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COMUNIDADES LINGUÍSTICAS: UMA REFLEXÃO SOBRE A FRONTEIRA JAGUARÃO/RIO BRANCO
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Este trabalho tem o objetivo de refletir sobre as línguas que circulam na fronteira Jaguarão/Rio Grande do Sul-Brasil – Rio Branco/Cerro Largo-Uruguai, trazendo para este estudo a situação linguística dessa zona de fronteira, demonstrando que o acesso a diferentes variedades da língua, situações e práticas enunciativas aumentam o repertório discursivo do sujeito e sua capacidade de interagir e, consequentemente, sua condição efetiva de praticar a cidadania. Considerando que as fronteiras não são apenas geográficas e políticas, são também sociais e culturais e o contato dos sujeitos não se dá apenas geograficamente, mas também são percebidos nos costumes, na cultura e na língua. Para realizar o estudo, foram coletados dados bibliográficos sobre a constituição das fronteiras, bem como um estudo sobre como o contato linguístico se manifesta nesse espaço de enunciação. Pode-se concluir que além do par de línguas que circula majoritariamente na fronteira, há outras comunidades linguísticas que também ocupam esse espaço, construindo a identidade fronteiriça.
Title: COMUNIDADES LINGUÍSTICAS: UMA REFLEXÃO SOBRE A FRONTEIRA JAGUARÃO/RIO BRANCO
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Este trabalho tem o objetivo de refletir sobre as línguas que circulam na fronteira Jaguarão/Rio Grande do Sul-Brasil – Rio Branco/Cerro Largo-Uruguai, trazendo para este estudo a situação linguística dessa zona de fronteira, demonstrando que o acesso a diferentes variedades da língua, situações e práticas enunciativas aumentam o repertório discursivo do sujeito e sua capacidade de interagir e, consequentemente, sua condição efetiva de praticar a cidadania.
Considerando que as fronteiras não são apenas geográficas e políticas, são também sociais e culturais e o contato dos sujeitos não se dá apenas geograficamente, mas também são percebidos nos costumes, na cultura e na língua.
Para realizar o estudo, foram coletados dados bibliográficos sobre a constituição das fronteiras, bem como um estudo sobre como o contato linguístico se manifesta nesse espaço de enunciação.
Pode-se concluir que além do par de línguas que circula majoritariamente na fronteira, há outras comunidades linguísticas que também ocupam esse espaço, construindo a identidade fronteiriça.
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