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ETNOGRAFIA E POESIA POPULAR NOS CANCIONEIROS FOLCLÓRICOS: AMADEU AMARAL, JOSÉ DE ALENCAR E MÁRIO DE ANDRADE

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Resumo Entre o último quartel do século XIX e meados do século XX, a voga mundial dos cancioneiros folclóricos ergueu-se no Brasil entre os projetos de construção cultural da nação. Tais registros da oralidade popular orientavam-se por concepções de etnografia que, sintetizadas na expressão nativa colheita, este texto busca iluminar. Em meio à grande variedade, as quadras - tidas como das mais simples formas poéticas - conduzem o exame dos registros feitos por três literatos: Amadeu Amaral, José de Alencar e Mário de Andrade. Desalinhando temporalidades, Alencar, com “O rabicho da Geralda”, de 1874, permite comparar os modos distintos pelos quais Amaral, nos anos 1920, e Mário de Andrade, nos anos 1930/40, praticaram a etnografia em seus respectivos e inconclusos cancioneiros. No percurso, circulando entre oralidade e escrita, a graça e potência das formas poéticas registradas nos interpelam e trazem para o presente o passado dos cancioneiros.
Title: ETNOGRAFIA E POESIA POPULAR NOS CANCIONEIROS FOLCLÓRICOS: AMADEU AMARAL, JOSÉ DE ALENCAR E MÁRIO DE ANDRADE
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Resumo Entre o último quartel do século XIX e meados do século XX, a voga mundial dos cancioneiros folclóricos ergueu-se no Brasil entre os projetos de construção cultural da nação.
Tais registros da oralidade popular orientavam-se por concepções de etnografia que, sintetizadas na expressão nativa colheita, este texto busca iluminar.
Em meio à grande variedade, as quadras - tidas como das mais simples formas poéticas - conduzem o exame dos registros feitos por três literatos: Amadeu Amaral, José de Alencar e Mário de Andrade.
Desalinhando temporalidades, Alencar, com “O rabicho da Geralda”, de 1874, permite comparar os modos distintos pelos quais Amaral, nos anos 1920, e Mário de Andrade, nos anos 1930/40, praticaram a etnografia em seus respectivos e inconclusos cancioneiros.
No percurso, circulando entre oralidade e escrita, a graça e potência das formas poéticas registradas nos interpelam e trazem para o presente o passado dos cancioneiros.

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