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ÁRVORES NATIVAS PARA A ARBORIZAÇÃO DE TERESINA, PIAUÍ
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O objetivo deste trabalho foi identificar espécies nativas ocorrentes na arborização urbana de Teresina, Piauí, catalogando as informações botânicas e paisagísticas sobre algumas delas. Foram feitas coletas mensais de material botânico das espécies nativas encontradas em parques e praças da cidade, sendo observadas 48 espécies de árvores nativas, distribuídas em 42 gêneros e 21 famílias botânicas. A família de maior representatividade foi Caesalpiniaceae, com 6 gêneros e 7 espécies. Dentre as espécies analisadas, 10 foram consideradas com grandes potencialidades para a arborização da cidade e foram particularmente estudadas, a partir de avaliações visuais e informações da bibliografia técnico-científica especializada. Foram elas: Cenostigma macrophyllum (caneleiro) e Caesalpinia ferrea var. ferrea (jucá), indicadas para praças, canteiros centrais com mais de 4,0m de largura, jardins públicos e estacionamentos; Anadenanthera macrocarpa (angico preto), Licania tomentosa (oiti), Enterolobium contorsiliquum (tamboril), Parkia platycephala (faveira), Astronium fraxinifolium (gonçalo-alves) e Hymenea courbaril (jatobá) para praças e parques, Copernicia prunifera (carnaúba), para canteiros centrais e composições em praças e jardins e Magonia glabrata (tingui), uma sapindácea de porte médio, que deve ser testada na arborização de passeios. Verificou-se a necessidade de maior divulgação das espécies nativas com potencial para uso nas várias modalidades de arborização da cidade, considerando que muitas das espécies avaliadas como potenciais não foram freqüentes nos levantamentos realizados ou foram encontradas em locais inadequados.
Title: ÁRVORES NATIVAS PARA A ARBORIZAÇÃO DE TERESINA, PIAUÍ
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O objetivo deste trabalho foi identificar espécies nativas ocorrentes na arborização urbana de Teresina, Piauí, catalogando as informações botânicas e paisagísticas sobre algumas delas.
Foram feitas coletas mensais de material botânico das espécies nativas encontradas em parques e praças da cidade, sendo observadas 48 espécies de árvores nativas, distribuídas em 42 gêneros e 21 famílias botânicas.
A família de maior representatividade foi Caesalpiniaceae, com 6 gêneros e 7 espécies.
Dentre as espécies analisadas, 10 foram consideradas com grandes potencialidades para a arborização da cidade e foram particularmente estudadas, a partir de avaliações visuais e informações da bibliografia técnico-científica especializada.
Foram elas: Cenostigma macrophyllum (caneleiro) e Caesalpinia ferrea var.
ferrea (jucá), indicadas para praças, canteiros centrais com mais de 4,0m de largura, jardins públicos e estacionamentos; Anadenanthera macrocarpa (angico preto), Licania tomentosa (oiti), Enterolobium contorsiliquum (tamboril), Parkia platycephala (faveira), Astronium fraxinifolium (gonçalo-alves) e Hymenea courbaril (jatobá) para praças e parques, Copernicia prunifera (carnaúba), para canteiros centrais e composições em praças e jardins e Magonia glabrata (tingui), uma sapindácea de porte médio, que deve ser testada na arborização de passeios.
Verificou-se a necessidade de maior divulgação das espécies nativas com potencial para uso nas várias modalidades de arborização da cidade, considerando que muitas das espécies avaliadas como potenciais não foram freqüentes nos levantamentos realizados ou foram encontradas em locais inadequados.
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