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MELANOMA CUTÂNEO: INOVAÇÕES EM DIAGNÓSTICO PRECOCE E TRATAMENTO IMUNOTERÁPICO
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Introdução: O melanoma cutâneo é um dos tipos de câncer de pele mais agressivos e pode se desenvolver a partir de células pigmentadas, os melanócitos. Nos últimos anos, diversas inovações tecnológicas, como a inteligência artificial e o uso de biomarcadores, têm ganhado destaque, permitindo uma identificação mais precisa e precoce das lesões melanocíticas. Simultaneamente, o tratamento do melanoma também tem experimentado transformações significativas. Objetivo: Explorar as inovações recentes no diagnóstico precoce do melanoma cutâneo e as novas abordagens terapêuticas. Metodologia: A pesquisa é fundamentada em uma revisão abrangente da literatura existente, para a coleta dos dados, foi utilizada a base de dados PubMed e Scielo, abrangendo estudos entre 2014 a 2024. A pesquisa foi conduzida com os termos "Melanoma”, “Diagnóstico Precoce”, “Imunoterapia", aplicando o operador booleano "AND". Resultados e discussão: A revisão bibliográfica sobre o melanoma cutâneo evidenciou avanços significativos no diagnóstico precoce e nas terapias imunológicas. A combinação de tecnologias como dermatoscopia digital e inteligência artificial tem melhorado a precisão na identificação de lesões melanocíticas, enquanto o uso de biomarcadores como BRAF e NRAS tem potencial para detectar o melanoma em estágios iniciais. No tratamento, a imunoterapia, incluindo inibidores de checkpoint imunológico como pembrolizumabe e nivolumabe, mostrou resultados promissores, especialmente em melanomas metastáticos, com melhorias nas taxas de sobrevida. A terapia alvo, combinada com anticorpos monoclonais, também se destacou, assim como as terapias combinadas com radioterapia. Contudo, desafios como efeitos adversos e a necessidade de tratamentos personalizados para cada paciente permanecem como áreas cruciais de pesquisa. Conclusão: A revisão destacou os avanços no diagnóstico precoce e no tratamento do melanoma cutâneo, com ênfase nas inovações tecnológicas, como dermatoscopia digital e inteligência artificial, e nas terapias imunológicas e alvo, que têm mostrado resultados promissores, especialmente em melanomas metastáticos. Apesar dos progressos, ainda existem desafios relacionados à personalização dos tratamentos e aos efeitos adversos das terapias imunológicas.
Instituto Pesquisa & Ciência
Renata Soares Batalha
Caio Rodrigues Fernandes Faria Pinheiro
Herllan Dos Santos Felix Filho
Romulo Diniz Rego Lima
Bruna Vital Pereira Moreira
Pedro Lucas Sousa Barros
Luis Manuel Gomes Feitosa Coelho
Isadora Alencar Oliveira
Fabio Henrique Dias de Macedo Filho
Alexandre Rodrigues Lobo Vidal
Leandra Maria Soares Ramos
Maria Eugênia Soares Ramos
Guilherme Dutra Batalha
Manoela Heineck Caminha
Bruhno Narciso de Castro Oliveira
Title: MELANOMA CUTÂNEO: INOVAÇÕES EM DIAGNÓSTICO PRECOCE E TRATAMENTO IMUNOTERÁPICO
Description:
Introdução: O melanoma cutâneo é um dos tipos de câncer de pele mais agressivos e pode se desenvolver a partir de células pigmentadas, os melanócitos.
Nos últimos anos, diversas inovações tecnológicas, como a inteligência artificial e o uso de biomarcadores, têm ganhado destaque, permitindo uma identificação mais precisa e precoce das lesões melanocíticas.
Simultaneamente, o tratamento do melanoma também tem experimentado transformações significativas.
Objetivo: Explorar as inovações recentes no diagnóstico precoce do melanoma cutâneo e as novas abordagens terapêuticas.
Metodologia: A pesquisa é fundamentada em uma revisão abrangente da literatura existente, para a coleta dos dados, foi utilizada a base de dados PubMed e Scielo, abrangendo estudos entre 2014 a 2024.
A pesquisa foi conduzida com os termos "Melanoma”, “Diagnóstico Precoce”, “Imunoterapia", aplicando o operador booleano "AND".
Resultados e discussão: A revisão bibliográfica sobre o melanoma cutâneo evidenciou avanços significativos no diagnóstico precoce e nas terapias imunológicas.
A combinação de tecnologias como dermatoscopia digital e inteligência artificial tem melhorado a precisão na identificação de lesões melanocíticas, enquanto o uso de biomarcadores como BRAF e NRAS tem potencial para detectar o melanoma em estágios iniciais.
No tratamento, a imunoterapia, incluindo inibidores de checkpoint imunológico como pembrolizumabe e nivolumabe, mostrou resultados promissores, especialmente em melanomas metastáticos, com melhorias nas taxas de sobrevida.
A terapia alvo, combinada com anticorpos monoclonais, também se destacou, assim como as terapias combinadas com radioterapia.
Contudo, desafios como efeitos adversos e a necessidade de tratamentos personalizados para cada paciente permanecem como áreas cruciais de pesquisa.
Conclusão: A revisão destacou os avanços no diagnóstico precoce e no tratamento do melanoma cutâneo, com ênfase nas inovações tecnológicas, como dermatoscopia digital e inteligência artificial, e nas terapias imunológicas e alvo, que têm mostrado resultados promissores, especialmente em melanomas metastáticos.
Apesar dos progressos, ainda existem desafios relacionados à personalização dos tratamentos e aos efeitos adversos das terapias imunológicas.
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