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PELOS (DES) CAMINHOS DA POESIA
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O presente texto trata-se de uma entrevista com o poeta marginal Pedro Tostes, o qual escreve poesias desde muito cedo, quando se descobriu no vasto mundo da escrita poética. É produtor cultural, mesmo não se considerando empreendedor no mercado da literatura, vive de poesia de forma audaciosa, resistente e marginal. Desde 2003, começou uma jornada pelo Brasil para levar sua poesia a diferentes locais como: feiras, universidades, congressos, espaços culturais diversos, etc., vivendo mediante a compreensão de que esta ação seria uma forma de “popularizar” a literatura. O escritor já tem vários livros publicados, sendo o útimo deles "Na Casamata de Si" (Patuá, São Paulo, 2018). Acreditamos que Tostes seja um poeta visionário e que não tenha medo de se expor, principalmente, em seus diferentes modos de ver a vida/poesia. Concebemos a poesia como um modo de trilhar muitas experiências estéticas, e Tostes tem experimentado amplamente com/a linguagem. Sabemos que viver de poesia no Brasil é um grande desafio, especialmente por se tratar de um “país com vários problemas nos campos educacional e cultural” (para usarmos as palavras de Tostes, obtida nesta entrevista). E mesmo diante de tal situação, Tostes tem incentivado os jovens a lerem e a se deixarem afetar pela poesia. Tostes pode ser relacionado à poesia marginal no sentido mais utópico e implicado à força da poesia para abrir (des)caminhos na vida, a começar pela ideia de ocupar as periferias, com saraus e Slams. Em seu último trabalho, “Na Casa Mata de Si” (Patuá/SP, 2018), Tostes nos mostra o seu lado de poeta “guerrilheiro” e chama a atenção, por meio de seus versos, para a guerra do “presente”, uma guerra, aliás, tanto interna como externa a nós. Em entrevista realizada via e-mail, Tostes nos faz revelações da sua vida como escritor e de muitos dos seus (des)caminhos no mundo da poesia.
Universidade Federal do Norte do Tocantins
Title: PELOS (DES) CAMINHOS DA POESIA
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O presente texto trata-se de uma entrevista com o poeta marginal Pedro Tostes, o qual escreve poesias desde muito cedo, quando se descobriu no vasto mundo da escrita poética.
É produtor cultural, mesmo não se considerando empreendedor no mercado da literatura, vive de poesia de forma audaciosa, resistente e marginal.
Desde 2003, começou uma jornada pelo Brasil para levar sua poesia a diferentes locais como: feiras, universidades, congressos, espaços culturais diversos, etc.
, vivendo mediante a compreensão de que esta ação seria uma forma de “popularizar” a literatura.
O escritor já tem vários livros publicados, sendo o útimo deles "Na Casamata de Si" (Patuá, São Paulo, 2018).
Acreditamos que Tostes seja um poeta visionário e que não tenha medo de se expor, principalmente, em seus diferentes modos de ver a vida/poesia.
Concebemos a poesia como um modo de trilhar muitas experiências estéticas, e Tostes tem experimentado amplamente com/a linguagem.
Sabemos que viver de poesia no Brasil é um grande desafio, especialmente por se tratar de um “país com vários problemas nos campos educacional e cultural” (para usarmos as palavras de Tostes, obtida nesta entrevista).
E mesmo diante de tal situação, Tostes tem incentivado os jovens a lerem e a se deixarem afetar pela poesia.
Tostes pode ser relacionado à poesia marginal no sentido mais utópico e implicado à força da poesia para abrir (des)caminhos na vida, a começar pela ideia de ocupar as periferias, com saraus e Slams.
Em seu último trabalho, “Na Casa Mata de Si” (Patuá/SP, 2018), Tostes nos mostra o seu lado de poeta “guerrilheiro” e chama a atenção, por meio de seus versos, para a guerra do “presente”, uma guerra, aliás, tanto interna como externa a nós.
Em entrevista realizada via e-mail, Tostes nos faz revelações da sua vida como escritor e de muitos dos seus (des)caminhos no mundo da poesia.
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