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O devir-corpo dos personagens de David Cronenberg
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Este artigo analisa a maneira extrema e visceral como o cineasta canadense David Cronenberg apresenta e investiga o corpo humano e a sexualidade em seus filmes, e quais as questões sociais, culturais e artísticas implicadas nessa representação enquanto evidencia das potencialidades transformação do corpo decorrentes dos adventos biotecnológicos e da interação com outros corpos através da violência ou do sexo. Os conceitos de grotesco, formulado por Mikhail Bakhtin, e de abjeção, articulado por Julia Kristeva, permeiam e fundamentam a investigação, auxiliando na compreensão do processo de configuração do devir-corpo cronenberguiano. Nesse sentido, utiliza-se a ideia de devir, proposta por Gilles Deleuze, como aporte para a compreensão da constante transformação desses corpos em todas as suas vertentes de devir-corpo: devir-animal, devir-monstro e devir-máquina.
Title: O devir-corpo dos personagens de David Cronenberg
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Este artigo analisa a maneira extrema e visceral como o cineasta canadense David Cronenberg apresenta e investiga o corpo humano e a sexualidade em seus filmes, e quais as questões sociais, culturais e artísticas implicadas nessa representação enquanto evidencia das potencialidades transformação do corpo decorrentes dos adventos biotecnológicos e da interação com outros corpos através da violência ou do sexo.
Os conceitos de grotesco, formulado por Mikhail Bakhtin, e de abjeção, articulado por Julia Kristeva, permeiam e fundamentam a investigação, auxiliando na compreensão do processo de configuração do devir-corpo cronenberguiano.
Nesse sentido, utiliza-se a ideia de devir, proposta por Gilles Deleuze, como aporte para a compreensão da constante transformação desses corpos em todas as suas vertentes de devir-corpo: devir-animal, devir-monstro e devir-máquina.
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