COVID-19 pandemic and burnout, length of service in the ICU, emotional demands of ICU work, and work overload. Findings indicate that nurses’ psychological distress is largely associated with the highly complex care environment of ICUs, which imposes extreme technical and emotional demands capable of compromising professionals’ health. These effects, however, can be mitigated through adequate working conditions, psychological support, and effective stress management strategies.
Keywords: mental health; Burnout syndrome; nurses; intensive care unit.
Fundacao Municipal de Educacao e Cultura de Santa Fe do Sul
Title: ASPECTOS PSICOSSOCIAIS COMO RISCO PARA DESENVOLVIMENTO DA SÍNDROME DE BURNOUT ENTRE OS PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM EM UTI
Description:
A enfermagem é uma profissão essencial para o bem-estar humano, caracterizada pela dedicação ao cuidado individualizado e humanizado.
No entanto, o ambiente de trabalho dessa profissão, especialmente em unidades de terapia intensiva, pode gerar grande estresse, resultando em condições como a síndrome de burnout.
Essa síndrome, marcada por exaustão emocional, despersonalização e sensação de ineficácia, é exacerbada pela pressão por resultados, longas jornadas e falta de suporte adequado.
Diante disso, este trabalho justifica-se pela necessidade de refletir sobre como as instituições de saúde podem melhorar as condições de trabalho e proteger a saúde mental dos enfermeiros.
Analisar o conhecimento descrito na literatura científica sobre quais os aspectos psicossociais do trabalho podem contribuir para o desenvolvimento da síndrome de burnout entre os profissionais de enfermagem de unidade de terapia intensiva.
Revisão integrativa, utilizada para reunir e sintetizar pesquisas sobre determinada temática e auxiliar a prática de acordo com o conhecimento científico.
Foi utilizada a estratégia PICO e originou a questão de pesquisa: “Quais os aspectos psicossociais do trabalho podem contribuir para o desenvolvimento da Síndrome de Burnout entre os profissionais de enfermagem de unidade de terapia intensiva?” Do período de maio de 2019 a abril de 2024, selecionaram-se 13 artigos emergindo 4 categorias: A pandemia da COVID-19 e o burnout, tempo de serviço em UTI, carga emocional do trabalho em UTI, sobrecarga de trabalho.
Foi possível perceber, ao longo da realização do trabalho, que o adoecimento dos profissionais se deve ao fato de o ambiente de unidade de terapia intensiva ser um espaço de cuidados complexos e níveis de exigências técnicas e emocionais extremas capazes de desgastar a saúde dos profissionais, fato esse que pode ser amenizado por adequadas condições de trabalho, suporte psicológico e manejo do estresse.
PSYCHOSOCIAL ASPECTS AS RISK FACTORS FOR THE DEVELOPMENT OF BURNOUT SYNDROME AMONG INTENSIVE CARE UNIT NURSING PROFESSIONALS: AN INTEGRATIVE REVIEW
ABSTRACT
Nursing is an essential profession for human well-being, characterized by individualized and humanized care.
However, the work environment in this field particularly within intensive care units (ICUs) can lead to high levels of stress, contributing to conditions such as burnout syndrome.
This syndrome, defined by emotional exhaustion, depersonalization, and a reduced sense of personal accomplishment, is exacerbated by performance pressure, long work hours, and insufficient support.
In this context, the present study is justified by the need to reflect on how healthcare institutions can improve working conditions and safeguard the mental health of nurses.
This integrative review aimed to analyze scientific literature addressing which psychosocial work factors may contribute to the development of burnout syndrome among ICU nursing professionals.
The PICO strategy was used to guide the formulation of the research question: “Which psychosocial work factors may contribute to the development of burnout syndrome among intensive care unit nursing professionals?” Between May 2019 and April 2024, 13 articles were selected, from which four thematic categories emerged: the COVID-19 pandemic and burnout, length of service in the ICU, emotional demands of ICU work, and work overload.
Findings indicate that nurses’ psychological distress is largely associated with the highly complex care environment of ICUs, which imposes extreme technical and emotional demands capable of compromising professionals’ health.
These effects, however, can be mitigated through adequate working conditions, psychological support, and effective stress management strategies.
Keywords: mental health; Burnout syndrome; nurses; intensive care unit.
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