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EXODONTIA DE TERCEIROS MOLARES: INDICAÇÕES E CONTRAINDICAÇÕES
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Introdução: A exodontia de terceiros molares é uma cirurgia frequente no âmbito da odontologia e há
vastos motivos que podem indicar o procedimento de extração, sendo eles: controle de doenças
periodontais, cáries, periocoronarites, dentre outros. Desse modo, é necessário ressaltar que existe
indicações e contraindicações para o procedimento, uma vez que para realizar a melhor conduta é
imprescindível que o caso seja estudado cautelosamente, levando em consideração: idade, espaço na
arcada dentária e, principalmente, o posicionamento e a relação com as estruturas das proximidades.
Objetivos: Relatar três casos clínicos que estão interligados com o seio maxilar, necessitando, portanto,
de um estudo aprofundado para distinguir as alternativas de tratamento. Materiais e Métodos: Estudo
clínico no paciente YEA, sexo masculino, 16 anos de idade, leucoderma, locomoveu-se a uma clínica
odontológica particular, em São Paulo- SP, para realizar exames clínicos de rotina. Logo após, foi
solicitado uma radiografia panorâmica com o intuito de observar a localização dos terceiros molares. Os
elementos 18 e 28 estavam em posição ectópica, e ambos se perpetuavam na parede póstero-lateral do
seio maxilar. Os outros dois casos expostos foram estudados e tiveram acompanhamento clínico onde
demostraram o mesmo empecilho. Consequentemente, a exodontia não foi indicada para os pacientes
no momento, devido ao posicionamento e os riscos que o processo poderia causar. Resultado e
Discussão: Os terceiros molares, são elementos comuns em procedimentos cirúrgicos, sendo de
responsabilidade do cirurgião-dentista acompanhar o caso de forma integral, ou seja, por meio de exames
que avaliem a saúde integral do paciente, com o intuito de rever as indicações e contraindicações da
exodontia. Em algumas situações, como as citadas no trabalho, é de segurança para o paciente que
permaneça em acompanhamento clínico, evitando que cavidade bucal tenha comunicação com as regiões
próximas, como o seio maxilar. Conclusão: Diante dos casos clínicos expostos, é possível concluir que
em alguns casos assintomáticos é mais seguro que haja a preservação e acompanhamento odontológico,
a fim de ressaltar que há uma grande chance de os elementos permanecerem assintomáticos durante toda
a vida.
Title: EXODONTIA DE TERCEIROS MOLARES: INDICAÇÕES E CONTRAINDICAÇÕES
Description:
Introdução: A exodontia de terceiros molares é uma cirurgia frequente no âmbito da odontologia e há
vastos motivos que podem indicar o procedimento de extração, sendo eles: controle de doenças
periodontais, cáries, periocoronarites, dentre outros.
Desse modo, é necessário ressaltar que existe
indicações e contraindicações para o procedimento, uma vez que para realizar a melhor conduta é
imprescindível que o caso seja estudado cautelosamente, levando em consideração: idade, espaço na
arcada dentária e, principalmente, o posicionamento e a relação com as estruturas das proximidades.
Objetivos: Relatar três casos clínicos que estão interligados com o seio maxilar, necessitando, portanto,
de um estudo aprofundado para distinguir as alternativas de tratamento.
Materiais e Métodos: Estudo
clínico no paciente YEA, sexo masculino, 16 anos de idade, leucoderma, locomoveu-se a uma clínica
odontológica particular, em São Paulo- SP, para realizar exames clínicos de rotina.
Logo após, foi
solicitado uma radiografia panorâmica com o intuito de observar a localização dos terceiros molares.
Os
elementos 18 e 28 estavam em posição ectópica, e ambos se perpetuavam na parede póstero-lateral do
seio maxilar.
Os outros dois casos expostos foram estudados e tiveram acompanhamento clínico onde
demostraram o mesmo empecilho.
Consequentemente, a exodontia não foi indicada para os pacientes
no momento, devido ao posicionamento e os riscos que o processo poderia causar.
Resultado e
Discussão: Os terceiros molares, são elementos comuns em procedimentos cirúrgicos, sendo de
responsabilidade do cirurgião-dentista acompanhar o caso de forma integral, ou seja, por meio de exames
que avaliem a saúde integral do paciente, com o intuito de rever as indicações e contraindicações da
exodontia.
Em algumas situações, como as citadas no trabalho, é de segurança para o paciente que
permaneça em acompanhamento clínico, evitando que cavidade bucal tenha comunicação com as regiões
próximas, como o seio maxilar.
Conclusão: Diante dos casos clínicos expostos, é possível concluir que
em alguns casos assintomáticos é mais seguro que haja a preservação e acompanhamento odontológico,
a fim de ressaltar que há uma grande chance de os elementos permanecerem assintomáticos durante toda
a vida.
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