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LEVANTAMENTO ETNOBOTÂNICO DE PLANTAS MEDICINAIS NO MUNICÍPIO DE ITAPETINGA, BAHIA

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Este artigo é resultado das atividades de diagnóstico das ações do Projeto de Extensão da UESB intitulado Fitoterápicos no ambiente escolar: resgate do conhecimento e cultura popular sobre plantas medicinais no município de Itapetinga-BA, o qual foi realizado no período de 2011 a 2012. O objetivo do estudo foi realizar um levantamento etnobotânico das plantas medicinais comercializadas e consumidas no município de Itapetinga, Bahia. A coleta de dados ocorreu com uma amostragem de 39 questionários, aplicados a 10 raizeiros e 29 usuários de plantas medicinais, em duas feiras livres do município citado. Todos os participantes da pesquisa fazem uso de plantas medicinais. Quanto ao grau de escolaridade, constatou-se semelhança entre raizeiros e usuários entrevistados, pois a maior parte dos dois grupos possuem ensino fundamental incompleto com 70% e 42%, respectivamente. A forma mais citada para obtenção das plantas foi através da compra nas feiras livres, sendo predominante a utilização das folhas (87%) e seu preparo para uso mediante infusão (70%). A eficácia dos tratamentos com plantas medicinais foi qualificada como moderada pela maioria dos usuários amostrados (59%). Dessa forma, destaca-se a necessidade de ampliar o conhecimento popular sobre o uso das plantas medicinais para os mais jovens, visando garantir e valorizar a preservação dessa prática que tem perdido espaço em função da medicina convencional.
Title: LEVANTAMENTO ETNOBOTÂNICO DE PLANTAS MEDICINAIS NO MUNICÍPIO DE ITAPETINGA, BAHIA
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Este artigo é resultado das atividades de diagnóstico das ações do Projeto de Extensão da UESB intitulado Fitoterápicos no ambiente escolar: resgate do conhecimento e cultura popular sobre plantas medicinais no município de Itapetinga-BA, o qual foi realizado no período de 2011 a 2012.
O objetivo do estudo foi realizar um levantamento etnobotânico das plantas medicinais comercializadas e consumidas no município de Itapetinga, Bahia.
A coleta de dados ocorreu com uma amostragem de 39 questionários, aplicados a 10 raizeiros e 29 usuários de plantas medicinais, em duas feiras livres do município citado.
Todos os participantes da pesquisa fazem uso de plantas medicinais.
Quanto ao grau de escolaridade, constatou-se semelhança entre raizeiros e usuários entrevistados, pois a maior parte dos dois grupos possuem ensino fundamental incompleto com 70% e 42%, respectivamente.
A forma mais citada para obtenção das plantas foi através da compra nas feiras livres, sendo predominante a utilização das folhas (87%) e seu preparo para uso mediante infusão (70%).
A eficácia dos tratamentos com plantas medicinais foi qualificada como moderada pela maioria dos usuários amostrados (59%).
Dessa forma, destaca-se a necessidade de ampliar o conhecimento popular sobre o uso das plantas medicinais para os mais jovens, visando garantir e valorizar a preservação dessa prática que tem perdido espaço em função da medicina convencional.

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