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Carga de ruptura de estacas de pequeno porte escavadas com trado manual em solos tropicais colapsíveis
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O objetivo deste trabalho é analisar a carga de ruptura de seis estacas escavadas com trado manual de 25 cm de diâmetro, de 3 m e 6 m de comprimento, executadas no Campo Experimental de Engenharia Geotécnica (CEEG) da Universidade Estadual de Londrina. As cargas de ruptura foram determinadas pelos métodos semi-empíricos de Aoki-Velloso (1975), Décourt-Quaresma (1978) modificado por Décourt (1996), Ranzini (1988) modificado por Peixoto (2001) e Alonso (1996). As estacas foram submetidas a ensaios de prova de carga estática com carregamento misto sem inundação e reensaiadas com pré-inundação por 48 h para a verificação do efeito do colapso no solo tropical de Londrina-PR. A partir das curvas carga versus recalque obtidas das provas de carga foram determinadas as cargas de ruptura das estacas pelos critérios de ruptura de Van der Veen (1953) modificado por Aoki (1976) e da NBR 6122 (ABNT, 2010). Os resultados das provas de carga mostraram que os métodos semi-empíricos são de maneira geral conservadores em relação aos critérios de ruptura e que o método de Ranzini (1988) modificado por Peixoto (2001) apresentou valores mais próximos aos obtidos em campo. A perda da carga de ruptura das estacas no solo do CEEG após a inundação foi confirmada por efeito do colapso e as curvas apresentaram formato de ruptura nítida com predominância de resistência lateral.
Coimbra University Press
Title: Carga de ruptura de estacas de pequeno porte escavadas com trado manual em solos tropicais colapsíveis
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O objetivo deste trabalho é analisar a carga de ruptura de seis estacas escavadas com trado manual de 25 cm de diâmetro, de 3 m e 6 m de comprimento, executadas no Campo Experimental de Engenharia Geotécnica (CEEG) da Universidade Estadual de Londrina.
As cargas de ruptura foram determinadas pelos métodos semi-empíricos de Aoki-Velloso (1975), Décourt-Quaresma (1978) modificado por Décourt (1996), Ranzini (1988) modificado por Peixoto (2001) e Alonso (1996).
As estacas foram submetidas a ensaios de prova de carga estática com carregamento misto sem inundação e reensaiadas com pré-inundação por 48 h para a verificação do efeito do colapso no solo tropical de Londrina-PR.
A partir das curvas carga versus recalque obtidas das provas de carga foram determinadas as cargas de ruptura das estacas pelos critérios de ruptura de Van der Veen (1953) modificado por Aoki (1976) e da NBR 6122 (ABNT, 2010).
Os resultados das provas de carga mostraram que os métodos semi-empíricos são de maneira geral conservadores em relação aos critérios de ruptura e que o método de Ranzini (1988) modificado por Peixoto (2001) apresentou valores mais próximos aos obtidos em campo.
A perda da carga de ruptura das estacas no solo do CEEG após a inundação foi confirmada por efeito do colapso e as curvas apresentaram formato de ruptura nítida com predominância de resistência lateral.
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