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Tórus mandibular como enxerto ósseo autógeno para instalação de implantes osseointegrados: uma revisão sistemática
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Introdução: A perda de elementos dentários leva a alterações alveolares por meio de um processo progressivo e crônico de reabsorção óssea, afetando a instalação de implantes osseointegrados e consequentemente seu sucesso funcional e estético, necessitando muitas vezes da realização de enxerto ósseo nessas áreas atróficas. A utilização de tórus mandibular como enxerto autógeno, apresenta excelente prognóstico devido às suas propriedades que são compatíveis com a área receptora, além de ter um menor tempo clínico e menor custo. Objetivo: Analisar a literatura sobre a utilização de enxerto ósseo derivado de tórus mandibular como fonte doadora para reconstrução de área atrófica visando a instalação de implantes osseointegrados. Metodologia: Realizou-se uma revisão sistemática a fim de analisar a literatura sobre a utilização de enxerto ósseo derivado de tórus mandibular como fonte doadora para reconstrução de área atrófica, visando a instalação de implantes osseointegrados. Foram pesquisados artigos científicos sem restrições de idioma em três bases de dados eletrônicas: PubMed, Google Scholar e BVS, utilizando os descritores ‘‘Dental Implant’’, ‘‘Bone Graft’’, ‘‘Exostoses’’, ‘‘Alveolar Ridge Augmentation’’, pesquisados a partir do operador booleano “AND’’. Resultados: Um total de 13 artigos foram incluídos na análise final. Vinte e quatro pacientes foram submetidos a remoção do tórus mandibular e seu uso como enxerto autógeno para aumento do rebordo alveolar. Nenhum paciente apresentou complicação operatória ou rejeição imunológica. Vinte e dois pacientes foram acompanhados para confirmar a neoformação óssea, por meio de exames de imagem e análise histológica, havendo formação óssea de características histológicas e densidade semelhantes ao osso nativo. Por fim, um total de nove implantes foram instalados na região do enxerto ósseo, sem apresentarem falhas na osseointegração ou reabsorção óssea patológica. Conclusão: O uso do tórus mandibular como autoenxerto é viável para aumento do rebordo alveolar, sendo uma alternativa segura e eficaz. A neoformação e densidade óssea após a enxertia, apresentou características semelhantes ao osso nativo, contribuindo para futura reabilitação com implantes osseointegrados.
Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences
Title: Tórus mandibular como enxerto ósseo autógeno para instalação de implantes osseointegrados: uma revisão sistemática
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Introdução: A perda de elementos dentários leva a alterações alveolares por meio de um processo progressivo e crônico de reabsorção óssea, afetando a instalação de implantes osseointegrados e consequentemente seu sucesso funcional e estético, necessitando muitas vezes da realização de enxerto ósseo nessas áreas atróficas.
A utilização de tórus mandibular como enxerto autógeno, apresenta excelente prognóstico devido às suas propriedades que são compatíveis com a área receptora, além de ter um menor tempo clínico e menor custo.
Objetivo: Analisar a literatura sobre a utilização de enxerto ósseo derivado de tórus mandibular como fonte doadora para reconstrução de área atrófica visando a instalação de implantes osseointegrados.
Metodologia: Realizou-se uma revisão sistemática a fim de analisar a literatura sobre a utilização de enxerto ósseo derivado de tórus mandibular como fonte doadora para reconstrução de área atrófica, visando a instalação de implantes osseointegrados.
Foram pesquisados artigos científicos sem restrições de idioma em três bases de dados eletrônicas: PubMed, Google Scholar e BVS, utilizando os descritores ‘‘Dental Implant’’, ‘‘Bone Graft’’, ‘‘Exostoses’’, ‘‘Alveolar Ridge Augmentation’’, pesquisados a partir do operador booleano “AND’’.
Resultados: Um total de 13 artigos foram incluídos na análise final.
Vinte e quatro pacientes foram submetidos a remoção do tórus mandibular e seu uso como enxerto autógeno para aumento do rebordo alveolar.
Nenhum paciente apresentou complicação operatória ou rejeição imunológica.
Vinte e dois pacientes foram acompanhados para confirmar a neoformação óssea, por meio de exames de imagem e análise histológica, havendo formação óssea de características histológicas e densidade semelhantes ao osso nativo.
Por fim, um total de nove implantes foram instalados na região do enxerto ósseo, sem apresentarem falhas na osseointegração ou reabsorção óssea patológica.
Conclusão: O uso do tórus mandibular como autoenxerto é viável para aumento do rebordo alveolar, sendo uma alternativa segura e eficaz.
A neoformação e densidade óssea após a enxertia, apresentou características semelhantes ao osso nativo, contribuindo para futura reabilitação com implantes osseointegrados.
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