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Efeito do isostretching na resistência muscular de abdominais, glúteo máximo e extensores de tronco, incapacidade e dor em pacientes com lombalgia

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Objetivou-se determinar a influência do método Isostretching na resistência muscular do glúteo máximo, abdominais e extensores de tronco, incapacidade e dor de pacientes com lombalgia. MATERIAL E MÉTODOS: Este estudo caracterizou-se como um ensaio clínico aleatório, constituído de 18 mulheres, entre 18 e 25 anos, com dor cinco ou mais na escala visual análoga (EVA) na região lombar, no mínimo três vezes por semana, randomizadas em grupo ativo e controle. Foram excluídas as submetidas a tratamentos fisioterápicos ou que tenham passado por cirurgia recente e com outras patologias. As pacientes foram avaliadas (avaliadores cegos) no início, após 10 e 20 sessões, pelo questionário Roland-Morris, EVA e Teste de Repetição Máxima em um minuto para abdominais, extensores de tronco e glúteo máximo. Para a análise estatística, foi aplicado o teste de Shapiro Wilk, Teste t de Student e ANOVA. RESULTADOS: A comparação entre os valores iniciais e finais no grupo ativo para a análise da resistência dos músculos abdominais, glúteo máximo, extensores de tronco, incapacidade e dor apresentou p = 0,00 e no grupo controle p = 0,02 para o glúteo máximo. A análise dos três momentos de avaliação no grupo ativo evidenciou para a resistência dos músculos abdominais, glúteo máximo e dor p = 0,00, incapacidade p = 0,01 e para os extensores de tronco p = 0,80 e o grupo controle não evidenciou alteração. CONCLUSÃO: O Isostretching mostrou-se eficiente para diminuir a incapacidade e dor, bem como para o aumento da resistência muscular de abdominais, glúteo máximo e extensores de tronco de pacientes com lombalgia.
Title: Efeito do isostretching na resistência muscular de abdominais, glúteo máximo e extensores de tronco, incapacidade e dor em pacientes com lombalgia
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Objetivou-se determinar a influência do método Isostretching na resistência muscular do glúteo máximo, abdominais e extensores de tronco, incapacidade e dor de pacientes com lombalgia.
MATERIAL E MÉTODOS: Este estudo caracterizou-se como um ensaio clínico aleatório, constituído de 18 mulheres, entre 18 e 25 anos, com dor cinco ou mais na escala visual análoga (EVA) na região lombar, no mínimo três vezes por semana, randomizadas em grupo ativo e controle.
Foram excluídas as submetidas a tratamentos fisioterápicos ou que tenham passado por cirurgia recente e com outras patologias.
As pacientes foram avaliadas (avaliadores cegos) no início, após 10 e 20 sessões, pelo questionário Roland-Morris, EVA e Teste de Repetição Máxima em um minuto para abdominais, extensores de tronco e glúteo máximo.
Para a análise estatística, foi aplicado o teste de Shapiro Wilk, Teste t de Student e ANOVA.
RESULTADOS: A comparação entre os valores iniciais e finais no grupo ativo para a análise da resistência dos músculos abdominais, glúteo máximo, extensores de tronco, incapacidade e dor apresentou p = 0,00 e no grupo controle p = 0,02 para o glúteo máximo.
A análise dos três momentos de avaliação no grupo ativo evidenciou para a resistência dos músculos abdominais, glúteo máximo e dor p = 0,00, incapacidade p = 0,01 e para os extensores de tronco p = 0,80 e o grupo controle não evidenciou alteração.
CONCLUSÃO: O Isostretching mostrou-se eficiente para diminuir a incapacidade e dor, bem como para o aumento da resistência muscular de abdominais, glúteo máximo e extensores de tronco de pacientes com lombalgia.

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