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AVALIAÇÃO DE TOXICIDADE DOS EXTRATOS DOS FRUTOS DE Monteverdia evonymoides (Reissek) Biral Utilizando Bioensaio com Artemia franciscana

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O gênero Monteverdia, pertencente à família Celastraceae, inclui diversas espécies vegetais com potencial terapêutico. Estudos recentes têm revelado atividades farmacológicas promissoras associadas a este gênero, incluindo propriedades gastroprotetoras e atividade larvicida contra o Aedes aegypti. A metodologia adotada seguiu o protocolo utilizado por Meyer et al. (1982) no qual determina a DL₅₀, que é a concentração letal capaz de causar a morte de 50% dos náuplios de Artemia franciscana exposta aos extratos e frações, A. franciscana é um microcrustáceo usado em bioensaios de produtos naturais devido à sua sensibilidade a diversas substâncias expostas. Os extratos e frações foram obtidos por maceração dos frutos secos em etanol 70°GL e fracionados em solventes de diferentes polaridades (hexano, clorofórmio e acetato de etila) para isolar compostos com diferentes características químicas. A solução salina para eclosão dos cistos de A. franciscana foi preparada com 35 g.L⁻¹ de sal marinho. Os cistos foram incubados sob agitação e iluminação constantes até a eclosão dos náuplios, que foram então expostos a diferentes concentrações dos extratos e frações (10 a 1000 µg·mL⁻¹), com 1% de DMSO como controle negativo e sulfato de quinidina como controle positivo. Após 24 horas, a toxicidade foi avaliada pela contagem dos náuplios vivos e mortos, com análise estatística realizada pelo método Probit no software SPSS. Os resultados indicaram DL₅₀ superiores a 1000 µg·mL⁻¹ para todos os extratos e frações testados. Portanto, os extratos e frações não demonstraram toxicidade significativa frente ao modelo utilizado, sugerindo a segurança do uso do fruto dessa planta como potencial bioativo.
Title: AVALIAÇÃO DE TOXICIDADE DOS EXTRATOS DOS FRUTOS DE Monteverdia evonymoides (Reissek) Biral Utilizando Bioensaio com Artemia franciscana
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O gênero Monteverdia, pertencente à família Celastraceae, inclui diversas espécies vegetais com potencial terapêutico.
Estudos recentes têm revelado atividades farmacológicas promissoras associadas a este gênero, incluindo propriedades gastroprotetoras e atividade larvicida contra o Aedes aegypti.
A metodologia adotada seguiu o protocolo utilizado por Meyer et al.
(1982) no qual determina a DL₅₀, que é a concentração letal capaz de causar a morte de 50% dos náuplios de Artemia franciscana exposta aos extratos e frações, A.
franciscana é um microcrustáceo usado em bioensaios de produtos naturais devido à sua sensibilidade a diversas substâncias expostas.
Os extratos e frações foram obtidos por maceração dos frutos secos em etanol 70°GL e fracionados em solventes de diferentes polaridades (hexano, clorofórmio e acetato de etila) para isolar compostos com diferentes características químicas.
A solução salina para eclosão dos cistos de A.
franciscana foi preparada com 35 g.
L⁻¹ de sal marinho.
Os cistos foram incubados sob agitação e iluminação constantes até a eclosão dos náuplios, que foram então expostos a diferentes concentrações dos extratos e frações (10 a 1000 µg·mL⁻¹), com 1% de DMSO como controle negativo e sulfato de quinidina como controle positivo.
Após 24 horas, a toxicidade foi avaliada pela contagem dos náuplios vivos e mortos, com análise estatística realizada pelo método Probit no software SPSS.
Os resultados indicaram DL₅₀ superiores a 1000 µg·mL⁻¹ para todos os extratos e frações testados.
Portanto, os extratos e frações não demonstraram toxicidade significativa frente ao modelo utilizado, sugerindo a segurança do uso do fruto dessa planta como potencial bioativo.

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